Em todo lugar existe muita beleza e com a terceira idade não seria diferente.
Para comprovar isso, Erwin Olaf, um fotógrafo holandês, resolveu mudar a tendência das fotos sensuais feitas apenas com mulheres jovens e com corpos “sarados” para um ensaio sensual com mulheres idosas e o resultado foi incrível.
Todas as modelos do ensaio possuem mais de 70 anos e estão apenas de lingeries nas mais diversas poses ousadas.
E realmente, elas provaram que existe beleza nas “dobrinhas”, nos cabelos brancos, nas rugas e na idade.
Então, você que tinha medo e se sentia inseguro (a) sobre seu corpo, idade e o que for, se ame e se aceite, as lentes de milhares de fotógrafos estão prontas para te receber e contar uma história linda sobre você e o seu corpo.
Confira as fotos desse ensaio lindo e nos conte o que achou!
Há poucas situações em que uma mulher atinja níveis de sensualidade tão elevados como aquelas em que a vemos montada numa bicicleta.
Sim, montada, uma mulher não se limita a pedalar, ela domina a bicicleta, apaga-lhe quaisquer veleidades de destaque, cavalga-a com graciosidade ou fúria, mas é sempre ela que brilha na parelha máquina-mulher.
Escrevi este texto depois de me ter cruzado numa movimentada avenida de Lisboa com uma montadora de velocípedes profissional, calção curto, t-shirt curtíssima, rabo-de-cavalo selvagem, seios galopantes e pernas de gazela. Vocês percebem, tinha que escrever isto.
Para vos provar que o auge da beleza feminina se anuncia sobre o couro de um selim de bicicleta, incia-se aqui a série
Foi em 1895, quando o americano Ogden Bolton Junior obteve uma patente para uma bicicleta com bateria com seis varetas, coletor DC e um motor de cubo montado na roda traseira da bicicleta.
Essa patente foi a principal inspiração para que, apenas dois anos depois, Hosea W. Libbey projetasse uma bicicleta elétrica graças a um motor elétrico duplo localizado no centro da placa do eixo e cujo design é o ponto de partida para muitas bicicletas elétricas atuais.
Mas essas bicicletas tinham um problema: o tamanho e o peso de suas baterias.
Essas baterias de chumbo-ácido eram enormes: o equivalente a três quilos de lítio, que é o material atual, poderia ter 20 ou 25 quilos de peso.
Mas aí veio o petróleo…
O interesse em veículos elétricos diminuiu com a queda do preço do petróleo.
Foi assim que os motores a gasolina reinaram durante quase todo o século XX, juntamente com o total descaso para com o meio ambiente na época. Só em 1973, com a crise do petróleo, que os primeiros protótipos elétricos renasceram.
E levou mais um tempo para que a indústria, tanto do automóvel quanto da bicicleta, começasse a levar a sério a mobilidade. elétrica como uma solução para sufocar problemas de poluição.
Em 1975, o Japão e, mais especificamente, a empresa Panasonic, foram pioneiros na criação de um motor central para bicicletas.
Nessa mesma época também ocorreram duas mudanças fundamentais: a introdução de ímãs de neodímio, que são integrados em todos os motores de bicicleta elétricos atuais, e o enrolamento automático de motores.
A história de Sylvester H. Roper
Sylvester H. Roper(1823-1896) é considerado um dos pais do veículo a motor.
Na verdade, o que ele fez foi adicionar um motor a vapor a um velocípede.
Um prodígio da técnica que o levou à fama, mas também ao túmulo: durante um teste de velocidade em Cambridge (Massachusetts, EUA), ele foi várias vezes a um circuito com outros ciclistas, incluindo o corredor profissional Tom Butler, que não era capaz de combinar com seu ritmo.
Roper quebrou todos os recordes … pouco antes de perder o equilíbrio e sofrer um acidente.
A autópsia revelou que a causa da morte não foram os ferimentos causados pelo golpe, mas um ataque cardíaco. Talvez ele tenha se emocionado demais com o seu feito.
Um ícone de glamour e sensualidade que escurece com um toque de fragilidade e mistério.
Beleza e vulnerabilidade dar o epíteto de "perfeito".
A yang yin.
A loira Hollywood (Los Angeles, 1926) morreu exactamente há meio século atrás, em 5 de Agosto de 1962, aos 36 anos de idade.
Foi uma das actrizes mais rentáveis em Tinseltown, embora ela nunca foi classificado como a mais talentosa.
Em vez disso, ela foi considerado o símbolo sexual por excelência, graças ao seu cabelo loiro, sua figura e seus lábios carmim acentuada.
Apesar de suas inseguranças conhecidos no meio, ela apaixonou-se por grandes personalidades.
Embora talvez nunca se tenha amado com a mesma intensidade.
Aqui estão algumas imagens para apreciar seus passeios de bicicleta ...
Marilyn Monroe aandar de bicicleta com o seu terceiro marido, o dramaturgo americano Arthur Miller 13 de agosto de 1956 numa fotografia tirada por Harold Clemens.
Rubens partiu de sua cidade natal, com roupa de escuteiro, para ir pedalando rumo à que era na época a maior metrópole do mundo. Rubens Pinheiro foi um sujeito inquieto desde criança, quando suas estripulias eram punidas com castigos que levavam suas mãos à palmatória.
Quando cresceu um pouco, o baiano manifestou seu anseio por liberdade com uma fuga mal sucedida de casa. Depois, aos 16, resolveu ir andando de Salvador até o Rio de Janeiro.
A andança abriu caminho para uma aventura ainda maior: um inédito percurso de bicicleta de Salvador a Nova York.
Uma façanha que pode até não parecer tão inusitada nos dias de hoje, não fosse um detalhe: Rubens fez isso 90 anos atrás. Era 15 Março de 1927 e faltavam cinco meses para o jovem completar 18 anos. Medindo 1,70 m e pesando 65 kg, partiu de sua cidade natal, com roupa de escuteiro, para ir pedalando até o que era na época a maior metrópole do mundo.
Ele acordou cedo, despediu-se da mãe e da irmã, e foi para a porta do jornal Diário de Notícias.
Com direito a fogos, curiosos e cobertura da imprensa, um grupo de mais de 100 ciclistas lhe fez companhia no início do trajecto.
Entre 1927 e 1929, pedalando na sua bicicleta da marca alemã Opel, Rubens Pinheiro percorreu o continente americano num trajecto sinuoso de mais de 18 mil km, atravessando a fronteira de 11 países.