sábado, 1 de janeiro de 2022
Il velo dell'anima
Hidratação.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2021
quarta-feira, 22 de dezembro de 2021
domingo, 19 de dezembro de 2021
Eh oh...
Eh oh...
Vous êtes où.. ?Le café est chaud....vous venez...?Je vous attend avec plaisir...A très vite....Bisouscoquins..La conteuse...
MM
domingo, 28 de novembro de 2021
sexta-feira, 26 de novembro de 2021
segunda-feira, 22 de novembro de 2021
sábado, 20 de novembro de 2021
terça-feira, 9 de novembro de 2021
O Caçador de Elefantes Invisíveis
Mia Couto volta a um género literário que pratica com reconhecida mestria desde a sua primeira obra em prosa, a coletânea Vozes Anoitecidas, que a Caminho publicou no já longínquo ano de 1987.
O Caçador de Elefantes Invisíveis recolhe sob este título, que é também o de um dos contos antologiados, as belas histórias que a revista Visão vem publicando mensalmente. Aproveitou a oportunidade para lhes dar uma demão, mais ou menos intensa aqui e ali, e presenteia-nos com um livro que está à altura das melhores obras que neste género se escreveram em língua portuguesa.
O estilo é sóbrio e preciso, os temas são vários e diversos, o lugar donde o autor vê o mundo e o retrata neste livro é tão amplo que nele cabe tudo. Entre a história do pobre velho, ou melhor, de um velho pobre que recebe em casa um enfermeiro em serviço de rastreio da covid 19, e, já no fim do livro, a conversa das estátuas que descem dos seus pedestais, descem e não são derrubadas, para conversarem sobre os males e os equívocos deste mundo, entre uma e outra destas histórias o leitor encontra personagens e cenas que não lhe sairão tão cedo da memória.
O Caçador de Elefantes Invisíveis é uma vez mais Mia Couto no seu melhor.
MM

















