sábado, 16 de setembro de 2017

As 7 coisas que a JLT Condor aprendeu na Volta a Portugal


As 7 coisas que a JLT Condor aprendeu na Volta a Portugal

15.09.2017

A JLT Condor foi uma equipa discreta durante a Volta a Portugal, formação de poucos meios, pouco deu nas vistas, durante a prova e mesmo antes e depois das etapas. No entanto, a formação britânica parece ter gostado, apesar dos resultados não terem sido os melhores. 
Nenhuma vez conseguiram inserir um ciclista dentro dos 20 primeiros da etapa, sendo o melhor colocado da equipa Edward Laverack, no 43º posto, ficando no 6º lugar da classificação da juventude.
O 1º aspecto referido é a hidratação, onde se refere que os ciclistas têm de beber até se sentirem doentes, e depois beber ainda mais. 
Cada ciclista da equipa consumiu uma média de 11 bidons por etapa, e muitos deles até tinham que acordar a meio da noite para se hidratar. 
Corredores habituados a um clima mais ameno, até chuvoso, viram-se no meio do Verão português, onde as temperaturas a rondar ou acima dos 40 graus Celsius são frequentes.
O 2º aspecto mencionado é o potencial cénico de Portugal e o prazer que os corredores retiraram de toda a experiência, principalmente de toda a área da Serra da Estrela, ideal para estágios em altitude.
Depois houve de novo a referência ao calor, o quão é proveitoso treinar com calor devido à adaptação do calor às altas temperaturas e a quantos dias demoraram os corredores a adaptarem-se. 
Tanto que as tiradas onde se sentiram melhor, foi nas últimas 3, coincidindo exactamente com as etapas mais duras.
De seguida vem um elogio confesso aos ciclistas portugueses, mais especificamente à capacidade de manobrar a bicicleta e à capacidade de colocação no pelotão, conseguindo isto a par de um número relativamente reduzido de quedas. Comparam mesmo a força do pelotão luso com a Team Sky no pelotão internacional.
O penúltimo ponto foi um elogio à imensa gastronomia que Portugal tem, principalmente à sobremesas, pois os pratos principais tradicionais, nem todos podem ser devoradas por ciclistas em competição. 
Os destacados foram os Fios de Ovos e o Toucinho do Céu, com um elogio também ao preço dos cafés, ridiculamente barato para britânicos.
Finalmente, ainda houve um elogio confesso aos fãs e adeptos de ciclismo em Portugal e que foram ver a prova, até nos locais mais longínquos e rurais de Portugal.
No ponto de vista pessoal gostaríamos de ver a JLT Condor de volta, uma equipa que não só gostou de vir, como vem de um país onde também se aprecia muito ciclismo. Estivemos presentes na etapa com partida de Vila Franca de Xira e no contra-relógio de Viseu, e em ambas as ocasiões esta equipa foi muito acessível e simpática, algo que os fãs da modalidade também apreciam.
MM

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