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domingo, 2 de setembro de 2012

4ª Maratona Barbaris Btt Team - Barbacena - Rescaldo.

Boas, mais um ano e cá estamos de novo a comentar o que se passou nesta maratona.
- Sim maratona, porque desta vez o CICLOBTT, levou 4 elementos Masculinos e 1 Femenino.
Alvaro Branco
Sonia Branco
Nuno Brita
Amadeu Carretas
Manuel Mouquinho



-Secretariado - Foi rápido.
-A partida - Foi a horas.
-Marcaçoes - Boas (Muitas fitas e elementos da barbaris). 
-Abastecimentos - Muitas aguas, e no reforço bolinhos secos; fruta e sumos.



Enfim foi uma maratona com algumas dificuldades, e muitas quedas, tambem com cerca de 400 BTTistas o que se havia de esperar...
 -Meta- Havia muita gente a assistir , o que é sempre bom para esta modalidade e para a localidade em si.
- Todos os elementos do CICLOBTT terminaram a prova e percorreram 51,9 km.
- Banhos- Melhorou em relaçao ao ano passado, apesar de o espaço ser o mesmo.
Muita agua quente e com bastante pressao.
- Almoço - Na mesa havia entradas variadas, o almoço foi: sopa, e hamburguers/ almondegas com esparguete e salada, conforme fotos.

 Três dos elementos ao almoço.
Sobremesas. Bom as imagens falam por si...
 Este ano sim senhora, tinham muita fruta elaborada.
Muitas aguas, sumos, cervejas (Imperiais) e vinho.
No final café e muitos sorteios de brindes.
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sábado, 1 de setembro de 2012

Biquínis Bondage, e Bikes.

Agora há uma campanha de publicidade.
Tudo bem então.
Todas as mulheres usam biquínis, vestidos e shorts curtos, enquanto exploram o mundo numa bicicleta, certo?
Ah, e não vamos esquecer um pouco de servidão, também. Hum, WTF? Isto, para vender uma moto? Bicicletas Johnny Loco. Sim, é certo loco.

Criado por Nova Mensagem Amesterdão, a campanha será veiculada na mídia impressa, exterior e online na Holanda, Espanha, Dinamarca, África do Sul e Austrália. Ele foi filmado na África do Sul pela publicidade e Kramers fotógrafo de moda Rene.

 

Record - 649 degraus em 43 minutos.

O colombiano Javier Zapata entrou para o Guinness, livro dos recordes, ao subir de bicicleta 649 degraus da "Piedra del Penol" em Guatapé, na Colômbia.
Esta façanha foi alcançada em 43 minutos.


Vilamoura tem sistema de bicicletas de uso partilhado.

Vilamoura dá mais um passo no sentido do seu crescimento em termos de qualidade de vida e de sustentabilidade ambiental.

  De facto, desde o dia 15 de  julho de 2012, tem disponível um sistema de bicicletas de uso partilhado, que permite a turistas e residentes um meio de transporte alternativo.

São 31 as estações localizadas em toda a área urbana de Vilamoura, totalizando 212 espaços de estacionamento seguro e 150 bicicletas para uso partilhado, durante todos os dias do ano.
Trata-se de um sistema único através do qual cada utilizador pode levantar e devolver a sua bicicleta em qualquer dos 31 postos, com um simples cartão pessoal.
A Inês Reis é a promotora do Vilamoura CYCLE CHIC pela alegria que transparece, pelo seu ar.
Sucesso das bicicletas de uso partilhado leva a prolongamento de horário

De 1 a 15 de Setembro pode utilizar as bicicletas de uso partilhado até à meia-noite, todos os dias.

Ao contrário do que tinha sido anunciado, e devido ao grande uso que residentes e veraneantes tem feito das bicicletas de uso partilhado, decidiu-se que o horário de utilização das mesmas pudesse prolongar-se, todos os dias, até à meia-noite, durante a primeira quinzena de Setembro. Anteriormente previra-se um horário entre as 8h e as 20h com início a 1 de Setembro.
Lembramos ainda que até ao final do ano, cada cliente da Inframoura pode adquirir um cartão grátis com um mês de oferta de utilização das bicicletas de uso partilhado sem qualquer custo e um carregamento anual no valor de 30 euros, com direito a utilizações ilimitadas por períodos máximos de 45 minutos.
A partir de 16 de Setembro, o sistema de bicicletas de uso partilhado funcionará, então, das 08:00 às 20:00.
Mantenha-se atento a todas as nossas informações. Convidamo-lo a visitar com a maior frequência o nosso site.
Vilamoura, reserva nacional de qualidade de vida.
Foto: Sucesso das bicletas de uso partilhado leva a prolongamento de horário

De 1 a 15 de Setembro pode utilizar as bicicletas de uso partilhado até à meia-noite, todos os dias.

Ao contrário do que tinha sido anunciado, e devido ao grande uso que residentes e veraneantes tem feito das bicicletas de uso partilhado, decidiu-se que o horário de utilização das mesmas pudesse prolongar-se, todos os dias, até à meia-noite, durante a primeira quinzena de Setembro. Anteriormente previra-se um horário entre as 8h e as 20h com início a 1 de Setembro.
Lembramos ainda que até ao final do ano, cada cliente da Inframoura pode adquirir um cartão grátis com um mês de oferta de utilização das bicicletas de uso partilhado sem qualquer custo e um carregamento anual no valor de 30 euros, com direito a utilizações ilimitadas por períodos máximos de 45 minutos.
A partir de 16 de Setembro, o sistema de bicicletas de uso partilhado funcionará, então, das 08:00 às 20:00.
Mantenha-se atento a todas as nossas informações. Convidamo-lo a visitar com a maior frequência o nosso site.
Vilamoura, reserva nacional de qualidade de vida.

Mais informações podem ser solicitadas à Inframoura, através do e-mail info@inframoura.pt ou através do telefone 289 310 650.

Vem aí o Opel que tem porta-bicicletas incluído.

Leve-as para todo o lado. O Carro pretende «oferecer uma nova perspetiva sobre a mobilidade nas cidades»
 
Já alguma vez viu um Opel com um porta-bicicletas incluído? Pois o novo ADAM vem já com este extra. O modelo tem estreia marcada para o Salão de Paris, que decorre de 29 de setembro a 14 de outubro.

«Liberdade urbana sobre várias rodas»: é assim que a Opel classifica este novo carro, uma vez que pretende «oferecer uma nova perspetiva sobre a mobilidade nas cidades», lê-se em comunicado.

O sistema de transporte de bicicletas é designado por FlexFix, «uma solução que dá aos utilizadores a possibilidade de articularem a sua mobilidade de forma versátil, entre as quatro rodas do automóvel e as duas de uma bicicleta».
Esse sistema está integrado no para-choques traseiro e «está permanentemente disponível». O dispositivo é apenas ajustado à mão, sem recurso a ferramentas. «Quando não é utilizado, basta empurrar o suporte para dentro do para-choques, tal como uma gaveta».

Mais: «Com mecanismo de bloqueamento, de forma a evitar roubos, o sistema consegue transportar uma bicicleta com peso até 30 kg, o que engloba também velocípedes elétricos.

Para o transporte de uma bicicleta adicional, a Opel disponibiliza um adaptador com capacidade até 20 kg. O FlexFix torna-se, assim, numa solução versátil de mobilidade que pode ser partilhada por duas pessoas».

Mesmo com as bicicletas montadas, o acesso à bagageira é simples, porque o FlexFix possui um mecanismo de inclinação.

Este carro pode ser personalizado com diferentes cores, quer para o exterior, quer para o interior, e vai aterrar no mercado português no início de 2013.


Zoomla.

Criada pelo designer Eric Stoddard do estúdio SpeedStudio Design, a Zoomla é outra bicicleta dobrável porém com o diferencial de ser dobrada, transportada e guardada com incrível facilidade. 

A bicicleta possui um mecanismo chamado ‘TorqSteer’ que substitui o volante tubular convencional para melhorar sua performance.
 É uma bicicleta que pesa apenas 5kg e pode ser completamente dobrada em apenas 2 segundos, portanto é uma das melhores alternativas no mercado de bicicletas dobráveis hoje em dia.

Bicimáquinas: máquinas com bicicletas usadas.

Maya Pedal é um projeto criado na Guatemala que tem por objetivo transformar velhas bicicletas em incríveis máquinas a pedal para realizar as mais diversas tarefas.
As Bicimáquinas como são apelidadas servem para mover um liquidificador, como descascador de milho, moedor, bomba d’água, descascador de nozes, máquina de lavar,
Eles também disponibilizam no site as instruções se você quiser montar uma bicimáquina.
A ONG Maya Pedal funciona na cidade de San Andrés Itzapa e aceitam doações de bicicletas principalmente dos EUA e do Canadá.

Bicicletas antigas: Uma Moda Que Não Passa.

A bicicleta como conhecemos hoje foi inventada na França, em 1860, por Pierre Michaux. Em 1865, ele inaugurou a primeira fábrica de bicicletas do mundo, a Biciclos Michaux. Imaginem o impacto deste produto na época, que nos encanta até os dias de hoje…
Aqui em nossa terras, imigrantes de origem alemã, italiana e suiça começaram a trazer as primeiras bicicletas em suas bagagens, ao aportarem por aqui, em especial no Rio de Janeiro, à época, a capital do Império. Estes eram os idos de 1870 e logo mais, em 1896, São Paulo ganhava o primeiro velódromo da América do Sul.
Assim, “as magrelas” já estão entre nós há muito tempo! E com isto, vieram também os colecionadores, restauradores ou alguém que quer possuir uma bicicleta antiga para passeios nos finais de semana. E isto tem sido o ganha pão de muita gente comprometida em preservar a memória e os costumes de uma época, e, acima de tudo, se divertir com estilo e nostalgia.
O perfil dos aficcionados por bicicletas antigas é bem variado. Principalmente hoje em dia, com o ressurgimento e a projeção das “fixas”, que são bicicletas minimalistas e lindas e que contém somente o necessário para se pedalar, sem marchas e as vezes até sem freios!
Há cerca de 7 anos, pessoas na faixa dos 40 anos começaram a se interessar e restaurar bicicletas brasileiras, muitas vezes em busca da referência e da sensação que estas traziam nos dias de sua juventude, marcando uma época de sua vida. Antes, o interesse era só pelas importadas, e as nacionais chegavam até a serem desprezadas por causa de sua alegada baixa qualidade. Ainda bem que as coisas mudam…
A moda das antigas já gera o surgimento de clubes, grupos e eventos. Em Curitiba, ocorre desde 2004 um rali exclusivo para as bikes antigas, organizado por Marcelo Afornali (www.bicicletasantigas.com.br). Em São Paulo, durante muito tempo, todo primeiro domingo do mês era palco para reunião das antigas na Estação da Luz. Tudo isto regado a muita conversa e pedal, obviamente!
Além disto, a internet tem contribuído muito para a reunião dos aficcionados, bem como para a “garimpagem” de peças e as vezes até da própria bicicleta. No Brasil mesmo temos vários sites e blogs dedicados ao assunto. Basta uma rápida procura no Google para ver um total de 265.000 resultados de páginas brasileiras! Se pesquisarmos no exterior, o universo se expande e muito!
Temos notícias de colecionadores que já fizeram mais de 150 restaurações! E todos são unânimes em afirmar que o que os move e estimula não é o dinheiro, e sim a paixão pelas bicicletas antigas.
E não são só as bicicletas que fazem parte deste universo. É comum encontrarmos colecionadores que também têm roupas, acessórios, componentes, revistas, catálogos da época, capacetes e sapatilhas, muitas vezes até ainda “na caixa”! Ao sábados, na USP (Universidade de São Paulo), tradicional reduto do ciclismo paulista, é comum encontrarmos um pelotão de “senhores” pedalando suas impecáveis bicicletas antigas, inclusive trajando vestimentas da época!
Não existe um caminho certo para a compra e/ou restauração de uma bicicleta antiga. Portanto, se esta for a sua “praia”, é necessária muita pesquisa. Uma coisa que costuma funcionar é entrar na “rede” de amigos dos restauradores, que trocam informações entre si, muitas vezes na base da amizade. Uma dica é buscar nas pequenas bicicletarias de bairro e de pequenas cidades do interior, que muits vezes possuem um componente ou até mesmo uma bicicleta inteira, muitas vezes na caixa, aguardando um dono…
Algumas marcas, inclusive, ainda mantém em produção modelos clássicos, como a Bianchi Pista (foto acima), ou a Schiwinn, cujo catálogo atual ostenta dois clássicos: a Stingray (em produção desde 19730) e a Black Phanton, lançada em 1955.

Stingray

Black Phanton
Quanto a valores, as bicicletas antigas não seguem as regras de preço como outras antiguidades que se norteiam por catálogos internacionais. Este mercado costuma seguir um princípio: quanto mais inteira e bem conservada é a bicicleta, menos se gasta. E quanto mais antiga e rara, mais cara ela será. E, obviamente, depois de toda restaurada, a bike ganha um outro valor, chegando a valer até US$ 10 mil no mercado internacional – o caso da americana Bowden Spacelander, uma bicicleta dos anos 50, que imitava o conceito de um automóvel!
E você, se animou a ter uma antiga? Em breve daremos por aqui algumas dicas de “garimpagem” e restauração. Que tal?

Bicicleta troca de mudança com pensamento.

Em abril, a japonesaToyota pediu a ajuda de especialistas em bicicletas para desenvolver um modelo inspirado no Prius, o badalado carro híbrido da marca. O protótipo do que isso significa pode ser visto na foto acima. À primeira vista, a PXP parece uma magrela comum. Não é. 
 
Para mudar de mudança, o ciclista só precisa usar a força do pensamento. Ou seja, se ele estiver a subir uma ladeira tem de pensar “subir a marcha”, e, como num passe de mágica, a bicicleta fica mais leve. O segredo está num capacete com neurotransmissores que leem o cérebro e conversam com um iPhone instalado no volante.

Quem não se acostumar com a ideia não precisa se preocupar: um aplicativo que analisa a cadência das pedaladas e o ritmo cardíaco ajuda a trocar de marcha. A PXP ainda não tem previsão para ser produzida em série.
Cá ficamos a espera...