quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Exercícios de construção muscular

 Um dos maiores desafios do ciclismo, quer pratique atletismo, estrada ou MTB, são os diferentes tipos de força. Conheça-os e comece a treiná-los

Os ciclistas Dana Feiss e Geoggrey Fryer exibem seus monstruosos músculos quadríceps
MM

Sempre a par do rio Alcoa, vai ser possível ir de Alcobaça à Nazaré a pé ou de bicicleta

Está pronto e aprovado pelos dois municípios o projecto de mobilidade suave que os vai ligar sempre a par do rio Alcoa, com caminhos pedonais, ciclovias e até um mini autocarro eléctrico. Mas faltam ainda os fundos comunitários que vão custear a obra. Será “um exemplo” para o país, diz o presidente da Câmara de Alcobaça.


O rio Alcoa nasce acima da localidade de Chiqueda, no concelho de Alcobaça. Pelo meio do seu curso, alcança a cidade e desagua a sul da Nazaré. Ao longo dos 14 quilómetros deste rio que, diz-se, ajudou a dar nome a uma cidade, será possível observar aves, dar um passeio a pé, de bicicleta ou até de autocarro eléctrico. O projecto de mobilidade suave para o rio Alcoa estará, se tudo correr como previsto, concluído em Maio de 2022. 

É um projecto conjunto dos municípios de Alcobaça e da Nazaré que assenta no reforço da ligação entre os dois territórios e que aposta, sobretudo, no desenvolvimento e valorização do espaço urbano e do património associado às linhas de água fluviais. Como? Na prática, melhorando as condições de acessibilidade e mobilidade nas zonas ribeirinhas, privilegiando a circulação pedonal e em bicicleta, numa tentativa de reduzir também a circulação automóvel. “O objectivo da candidatura é promover a mobilidade suave”, resume o presidente da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio (PSD), ao PÚBLICO. 


Numa primeira fase, explica o autarca, serão consolidadas as margens do rio Alcoa, para evitar que galgue os seus limites e cause inundações. Depois, o objectivo é “valorizar” o percurso natural traçado pelo rio. Serão construídas (ou restauradas) dez travessias em metal e em madeira ao longo dos 14 quilómetros que ligam Alcobaça à Nazaré. 

Serão também criados passadiços nas duas margens para caminhar ao longo do rio, ciclovias, espaços para a observação de aves, zonas de estadia e para parquear as bicicletas para quem quiser prosseguir o passeio a pé. Na chegada à praia, junto ao seu estuário, na Nazaré, será também construído um passadiço junto às dunas. 

Se se pode pensar que este é um projecto a pensar, sobretudo, em quem visita a região e na valorização turística do território, Paulo Inácio garante que esse não é o objectivo principal da empreitada: “Este é um projecto de mobilidade suave. Se depois as pessoas quiserem visitar eu não as proíbo”, sublinha. 

Tem antes como foco quem ali vive e se desloca diariamente. Entre as duas cidades, exemplifica o autarca, há várias áreas agrícolas e industriais, como a Docapesca, na Nazaré, a Sociedade de Porcelanas de Alcobaça (SPAL), ou as zonas industriais de Valado dos Frades. 

“Não nos agrada que haja carros a passar em caminhos agrícolas, onde estão os melhores solos do país, como é o Regadio da Cela”, diz o autarca. Se os caminhos pedonais ou cicláveis podem ser, para alguns, uma alternativa para deslocações diárias, as autarquias querem criar também outra alternativa: pôr a circular um autocarro eléctrico a ligar as duas cidades, retirando carros de caminhos secundários junto ao rio. 

É um projecto paralelo ao previsto para as margens do rio Alcoa, e poderá arrancar ainda antes de Maio de 2022. A ideia é que o autocarro passe a circular por caminhos agrícolas e municipais, paralelos ao rio, que são diariamente percorridos por automobilistas, que os procuram por serem mais directos. “Tivemos o apoio da associação [Associação de Beneficiários da Cela] e autorização para o autocarro eléctrico passar, de modo a evitar que sistematicamente os trabalhadores quer de uma cidade, quer de outra, andem em carros particulares”, explica o autarca. “As populações vão utilizar, não tenho dúvidas disso”.

Mas o município quer ainda ir mais além na exploração dos recursos que o rio oferece. “A cereja em cima do bolo é, numa segunda fase, arranjar uma [central] mini-hídrica que existe em Alcobaça para fornecer a energia necessária à circulação do veículo eléctrico”, avança o autarca de Alcobaça. “Creio que será um exemplo para o país.”

Investimento de cinco milhões de euros

Este projecto de “recuperação ambiental e mobilidade suave ao longo do rio Alcoa”, como descrevem os dois municípios, é já uma intenção antiga, tendo sido inclusive assinado um protocolo de parceria entre as duas autarquias a 9 de Abril de 2019. Desde então, foi sendo trabalhado o projecto de execução que recebeu, na passada segunda-feira, a aprovação por unanimidade, em reuniões dos respectivos executivos camarários (ver caixa). 

No protocolo aprovado pelas duas câmaras para a candidatura conjunta a fundos comunitários no âmbito do Programa Operacional Regional do Centro, está previsto um investimento global de cinco milhões de euros para a construção de infra-estruturas e de mais 160 mil euros para a compra de equipamentos. 

O município de Alcobaça terá o estatuto de promotor, sendo o responsável pela elaboração e submissão da candidatura. Já o município da Nazaré terá o estatuto de co-promotor, segundo refere um comunicado conjunto das autarquias. 

Uma vez que o projecto abrangerá maior área no território de Alcobaça, caberá a este município a fatia maior do investimento — cerca de três milhões de euros para assegurar a realização dos trabalhos de infra-estruturas. O restante ficará a cargo do município da Nazaré. “Os contactos que temos tido com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro são positivos, de que o projecto poderá ser aprovado. Só precisamos das garantias dos fundos comunitários para avançar”, diz Paulo Inácio. 

Em: https://www.publico.pt/2020/12/29/local/noticia/par-rio-alcoa-vai-possivel-ir-alcobaca-nazare-pe-bicicleta-1944564?fbclid=IwAR0s9AqYDMa9WWHx8Dw83XIpckJMuyxoCJIYXACJt3OQ8jJ5XXEFM4DsROI

MM

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Eiras Single Track

Caros amigos,

Após um ano de interregno, a Roda Pedaleira volta a organizar o Eiras Single Track, para todos os amantes dos Belíssimos Singles de Eiras.
Tendo em conta o contexto que vivemos, neste momento apenas podemos avançar para já com a data, pois ao longo dos próximos meses iremos estar atentos ao contexto social que nos vai acompanhando, pois estaremos sempre condicionados às recomendações da DGS para a realização do evento.
Para tal, só daqui a algum tempo se irá poder proceder às inscrições e obter mais informações, sempre em função do contexto da pandemia.
Até lá podem treinar e afinar as máquinas, para a nossa 12a edição.

São Mamede Granfondo - Arronches

 

Caros amigos,
Apesar do agravamento da situação epidemiológica e das consequentes restrições, que já levaram a DAP – Associação de Desporto e Aventura de Portalegre a adiar a sua edição de 2021 dos “Trilhos dos Reis”, estamos a trabalhar para que, em Junho, a edição do “São Mamede Granfondo – Arronches” seja realidade e sinónimo de uma grande festa para todos os apaixonados pelo ciclismo e pela beleza incomparável da nossa região.
Acreditamos que 2021 seja um ano de viragem e que esta se traduza no fim de uma pandemia que tem colocado em suspensos os sonhos e projectos de todos. Em 2021 voltaremos a ser felizes, no dia 13 de Junho voltaremos a fazer o que mais gostamos.


Shamir.

 
Em: 

MM


quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

TransAlgarve MTB Race 2021

 


MM

REGULAMENTOS APROVADOS PARA 2021

 A Direção da Federação Portuguesa de Ciclismo aprovou, no dia 30 de dezembro, os regulamentos que vão enquadrar a atividade desportiva em 2021.  As principais alterações estão relacionadas com as camadas jovens, criando-se condições para o início de atividade e para a progressão desportiva dos jovens praticantes.


Na estrada, destaca-se a criação da categoria Sub-23 J, que permite aos sub-23 de primeiro ano a competição, durante mais uma época, juntamente com os juniores, de modo a mitigar os efeitos negativos da época de 2020, que não permitiu aos juniores terem os dias de competição necessários para que todos pudessem evoluir de molde a enquadrar-se, de imediato, na categoria sub-23. Apesar de competirem juntamente com os juniores, os Sub-23 J não poderão correr os Campeonatos Nacionais e a Volta a Portugal Júnior, além de não pontuarem para a Taça de Portugal de Juniores.

Ainda na estrada, 2021 acolherá a primeira edição do Troféu Ribeiro da Silva, competição de regularidade, que funciona como Taça de Esperanças, juntando juniores e sub-23 no mesmo pelotão.

As principais modificações regulamentares no BTT estão relacionadas com a maior abertura para a entrada de jovens praticantes na disciplina de downhill (DHI). Assim, será permitida a participação, na categoria open, de praticantes com 15 ou mais anos. Prevê-se ainda a realização de eventos de iniciação do DHI para praticantes da categoria de iniciados.

Nas Escolas foi criada a possibilidade de, a nível regional, realizarem-se Provas Abertas de Iniciação, uma forma de jovens não filiados poderem experimentar a participação em provas de ciclismo da sua categoria etária, mediante a subscrição de um seguro diário.

Uma alteração com efeitos transversais a todas as vertentes e disciplinas, diz respeito às normas de atribuição dos títulos de campeão nacional. Nas categorias etárias UCI - de juniores até elite - será necessária a participação mínima de três ciclistas, no setor feminino, e de cinco, no setor masculino, para a atribuição de títulos de campeão. Nas restantes categorias etárias e no paraciclismo não há mínimo de participantes para atribuição de título.
Em:https://www.fpciclismo.pt/noticia/regulamentos-aprovados-para-2021?fbclid=IwAR2MTFGgSN5qsYQ7OmyUJglcyO08RpIibQFD1jvPYYFY1bNbEwFNogtCcn8
MM

VOLTA AO ALENTEJO ADIADA

 Prevista para entre 17 e 21 de março próximo, a Volta ao Alentejo 2021 irá ser adiada, para já sem nova data, devido à situação de pandemia de Covid-19, nesta altura a abranger todo o Alentejo.

«A dois meses de se realizar a corrida não existem condições para que possamos avançar. Iremos contactar oportunamente a Federação Portuguesa de Ciclismo e a Podium sobre a nossa decisão, mas realizar o evento no primeiro semestre é, desde já, impossível», avançou o presidente da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), Carlos Pinto de Sá, a A BOLA. «No caso de a situação evoluir favoravelmente, há todo o interesse em que a Alentejana vá para a estrada, mas em datas diferentes daquelas em que se tem corrido habitualmente. O mais seguro é procedermos ao adiamento da competição para uma data a definir entre todas as partes, reafirmando que, de momento, o seu cancelamento não se coloca», precisou o mesmo responsável, também presidente da Câmara Municipal de Évora.

Em: https://www.abola.pt/Modalidades/2021-01-05/ciclismo-volta-ao-alentejo-adiada/873811?fbclid=IwAR0pR3DDuHTwmw7VqnAW7pPq4PHsdJMYxd4ZvlMreupsJPspOR1y4Hhm8LU

MM



olha o pato

 


olha o pato
MM

Photo.

 


M.M.