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segunda-feira, 10 de abril de 2017

AMAMENTAR EM PÚBLICO.

Resultado de imagem para mulher em bike amamentar


Nem todas as mulheres se sentem confortáveis com esta situação.
Legalmente, pode amamentar em qualquer local mas é evidente que nem todas as mulheres se sentem à vontade com esta situação.
Legalmente, pode amamentar em qualquer local e alguns estados dispõem de leis adicionais que protegem o direito da mulher de amamentar em público. 

É obviamente mais conveniente (e talvez mais higiénico) do que fazê-lo numa casa de banho suja ou no carro. 
Mas é evidente que nem todas as mulheres se sentem à vontade com esta situação. Mostramos-lhe algumas formas de aumentar o seu nível de conforto:
Utilize um fato de duas peças com uma blusa larga que possa ser levantada.

 Isto permite-lhe amamentar o bebé por baixo da blusa e evita ter de abrir os botões desde cima e tirar o peito para fora. 
Os topos de amamentação, concebidos com aberturas discretas e palas podem ajudar a aumentar a sua confiança.
Utilize um soutiã de amamentação com copas amovíveis que pode abrir com uma mão enquanto segura o bebé com a outra.
Tenha em conta a cor e o tecido da sua roupa. 

Uma cor clara é mais susceptível de mostrar o leite que escorre do peito ou os discos de amamentação, e uma blusa de seda ou cetim é mais susceptível de manchar ou ficar estragada com o leite. 
As blusas estampadas ocultam melhor as manchas.
Utilize uma mantinha ou uma fralda de pano para tapar o peito e o tronco enquanto amamenta o bebé, se quiser ficar mais coberta.
MM

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Código da Estrada: Direitos e deveres dos ciclistas causam discórdia.

Código da Estrada: Direitos e deveres dos ciclistas causam discórdia      
As regras do novo Código da Estrada para as bicicletas estão a causar discórdia nas entidades do setor quanto aos direitos e deveres dos ciclistas, levantando antigas questões como a necessidade de matrícula e de seguro.
Numa altura em que cada vez mais portugueses adotam a bicicleta para as suas deslocações, tornam-se mais frequentes as questões sobre a fiscalização destes veículos.
Contactado pela Lusa, o responsável da Unidade Nacional de Trânsito da GNR Gabriel Barão Mendes admitiu que, "para as entidades fiscalizadoras, seria benéfica a obrigatoriedade de os velocípedes terem uma matrícula", mas, sobretudo, que os ciclistas "tivessem formação [sobre as regras para circular na via pública] como uma licença de condução".
Uma ideia contestada pelo presidente da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta, José Caetano, para quem a obrigação de ter matrícula "é apenas uma forma de captar impostos" já que "há um número no quadro da bicicleta que serve para a sua identificação".
O possível incumprimento das regras de condução em estrada pelos ciclistas é uma questão que também preocupa o presidente do Automóvel Club de Portugal (ACP), Carlos Barbosa.
"Há ciclistas a passar sinais vermelhos e a andar em cima de passeios", apesar de o novo Código de Estrada ter sido "altamente divulgado", disse à Lusa, frisando que apenas com uma matrícula "seria possível identificar corretamente essa infração".
De acordo com Carlos Barbosa, quando o Código da Estrada foi atualizado, em janeiro, o ACP insistiu com o Governo na necessidade "de [os ciclistas] terem seguro como têm os veículos [motorizados] de duas rodas que se deslocam no ambiente rodoviário".
Mas para Mário Alves, representante da Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta, esse tipo de obrigações seria "um verdadeiro tiro no pé no que toca às políticas públicas", porque as bicicletas "têm tantas vantagens a nível económico, social, ambiental e de saúde que não devem ter quaisquer encargos".
Também o vice-presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Sandro Araújo, defende que a matrícula e o seguro "são indesejáveis" para as bicicletas porque "dificultam a utilização".
Quanto mais bicicletas circularem menos perigoso se torna o ambiente rodoviário "e mais seguro é para os ciclistas", reforçou Sandro Araújo, acrescentando que "há estudos que demonstram que quanto mais estes [veículos] circularem nas estradas, menor é a quantidade de acidentes gerados".
MM

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Carros vs. bicicletas.

Carros vs. bicicletas. Uma guerra que o Código da Estrada pretende terminar.
Em 2014, as regras mudam: a bicicleta deixará de ceder passagem a carros. Mas, na estrada, ciclistas e automobilistas ainda se queixam
João Pedro Barreto admite fazê-lo "na maioria das vezes" que algum carro o ultrapassa demasiado perto, ou quando recebe uma "buzinadela" a exigir que saia da estrada e salte para o passeio. Num semáforo mais à frente, o ciclista pára ao lado do carro em causa e explica ao condutor os porquês de ser "perigoso" o que acabou de fazer. Mas a partir de 3 de Janeiro poderá deixar de ter motivos de queixa - os automóveis vão passar a ser obrigados a manter uma distância mínima de 1,5 metros quando ultrapassarem um velocípede na estrada. Esta é uma entre várias novidades que, em 2014, passarão a habitar o Código da Estrada (CE).
Nas ruas, as alterações serão convertidas em novas regras para regular a convivência entre velocípedes e carros. Bicicletas com prioridade quando vierem da direita, num cruzamento sem um semáforo a ditar as regras e ciclistas a poderem circular lado a lado ou sem obrigação de estarem sempre em ciclovias são três exemplos. A partir de 3 de Janeiro será assim. 
É "dos atos mais indutores de medo que se pode imaginar". Nestes casos, as novas regras do CE - publicadas a 3 de Setembro em Diário da República - apenas vão corrigir a questão das ultrapassagens.
Paulo Almeida não é tão drástico. No Porto, onde passa os dias a pedalar, vê uma "boa" convivência entre automobilistas e ciclistas, cingindo a "pontuais" os casos que o levam a pensar o contrário, como as "razias" de certos carros e a "falta de calma" a ultrapassarem velocípedes. Ainda nota "algum preconceito" em relação à bicicleta vindo de quem está ao volante de um carro. Reconhece serem de "louvar" as alterações que entram em vigor em Janeiro, lembrando, contudo, a "urgência" de aplicar medidas de acalmia do tráfego em certos locais da cidade - com a criação de zonas com o limite de 20 ou 30 km/h.
Não se muda por decreto Todos os problemas mencionados são colocados por Ana Pereira no mesmo saco: no das situações de desrespeito, que acontecem tanto "quando se circula a pé ou de carro", defende a cofundadora da Cenas a Pedal.
Sentada na bicicleta, Ana também critica os condutores quando o tema são ultrapassagens. Mas do lado inverso. "Não se sabem chegar para a direita nos congestionamentos, para permitir a ultrapassagem dos veículos de duas rodas", explicou, sublinhando que "quase todos os ciclistas também são, num momento ou outro, automobilistas". A "negligência" e "ignorância" foram os adjetivos que colou aos condutores, embora salientando, como Paulo, que o "desrespeito ativo" é algo que por "raras" vezes deteta.
E pode a 13.a alteração ao Código da Estrada erradicar de uma vez tudo isto? Ana responde com um "não" desconfiado, pois "não se mudam comportamentos por decreto". Falta a divulgação. O i quis testar as suas palavras e as respostas deram-lhe razão: só nove de 30 pessoas inquiridas online, entre os 23 e os 56 anos, admitiram estar a par de que o CE vai ser alterado, com apenas três delas a conseguirem identificar uma mudança em concreto. Além da divulgação para fazer chegar aos cidadãos "o que mudou", Ana enalteceu o fator educação, "saber o que mudou e porquê", e da fiscalização, para "[o cidadão] saber que, se não cumpre, há consequências". Ainda assim, diz, "as grandes mudanças estão feitas".
Do lado dos automobilistas há até uma voz que antevê um aumento do número de acidentes rodoviários devido "à permissividade que os ciclistas terão" com as mudanças na legislação. Carlos Barbosa não tem dúvidas: "Esta nova lei vai permitir que haja muito mais desastres e ciclistas a serem derrubados", antecipa o presidente do Automóvel Clube de Portugal (ACP), ao criticar a nova permissão de os ciclistas "andarem lado a lado".
Em 2012, a Autoridade Nacional da Segurança Rodoviária contabilizou 1487 acidentes nas estradas envolvendo velocípedes - o equivalente a 3% da sinistralidade rodoviária em Portugal nesse ano. Nas estradas, o dirigente estima que "o convívio são" entre carros e bicicletas demore "algum tempo a chegar" e argumenta que Portugal não tem "tradição de ciclismo" e "as vias" do país "não foram construídas para andarem ciclistas".
Quem não vê problemas de maior é Ricardo Cruz. No Porto, o conta-quilómetros das suas pernas chega, em média, aos 600 km por mês, espalhados por pedaladas diárias onde diz sentir "um enorme respeito pelo condutor de bicicleta". O membro da MUBi (Associação para a Mobilidade Urbana em Bicicleta) não gosta dos termos "ciclista "e "automobilista", evitando-os por parecerem "seitas rivais" e por "não sentir que haja um clima de guerra". Pelo menos nas "estradas urbanas"; nas palavras, é outra coisa.
MM

sábado, 15 de setembro de 2012

Nova legislação para prevenir acidentes com bicicletas.

Nova legislação para prevenir acidentes com bicicletas.

O número de acidentes a envolver bicicletas tem vindo a aumentar. Só no ano passado morreram vinte e nove ciclistas nas estradas nacionais. Com o crescente aumento de portugueses a usar este veículo, o governo está a preparar nova legislação. O objectivo é aumentar a segurança na convivência entre ciclistas e automobilistas.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

4ª Maratona Barbaris - Altimetria e Locais Reforço/ Tempo.

Altimetria dos 45 km, com quatro abastecimentos, dois deles só agua.
Altimetria dos 70 km, com quatro abastecimentos, dois deles só agua. 
 O tempo para o dia 02 de Setembro, se não houver alterações...
Esperamos com estes dados têr ajudado em alguma coisa.



quarta-feira, 8 de agosto de 2012

S2R - Descanço pessoal.


Boas, a S2R - Portalegre informa os seus clientes que encontra-se encerrado de 13 a 18 de Agosto para férias e descanço do pessoal.
Mensagem recebido via Tmn.

domingo, 10 de junho de 2012

Falta de treino ou o excesso do mesmo.

O ciclismo tem como uma das características a longa duração, com a maior parte do tempo concentrando-se na faixa de baixa a moderada intensidade e, portanto, altamente dependente da capacidade aeróbia do ciclista.

E essa afirmação vale tanto para speed quanto para mountain bike e também – dentro do ciclismo – para sprinters e passistas. Por isso é importante levar isso em consideração na hora de determinar o método de treino.
Aqui demonstramos a falta de treino ou o excesso do mesmo, após queda da bike.
Isto tudo mesmo só para te desejar as melhoras caro colega
José Antonio Canhoto Branco.
 
MM

sábado, 17 de março de 2012

Modelo Tabela das medidas.

Boas pessoal, como é de conhecimento de quase todos os elementos do Ciclobtt, encontra-se nos vossos E-Mail a tabela para conferirem as medidas do novo equipamento, agradecia-se que fossem o mais rapido possivel a fazê-lo pois após  conferir ainda temos de esperar cerca de um mês até eles chegarem.

O meu muito obrigado a todos os interessados.
MM

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Condutor pagou portagem mais elevada por transportar bicicleta no tejadilho do carro.

Um mês depois do início do pagamento nas antigas SCUT, vários condutores queixam-se de estar a pagar uma portagem superior quando transportam bicicletas no tejadilho do carro, vamos têr atênção a esta reportagem.

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/article1217629.ece


MM

domingo, 9 de outubro de 2011

Pedido de desculpas

Venho por este meio pedir desculpas, pois a cada vez que metia uma mensagem, não reparei que o fuso horario estava num outro ( atlantico) mostrando assim um horario errado de quando eram metidas as mensagens. Agradeço assim ás pessoas atentas, que seguem este blogue, que me informaram do que se passava.
Aqui fica o meu OB.
Errar é humano.
MM

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

AS MELHORAS AO COLEGA - CARLOS SANDE -

VÊM OS ELEMENTOS DESTE BLOGUE DESEJAR AS MELHORAS AO NOSSO AMIGO E COLEGA DO PEDAL.
- CARLOS SANDE. -
QUE PARTIU O BRAÇO NUM PASSEIO REALIZADO EM S. VICENTE E VENTOSA.
A VÊR SE FICAS BOM DEPRESSA.
MM

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Esclarecimento

A pedido do Alvaro Branco, fez-se umas pequenas alterações no Blogue, espero que fique do agrado de todos.
MM

sábado, 2 de julho de 2011

DESABAFO

ESTAMOS NUMA FASE, EM QUE ESTÁ QUASE TUDO PARADO, UNS POR CAUSA DAS FÉRIAS OUTROS PORQUE ESTÁ MUITO CALOR. ATÉ OS NOSSOS EQUIPAMENTOS ESTÁ NUMA FASE DE...STAND BY.
TALVEZ POR FALTA DE INSISTÊNCIA.

MM

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Informação / Esclarecimento

Eu, mais conhecido por MM, ( Manuel Mouquinho) venho pedir desculpas pelos atrasos de algumas das postagens. Pois quando eu vou aos passeios, tiro fotos e quando chego a casa (mesmo algumas vezes sem vagar) arranjo tempo para as passar para aqui. Mas há pessoal que tira, mas não consegue arranjar tempo. Se o pessoal vem vêr as fotos que foram tiradas, e elas não estão aqui, a culpa não é minha.
Como por exemplo: dia 19; e dia 26 JUN.

Ficam assim ilucidados. OB
MM