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domingo, 16 de agosto de 2015

Mais um tabuleiro ciclável.

Coimbra Vai Ter Tabuleiro Ciclável Na Ponte Açude.
Coimbra vai ter tabuleiro ciclável na Ponte AçudeA autarquia de Coimbra vai construir um tabuleiro ciclável na Ponte Açude, localizada sobre o rio Mondego, a jusante da Ponte de Santa Clara.
A notícia é avançada pelo Público que refere que o programa preliminar da construção – aprovado por unanimidade – prevê que a estrutura de 190 metros de comprimento e 2,4 metros de largura tenha um custo de 300 mil euros. A autarquia não avançou ainda uma data para a conclusão da obra.
Uma das alternativas mais económicas era a utilização do corredor técnico da Ponte Açude, que serve também de represa, ficando a cargo do município a protecção das zonas técnicas de pessoas não autorizadas. No entanto, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) deu um parecer negativo a esta opção.
O vereador Paulo Leitão (PSD) ainda referiu um cenário previamente estudado em documentos camarários. A solução a curto prazo passava pela criação de uma só via para o trânsito automóvel, sendo que a de longo prazo passaria por uma travessia exclusivamente pedonal entre a zona hoteleira da margem Norte e a zona da Escola Silva Gaio, na margem Sul.
Manuel Machado explicou a dificuldade de executar o plano de longo prazo com o facto de um projecto desse género requerer uma intervenção com um custo demasiado elevado. “Teria que se mexer com outras componentes” garantiu, como o desassoreamento do rio Mondego e a recuperação dos muros que compõem as margens, com um valor estimado de 16 milhões de euros. “Esta foi a solução encontrada com a APA, com o ITeCons [organismo ligado à universidade que efectua estudos nas áreas de construção e ambiente] e com os técnicos da câmara”, esclareceu.
Coimbra vai construir tabuleiro ciclável na Ponte AçudeO autarca avançou ainda que a câmara está a “diligenciar a aquisição do único terreno que falta” ao município entre a Ponte de Santa Clara e a Ponte Açude, para que seja concluído aquele troço ciclo-pedonal. Esta intervenção permite ligar o percurso à Mata Nacional do Choupal.
Em declarações ao Público, Miguel Figueiredo, do movimento de cidadãos Coimbr’A Pedal, explica que, apesar de “ver com bons olhos todas as intervenções que melhorem a qualidade para andar a pé e de bicicleta, podia haver algumas soluções mais económicas”. Uma das alternativas avançadas pelo movimento é o corte parcial do tráfego automóvel no tabuleiro inferior da ponte que, actualmente, tem circulação nos dois sentidos.
A limitação do tráfego de acordo com os “sentidos pendulares dominantes” (aberta no sentido da entrada da cidade de manhã e no sentido de saída da parte da tarde) poderia, de acordo com Miguel Figueiredo, configurar uma solução.
O movimento Coimbr’A Pedal entende que o valor investido neste projecto poderia ser direccionado para um conjunto de “pequenas intervenções” como estacionamento para bicicletas em vários pontos da cidade, sinalização específica, partilha das vias com as destinadas a transportes públicos ou espaços destinados a bicicletas nesses transportes.
MM

Marquês foi reservado para 9 de agosto.

 ÚLTIMA ETAPA DA VOLTA FOI DISPUTADA NO MESMO DIA DA TÃO AGUARDADA SUPERTAÇA ENTRE BENFICA E SPORTING.
MM

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Bicicleta do Gustavo Veloso - vencedor da Volta a Portugal.

Bicicleta do Gustavo Veloso - vencedor da Volta a Portugal
Leilão solidário da bicicleta do Gustavo Veloso - vencedor da Volta a Portugal.

Descrição: BICICLETA CORRATEC CCT PRO DURA ACE: tamanho M, feita em fibra de carbono para máxima rigidez. Design exclusivo, super leve, super rápida e elegante. RODAS/CUBO: ZZYZX carbono completa aros 700c e transmissão Dura Ace. QUADRO: CCT Pro, tubo de alta pressão para construção do tubo em carbono japonês.

A D`maker associou-se à causa solidária da Associação Salvador e disponibilizou gentilmente a bicicleta do Gustavo Veloso para leilão.

A Associação Salvador tem como principais objetivos promover a melhoria das acessibilidades e desenvolver projetos que melhorem a integração e qualidade de vida das pessoas com mobilidade reduzida.

O valor angariado tem como destino construir uma casa de banho com acessibilidade para o Deviny, um menino com 10 anos que tem mobilidade reduzida que toma banho num alguidar.
Bicicleta do Gustavo Veloso - vencedor da Volta a Portugal
Visto em: https://www.esolidar.com/auction/detail/115-bicicleta-do-gustavo-veloso-vencedor-da-volta-a-portugal

MM

domingo, 9 de agosto de 2015

A MENINA PEDALA?

É ainda há por aí gente que não gosta de bicicletas!


MM

Bolsa e Bike.

Bolsa e Bike, combina?
Um dos maiores problemas femininos na hora de pedalar é o cabelo, mas um outro grande problema para quem utiliza a bicicleta como meio de transporte é  a questão de pedalar com bolsa. Não é toda mulher que curte sair pedalando com mochila (sem contar que é super desconfortável e as vezes o peso também), e ficamos naquela, será que dá pra pedalar de bolsa?
                   
Para quem tem bicicletada com cestinho agradeça, e muito… mas para quem não tem, uma boa opção  é  fazer adaptação para uso do cestinho que costuma ser presa no eixo da roda dianteira e na base do guiador, agora o pro para adaptar uma cestinha é que nem toda bicicleta dá para fazer a adaptação. Se você é que nem eu que a bicicleta não dá para colocar cesta nem bagageiro, ha algumas coisas que podem nos salvar.
                  
Eu particularmente pedalo todo dia com uma bolsa larga de alça transversal, e por ela ser larga não fica caindo na perna, mas o que me deixa em apuros é quando preciso levar alguma sacola quando venho do mercado que corre o risco de bater no pneu.
                  
             
             
A bicicleta possui alguns cantinho nelas que podemos colocar bolsas adequadas para bikes, que pode nos socorrer nas horas em que precisamos levar um monte de coisa mas que não da pra sair de bolsa.
                   
                
Existem várias opções, então escolham a que se adequa melhor a suas necessidades.

Ana M

Roupas leves e confortáveis.




Roupas leves e confortáveis dão um toque de 


romantismo ao passeio de bike

Pedalar pede roupas leves e confortáveis
Qualquer atividade física pede roupas confortáveis e leves, ainda mais com temperaturas elevadas. Para finalizar o Look do Dia desta temporada do Petrobras De Carona Com Elas, selecionamos alguns modelos para você arrasar neste verão, de uma forma simples, leve e sensual. Confira:

O short de um tecido leve e solto no corpo cai bem com uma camisa de botão de manga curta, bem soltinha
O short de um tecido leve e solto no corpo cai bem com uma camisa de botão de manga curta, bem solta.

A bicicleta é a menina dos olhos. O rosa é a cara da feminilidade, e o pink está em alta nesta estação. O short de um tecido leve e solto no corpo cai bem com uma camisa de botão de manga curta, bem soltinha também. O toque final é um nó na altura da cintura. Se não quiser usar um tênis, lance mão da sapatilha, de qualquer estilo, cor e textura.
Blusa com renda ou bordada também estará em alta nas vitrines. A peça também pode ser encontrada em brechós e armários da vovó, e repaginada da forma que você quiser, como desfiar levemente as bainhas das mangas
Blusa com renda ou bordada também estará em alta nas vitrines. A peça também pode ser encontrada em brechós e armários da avó, e repaginada da forma que você quiser, como desfiar levemente as bainhas das mangas 

Blusa com renda ou bordada também estará em alta nas vitrines. A peça também pode ser encontrada em brechós e armários da vovó, e repaginada da forma que você quiser, como desfiar levemente as bainhas das mangas. Combine com um short leve, de cor forte, para contrastar com a leveza do branco. Brincos, colares e pulseiras extravagantes podem ficar fora para este passeio de bike num lugar tão pitoresco e natural.
A camiseta coral mostrando o abdômen dá um ar sensual ao visual, combinado à leveza romântica do short floral
A camiseta coral mostrando o abdômen dá um ar sensual ao visual, combinado à leveza romântica do short floral 

Em temperaturas altas, cores quentes e vibrantes compõem o look. A camiseta coral mostrando o abdômen dá um ar sensual ao visual, combinado à leveza romântica do short floral.
O macaquinho aberto para ser usado com camisetas também é uma das apostas para o verão
O macaquinho aberto para ser usado com camisetas também é uma das apostas para o verão 

Jardineira, aí vamos nós! O macaquinho aberto para ser usado com camisetas também é uma das apostas para o verão. A estampa de abacaxi faz referência ao nosso clima tropical que, só em olhar nos remete ao frescor das nossas matas. Por baixo, você pode combinar com cores também cítricas, como o amarelo que veste a modelo, ou o verde-limão ou mesmo o laranja.
As roupas escolhidas para este look podem ser encontradas em lojas de departamento em qualquer shopping da cidade.

Leia mais: http://extra.globo.com/projetos-especiais/de-carona-com-elas/roupas-leves-confortaveis-dao-um-toque-de-romantismo-ao-passeio-de-bike-14927049.html#ixzz3VlU8oTfj


Ana M

Elogio simples da bicicleta.




Durante dez anos fui para o trabalho de bicicleta – tal como milhares de outros parisienses. No Verão como no Inverno: a felicidade do corpo em movimento, da presença directa no mundo, da mudança de perspectiva... Recordemos Alexandre O’Neill:

Redescubro, contigo, o pedalar eufórico
pelo caminho que a seu tempo se desdobra
reolhando os beirais – eu que era teórico
do ar livre – e revendo o passarame à obra.
(Elogio barroco da bicicleta)

Quando acaso em Lisboa falo disto, alguns não acreditam e os outros contestam:

- Com tanto frio e chuva?!

Ora bem... O frio e a chuva não incomodam mais os ciclistas do que os peões e, que eu saiba, pouca gente se confina em casa por chover ou fazer frio. Acima dos zero graus, logo que pedalamos, entra em funcionamento o nosso sistema pessoal de aquecimento. É verdade que, abaixo dos zero graus, sentimos frio na cara; no passado mês de Dezembro, em Paris, após uma hora de pedalagem, eu tinha a cara entorpecida. No entanto, sobretudo em Lisboa, estas temperaturas são raras. E a chuva, ao contrário do que se pensa, também não representa inconveniente terrível, embora exija prudência, por diminuir a visibilidade e tornar o piso escorregadio. Mas é um perigo raro. Durante vários anos, registei as molhas apanhadas na ida, entre a casa e o liceu, do dia 1 de Setembro, quando começavam as aulas, ao dia 5 de Julho, quando começavam as férias: o máximo foram dez. Claro que, cada ano, chovia mais – porém não exactamente no momento em que eu pedalava. Nas raras vezes em que chegava ao liceu molhada: sacudia o blusão, mudava de calças (tinha sempre outras no cacifo) e, ao fim de cinco minutos, encontrava-me tão operacional como qualquer colega que fosse de carro. No fim de contas, como Alexandre O’Neill, com ou sem chuva: prefiro a prática à teoria do ar livre.

Em Portugal é o excesso de calor que, algumas vezes, me impede de circular de bicicleta; contudo, de manhã cedo ou ao fim da tarde, mesmo no Verão, é sempre possível pedalar. O meu problema em Lisboa é que não me sinto segura quando desço (ou subo) a Almirante Reis... Parece-me perigoso. Vejo os automóveis a passarem por mim: demasiado perto e demasiado depressa. Não são raros os que, por excesso de drogas ou velocidade, se lançam para cima de uma árvore ou de um painel publicitário. E um até pela estação do metro abaixo... Isto mais a linha do eléctrico, os buracos no alcatrão, as tampas disto ou daquilo desniveladas... Qual a esperança de vida de um ciclista nesta avenida? Vejo contudo, com admiração, bastantes que a sobem e descem...

Muita gente argumenta que Lisboa, com as encostas e escadinhas, não é uma cidade para a bicicleta. Concordo que não é fácil subir a rua de Angola; embora veja um ou outro ciclista fazê-lo. (Eu, nos metros que me parecem mais inclinados: caminho.) No entanto a maioria dos percursos lisboetas é fácil e pode ser quotidiana ou ocasionalmente percorrida de bicicleta – com resultados positivos não só na saúde dos ciclistas mas até dos restantes lisboetas: a bicicleta não polui.

A bicicleta torna-nos mais belos, mais fortes e, por conseguinte, mais bem dispostos. Representa uma terapia contra a obesidade, a diabetes, todos os males decorrentes dos nossos excessos alimentares – e não custa nada à segurança social. Devia ser recomendada pelo médico de família... E, ao contrário do automóvel, não nos separa dos outros; a solidão não é outra calamidade nas cidades?

A bicicleta é o meio de transporte de amanhã. No entanto hoje, sobretudo em Lisboa, continua um tempo de automóveis. Que invadem os passeios, envenenam os ares, atropelam os peões e custam muito caro na manutenção de ruas e construção de infra-estruturas. Recordemos o túnel do Marquês de Pombal. Por exemplo. (Claro que o automóvel é necessário; absurda é a sua utilização, quando não indispensável.) A câmara de Lisboa tem por isso feito o esforço muito apreciável de criar ciclovias. Existe uma do Cais do Sodré à Torre de Belém que facilita – e aumenta – a frequentação, não apenas da beira-Tejo, mas daquela parte da cidade. Eu ao CCB, ao Museu do Oriente, ao Museu da Arte Antiga, aos pastéis de Belém, vou de bicicleta; e, mesmo quando saio sem projectos, por haver a ciclovia, descaio para aquele lado da cidade. Temos outra ciclovia de Entrecampos ao Campo Grande. E um eixo Monsanto/Expo.

A distribuição das ciclovias mostra uma certa imagem da bicicleta: o lazer. É preciso começar por aqui. Todas as cidades europeias começaram pela bicicleta do domingo antes de passarem à bicicleta da vida quotidiana; mas não ponhamos de lado outra função da bicicleta: a de meio de transporte quotidiano. O preço da gasolina sobe? Experimentem fazer a totalidade ou parte dos trajectos de bicicleta. Em Paris, em Berlim, não faltam homens a pedalar com fato, gravata e pasta; e não deixam por isso se apresentar tão impecáveis como os outros. Claro que, se há encostas no trajecto, mais vale tomarem um duche... As melhores empresas põem à disposição dos empregados algumas cabines: custam-lhes mais barato do que os lugares de estacionamento e, ao mesmo tempo, estas empresas beneficiam da energia e boa disposição dos trabalhadores.

Não são poucos os ciclistas que vejo nas ruas de Lisboa; e mais seriam eles, se houvesse segurança. Por isso devem ser criados percursos que atravessem a cidade: por exemplo, um eixo Norte-Sul que ligue a ciclovia da beira-Tejo com a de Entrecampos.

Em Paris a tendência é, até agora, com frequência, a criação de falsas ciclovias: desenham no alcatrão uma bicicleta que não serve para nada. Em Lisboa há poucas ciclovias – mas são magníficas. Se há ciclovia, há segurança: tanto as crianças como os ciclistas pouco experientes podem pedalar à vontade.

Para além de contribuir para a nossa qualidade de vida, a bicicleta é igualmente um objecto estético e poético. Vinícius de Moraes chama centauresas às ciclistas. (Balada das meninas de bicicleta). A bicicleta transforma-nos não só em centauros mas igualmente em pégasos: dá-nos asas. Seja qual for a nossa idade, podemos seguir a injunção do poeta: Bicicletai, meninada.
Bicicletemos, então...



MM

O que é o Mountain Bike na sua vida?

Quem faz Mountain bike sabe o poder transformador que este desporto tem na vida das pessoas. 
Mas cada um tem uma forma de perceber e interpretar essas mudanças.
 O que o MTB significa para você?
Sobre o vídeo
Esse vídeo foi um projeto idealizado pelo PraQuemPedala, feito em parceria com o grande parceiro Marconi Ribeiro Trainamento Multiesportivo e apoiado pela Ford, que nos enviou os carros para que fizéssem o vídeo.
A ideia era juntar algumas pessoas e pegar o depoimento de cada uma, sobre o que o Mountain Bike significa em suas vidas. Imagino que cada um de vocês devam ter uma visão particular do que o desporto significa em suas vidas. Então, compartilhe com a gente.
Sobre a Ford.
EcoSport_01
A Ford nos pediu que fizéssemos um rápido comentário sobre o carro EcoSport e as suas características benéficas para quem curte o MTB.
Vou então falar aqui do ponto de vista de MTBiker, sobre o que eu achei do carro. Fomos fazer a Filmagem na Fazenda Taboquinha aqui em Brasília e ao invés de parar onde geralmente paramos, na “Vendinha”, onde ainda tem asfalto, descemos até a porteira de entrada da fazenda, que é necessário percorrer um bom trecho de estrada de chão, que estava bem esburacado e com um bocado de lama, por conta dessa chuva toda que tem caído.
EcoSport_02
EcoSport_03
EcoSport_04
A Ecosport passou com bastante facilidade pelos obstáculos. Já o Focus, que também aparece no vídeo, teve que ir com mais cautela. Pelo fato da Ecosport ser um pouco mais alta e ter pneus apropriados para andar na terra, ela é uma boa alternativa para ir para trilhas de acesso um pouco mais complicado. O carro tem controle de tracção e tal… Então ajuda até mesmo na lama e locais de cascalho solto.
Nós levamos uma bike tamanho “Large” dentro do carro (a da foto é “M”, mas a do vídeo é “L”) com os bancos rebatidos. Se tirar a roda dianteira cabe sem problemas. Mas se não quiser colocar a bike dentro do carro, sempre existe a possibilidade de se colocar um rack de teto, de engate ou até mesmo de step, já que ela tem essa pneu na porta do porta-malas.
EcoSport_05
Bom… Do ponto de vista ciclístico, essa é a análise do carro! :)

MM