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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Condutor fere ciclista com navalha na Granja

Um ciclista ficou ferido, esta manhã, na sequência de um desentendimento na rua Heróis da Pátria, na Granja, em São Félix da Marinha. Segundo O Gaiense apurou no local, o condutor, descrito como um homem de idade, terá perturbado um grupo de ciclistas que ali circulava. Os intervenientes no incindente envolveram-se numa discussão, acabando o condutor por utilizar uma navalha, ferindo um dos ciclistas.
Os Bombeiros Voluntários da Aguda prestaram auxílio com dois elementos e uma ambulância, com apoio da VMER de Santa Maria da Feira, que fez o transporte da vítima para o Hospital de Vila Nova de Gaia. A GNR de Arcozelo, que tomou conta da ocorrência, investiga o caso, pois, segundo garantiram os populares a O Gaiense, quando as autoridades chegaram, já o automobilista se tinha colocado em fuga.

Segundo apurámos, a vítima sofreu alguns golpes, não muito profundos.

Leia mais na edição deste sábado.

Quinta, 22 de Agosto de 2019 14:53
MM

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

BIKE ROUBADA

A imagem pode conter: bicicleta e texto

CONTADO NINGUEM ACREDITA.... 😡😡😠😠

ESTA BIKE FOI ROUBADA e POUCO TEMPO DEPOIS O DONO ENCONTROU A A VENDA...

😟😟1 TRABALHO 5 ESTRELAS😟😟
MM

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Acidente.

Portalegre:Morreu homem abalroado por carro quando seguia de bicicleta
A imagem pode conter: bicicleta
(Por Gabriel Nunes) - Morreu o homem que foi abalroado, quarta feira à noite, por um carro, quando seguia de bicicleta no IP2, próximo da curva da Penha, em Portalegre.
A vítima ainda foi transportada com vida para o hospital de Portalegre mas acabou por falecer num hospital de Lisboa para onde tinha sido evacuado devido à gravidade dos ferimentos.
O alerta para o acidente foi recebido às 21:42 de quarta feira pelo Comando Distrital de Operações e Socorro de Portalegre (CDOS).
As operações de socorro envolveram 17 operacionais, entre bombeiros e GNR, auxiliados por 7 veículos, bem como a VMER de Portalegre.
MM

terça-feira, 7 de maio de 2019

Homem apanhado na A4 a conduzir bicicleta com criança

Um homem, de cerca de 30 anos, foi intercetado pela BT da Maia, esta quarta-feira, ao início da noite, a conduzir uma bicicleta na A4 e transportando no cesto uma criança de dois anos.As pessoas que viram o homem na A4, próximo de Águas Santas, ligaram para as autoridades, tendo a BT da Maia, com a colaboração da Brisa, procedido à respetiva interceção.
O alerta foi dado às 20 horas desta quarta-feira, dia 01 MAio.

Um homem, de 30 anos e nacionalidade brasileira, foi intercetado pela Brigada de Trânsito da Maia, na quarta-feira, ao início da noite, a conduzir uma bicicleta na A4 e transportando no cesto a filha de dois anos.
O homem entrou na autoestrada, com a criança de dois anos, na zona de Areosa, no Porto. Seguia para Ermesinde, onde reside. 

Fez cerca de dois quilómetros até ser intercetado junto ao Túnel de Águas Santas, na Maia.
Segundo a BT da Maia, será realizado um auto de contraordenação, tendo o homem de pagar uma multa de 120 euros.
O alerta foi dado por volta das 20 horas, na quarta-feira, após algumas pessoas terem visto o homem na A4, próximo de Águas Santas.

MM

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Quando a estupidez humana não tem limites !

“Eu faço o que me apetece, eu pago para participar “
Foi desta forma que alguém reagiu à publicação, via Facebook, da organização do Gerês Granfondo alusiva ao facto de alguns dos participantes deitarem fora as embalagens e outros resíduos do abastecimento alimentar.

Logo de início esta espécie da família dos Australopithecus tem também outra frase digna de prémio nobel da parvoíce:
“Nas grandes voltas não jogam as embalagens?”

Foto retirada do Facebook: a organização do Gerês Grandfondo em trabalho de limpeza

Pois bem, vamos por parte :

Parte 1 (a positiva ) :
Começamos pelo melhor. A moda de andar de bicicleta. São cada vez mais aqueles que andam de bicicleta. Quer por necessidade, e escolhem a bicicleta para as suas deslocações diárias, quer por prazer e vão pedalar com os filhos com um atrelado ou num simples passeio no parque ambiental da localidade onde moram ou então por desporto. É de louvar.

Nesta última opção, a desportiva, a escolha é muita: passeios BTT, maratonas, provas de 24h e agora ultimamente os Granfondos. São vários e bons aqueles que se realizam todos os anos percorrendo as mais belas estradas e regiões do país.
Os Granfondos são talvez a melhor forma de nós, puros amadores, sentirmos as emoções e adrenalina das grandes competições profissionais. São as classificações, são os prémios, são as contagens de montanha, são os batedores da GNR, são os altifalantes, é o publico a aplaudir, é toda uma envolvente que só se consegue com o empenho e dedicação e alguma ousadia de quem organiza este tipo de evento. Afinal todos já nos “vimos” no cume do Alpe D’ Huez a erguer os braços e a celebrar uma grande vitória que só existe no nosso imaginário. E tão bem que isso sabe e tão saudável que é.

 Parte 2 ( a negativa)
Mas, como em quase tudo na vida, existe o reverso da medalha e o lado negativo desta massificação e “moda “dos Grandfondos . Acreditamos e sabemos que esta situação é a exceção, mas infelizmente ainda existe.

Algumas pessoas, o caso deste Australopithecusautor das frases descritas em cima, levam isto tão mas tão a sério que caem no cúmulo da estupidez e da indecência. São os chamados novos pseudo profissionais do ciclismo que não passam de patetas montados numa bicicleta.
Pensa esta gente que por ver os profissionais atirarem resíduos para o chão durante as “grandes competições”, atitude reprovável, mas que aos poucos tem vindo a diminuir, também eles devem fazer o mesmo. Na sua cabeça isso até é uma situação normal. No fundo é um requisito para o seu profissionalismo de sargeta.

Mas a situação até se torna caricata e estupida por esta questão: levam as barras ou o gel nos bolsos do jersey que pesa 40g. Ingerem. A embalagem pesa agora metade e é nesse momento que se desfazem dela da pior forma possível. Isto tem alguma lógica?  Pois bem não tem lógica é apenas estupidez, falta de civismo e um egoísmo atroz que envergonha qualquer pessoa.

Provavelmente e isto tudo só se deve passar na sua cabeça, fazem-no para não perder rendimento: para não baixar a média, para ter uma cadência elevada, para produzir mais watts etc etc etc ….todas essas coisas dos profissionais do pelotão .

Mas esta estupidez até pode ser resolvida. Claro que a melhor forma era pela parte educacional, mas que nestes casos parece já ser um pouco tarde. Não havendo tempo para ensinar nem compreensão mental da outra parte para encaixar a ideia primitiva que “não devemos deitar lixo para o chão “a única solução é o castigo. Infelizmente. Há duas formas:

1-      Castigar pela violação do regulamento da prova, neste caso no Gerês Granfondo o regulamento é claro:

Art. 21 – Serão penalizados, em último caso com a desclassificação, todos aqueles que:

d) Não respeitem o ambiente, poluindo ou degradando o mesmo ao longo do percurso, seja pelo lançamento de desperdícios ou outros.

2- Castigar pela via civil : é crime poluir sítios naturais protegidos como é o caso do nosso único parque nacional : Parque Nacional da Peneda-Gêres.
Mata da Albergaria: Parque Nacional da Peneda-Gerês
 
Só assim estas situações podem diminuir, pois mudar a mentalidade destas pessoas será sempre uma tarefa hercúlea pois lá no quintalinho do seu cérebro serão sempre o Alberto Contador ou o Marco Pantani.

A meio da acesa conversa e em resposta a algumas observações não muito abonatórias à sua atitude , o nosso Australopithecus tem o seu ultimo comentário: “ Creche e aparece” . Pois bem , aqui está a prova que o seu lugar é numa cadeirinha de uma creche , a aprender as primeiras letras do abecedário e algumas  regras de bom comportamento , devagarinho , para ver se aprende .

Sim numa creche, pois no mundo das bicicletas esta gente não deveria ter lugar .

Rua, cartão vermelho direto!!!!

Boas pedaladas,

AT
Nota: uma palavra de gratidão à organização do Gerês Grandfondo pela atitude de limpar aquilo que o nosso Parque Nacional da Peneda-Gerês não merece ter. OBRIGADO.
MM

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Condutor foge depois de matar ciclista de 46 anos

Um ciclista, de 46 anos, faleceu ontem na sequência de um violento embate com um automóvel ligeiro, na zona de Santo Amaro da Bouça. 
O alerta para o acidente foi dado por volta das 19h00 e quando os meios de socorro – militares da GNR e operacionais da Cruz Vermelha de Maiorca – chegaram ao local, o ciclista já não apresentava sinais vitais, sendo que o automobilista se colocara, de imediato, em fuga. 
À hora de fecho desta edição, o condutor do automóvel já estaria identificado, mas não nos foi possível confirmar se ele se deslocou junto das autoridades ou se foi com base no relato de algumas testemunhas que os militares da GNR de Cantanhede o identificaram. 
Segundo apurámos, o acidente deu-se numa recta (que liga Santo Amaro da Bouça a Santana) e na altura, além de já estar de noite, fazia-se sentir algum nevoeiro. 
Algo que poderá ajudar a explicar o resultado dramático deste acidente. 
A vítima, João Pinto, de 46 anos, era um ciclista experiente, que circulava equipado. Aliás, fazia aquele circuito praticamente todos os dias àquela hora, segundo nos referiram alguns populares.
MM

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Ciclista morre baleado por caçador após ser confundido com javali

Marc Sutton era praticante de downhill e tinha 34 anos.

O britânico Marc Sutton, praticante de downhill, morreu perto de uma estância de esqui nos Alpes franceses depois de ter sido confundido por um caçador com um javali. O ciclista, de 34 anos, foi baleado e os serviços de emergência pouco puderam fazer quando chegaram ao local.

Segundo avança a imprensa britânica, o atirador, um homem de 22 anos, pode vir a enfrentar acusações criminais, pois aparentemente estaria a caçar ilegalmente e teria ingerido bebidas alcoólicas.

Sutton estava perfeitamente identificável, pois tinha um capacete e uma bicicleta de montanha coloridos. O acidente aconteceu ao entardecer, por volta das 18 horas de sábado
MM

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Prova de BTT do Festival Bike deixa um rasto de lixo

Organização tinha de limpar zonas de abastecimento rapidamente conforme indicou GNR.

A organização do Festival Bike no Cnema – Centro Nacional de Exposições desrespeitou as directrizes das autoridades, deixando várias zonas da Maratona BTT Festival Bike, que decorreu este sábado de manhã, como autênticas lixeiras. 

A organização não limpou os locais de abastecimento de água no percurso em zonas urbanas, como junto ao cemitério de Moçarria, bem como nos espaços florestais como demostra a foto, na zona de Azoia de Baixo.

Mais de 24 horas após a prova, que aconteceu este dia 8 de Setembro, todos os locais de abastecimento estavam pejados de garrafas de plástico e outro lixo, que deviam ter sido retirados assim que terminasse a maratona. 
O MIRANTE sabe que o licenciamento da prova foi emitido com a exigência da GNR de que os locais públicos afectos ao evento fossem limpos rapidamente.
Na zona onde foi tirada a foto que ilustra este artigo há garrafas de água espalhadas pela floresta ao longo de mais de 200 metros. 
Além da poluição, estes resíduos numa zona florestal influenciam o risco de incêndios.
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MM

sábado, 11 de agosto de 2018

Mataram Jay e Lauren ao 369.º dia

Jay e Lauren fizeram o que muitos já pensaram fazer: despediram-se do emprego e foram viajar pelo mundo. Deixaram os EUA em direcção a África, passaram pela Europa e seguiam agora pela Ásia. Queriam dar a volta ao mundo de bicicleta. Foram assassinados.

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Africa, Europa, Ásia. “Neste momento no Tajiquistão.” Jay Austin e a namorada Lauren Geoghegan estavam naquele momento no Tajiquistão, no centro da Ásia, entre o Afeganistão, o TurcomenistãoUsbequistão, Quirguistão e China. Ali era difícil pedalar – e eles sabiam bem avaliar a dificuldade do terreno, há um ano que andavam de bicicleta pelo mundo -, fazia vento e frio, a altitude nas montanhas não deixava Lauren respirar. “Neste momento no Tajiquistão.” Já passaram dez dias desde que os mataram. No perfil em que partilhavam a viagem continua a mesma biografia: “Neste momento no Tajiquistão.”
Jay e Lauren, 29 anos, norte-americanos, deixaram os respetivos empregos para “viver o sonho”. Queriam viajar pelo mundo: ver elefantes no Botsuana, acampar no Malawi, fazer praia em Nungwi, no Zanzibar, ver as igrejas ortodoxas na Turquia ou subir até à vila de Sary-Tash no Quirguistão. Queriam e foram fazê-lo. Há duas semanas, quando atravessavam uma estrada a caminho de Danghara, no Tajiquistão, acompanhados de mais cinco ciclistas, um carro passou. Atropelou-os e seguiu em frente. Os corpos dos quatro ficaram estendidos no chão com as pernas entrelaçadas nas bicicletas. O condutor abrandou e inverteu a marcha, voltou a passar-lhes por cima. Assassinados.
Era o 369.º dia de viagem de Jay e Lauren. As outras duas vítimas mortais tinham nacionalidade suíça e holandesa. Segundo o ministro do Interior do Tajiquistão, citado pela imprensa internacional, seguiam no carro cinco pessoas que, após o atropelamento, saíram do veículo e atacaram o grupo com pistolas e facas. Dias depois, através das redes sociais, o Daesh reivindicou o ataque e assegurou que se tratava de “soldados do califado”. A embaixada dos EUA no país confirmou em comunicado que pelo menos um suspeito foi abatido e três detidos pelas autoridades.
“Iremos estar atentos a avisos, tendências e vamos sempre escolher os caminhos com menor risco, mas não vamos evitá-los de todo (obviamente, será impossível). A vida é quase sempre aborrecida e pouco aventureira em quase todos os lugares do mundo e não vamos excluir países simplesmente porque algo aconteceu ou porque o Governo norte-americano e o governo de determinado país não se dão bem”, escreveu o casal no blogue “Simply Cycling”, que criaram quando começaram a viagem. Não tinham medo do caminho que iam fazer mas prometiam ser cautelosos.
Tajiquistão aparentemente não seria dos locais que podiam causar mais problemas, aliás, 2018 foi declarado como “o ano do turismo” no país - e também por isso houve alguma cautela em usar a palavra ‘terrorismo’ para o que aconteceu. É frequente encontrar ciclistas estrangeiros pelas estradas do país.
Chapéu, 56 gramas. Tablet, 311 gramas. Jay e Lauren pesaram cada grama que guardaram nas malas quando saíram de Washington D.C. em julho do ano passado. Tudo o que levariam de casa seria carregado às costas e quanto mais peso mais difícil a viagem. Ainda mais quando era imprescindível o material de campismo, contaram os amigos ao “New York Times”, que esta terça-feira publicou um perfil do casal.

HÁ OUTRA FORMA DE VIVER

Hey amigos!

Grandes notícias. Dentro de seis semanas, a Lauren e eu vamos despedir-nos dos empregos e deixar DC para pedalar pelo mundo durante os próximos anos. Estou entusiasmado, mas é terrivelmente triste despedir-me de tantas pessoas bonitas que me são próximas há tanto tempo. Gostava de vos ver a todos ou falar ao telefone antes de ir embora, por isso digam se ou quanto vão estar por aqui!”

A 16 de maio do ano passado, Jay anunciava a despedida aos amigos. No perfil de Instagram que em breve se viria a tornar uma espécie de diário de viagem, deixou os detalhes gerais dos planos com a namorada: voar até à África do Sul, seguir de bicicleta até ao norte de África, chegar à Europa e rumar à Ásia. “E se conseguirmos chegar tão longe, depois Austrália e Américas.” Além de pedalar, planeavam deslocar-se algumas vezes de avião e barco, iam carregados com tendas e todo o material de campismo. Criar um blogue, fotografar com o telemóvel e publicar “sempre que houvesse rede” era rotina planeada.
Conheciam-se há quase 20 anos. Tinham daquelas histórias de miúdos que eram amigos durante a adolescência, cresceram juntos e um dia perceberam o que os unia. Licenciaram-se na prestigiada universidade norte-americana de Georgetown, emWashington. Jay trabalhava no departamento de habitação e desenvolvimento urbano, Lauren no gabinete de candidaturas da universidade.
Cansei-me de passar a maior parte do tempo à frente de um retângulo brilhante, de pintar os melhores anos da minha vida apenas em tons de beije e cinzento. Sinto falta dos vários pôr do sol a que virei as costas. Demasiadas tempestades ficaram por ver, demasiadas brisas ficaram por notar.” Dias antes de deixar o trabalho, Jay explicou no blogue aquilo que o fez querer mudar de vida. “Sei que há outra forma de viver. Tenho explorado isso e agora é tempo de me comprometer.”

Segundo o “New York Times”, Jay tinha a ambição de viver com o mínimo possível, livrar-se de tudo o que não era essencial. Construiu a sua casa com apenas 13 metros quadrados – o feito foi motivo de várias reportagens – e era vegetariano.
Os dois viajaram muito, para longe, quase sempre por muito tempo. Ela já passara o verão em Beirute, no Líbano. Ele percorreu os EUA de scooter, a Europa de comboio. Ela fora uma temporada para Madrid para aprender espanhol. Ele estivera uns tempos na Namíbia e conhecera a Índia.
Agora, na sua volta ao mundo, num dia normal pedalavam 40 quilómetros por dia; num dia em que era suposto só viajarem, chegavam a fazer 60. Contavam com pouco mais de oito mil dólares para um ano, 700 por mês, 23 por dia.
Se o caminho não tivesse sido interrompido, estariam agora algures num outro país. Jay e Lauren falaram em dar a volta ao mundo, pedalar durante mais um ou dois anos. “Mas só se estivermos a gostar.”
MM

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Condutor tenta atropelar ciclistas repetidamente


Condutor tenta atropelar ciclistas repetidamente.
 Momento de raiva na estrada foi filmado em Londres
Há condutores que parecem ter alergia a ciclistas, mas um condutor em Londres foi demasiado longe. Ao volante de um Audi A3, insultou e ameaçou um grupo de ciclistas. Quando disseram que a polícia estava a chegar, respondeu: "O carro é roubado", e acabou por fugir em marcha-trás a grande velocidade.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/insolitos/detalhe/condutor-ameaca-turistas?ref=HP_Insolitos
MM

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Ciclista morre em choque com automóvel em Pegões

Ciclista morre em choque com automóvel em Pegões Acidente rodoviário, cujo alerta foi dado perto das 03h00, ocorreu na Estrada Nacional (EN) 4.
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Um homem de 33 anos morreu hoje (05.08.18) de madrugada na sequência de uma colisão entre um automóvel e uma bicicleta, na Estrada Nacional 4, na zona de Pegões, concelho do Montijo (Setúbal), segundo a GNR. 
O acidente rodoviário, cujo alerta foi dado perto das 03h00, ocorreu na Estrada Nacional (EN) 4, na zona de Figueiras, perto de Pegões, indicou à agência Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal. 
As operações de socorro mobilizaram 17 operacionais e sete viaturas dos bombeiros de Canha, GNR e a viatura médica de emergência e reanimação (VMER) do Barreiro. 
MM