sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Passeio de BTT

A imagem pode conter: texto
Integrado no evento Termas Ontem e Hoje
Passeio organizado por BTTermas com cerca de 25Km.

Inscrições gratuitas e obrigatórias.

Inscrições online em :https://goo.gl/forms/CzMjKWNaqH4gL28c2
Lista de inscritos:https://docs.google.com/spreadsheets/d/1OZ26f-vCwAdrEfEcfN5x5-LnD8WleftlJgeAmQE50aw/edit?usp=sharing

Outros locais de incrição
> Junta de Freguesia Termas de S Vicente (todos os dias).
> Nos dias do evento (7, 8 e 9 de Setembro) no stand BTTermas.

Mais informações: btt.termas@gmail.com

Contacto junta freguesia: jftermas.s.vicente@gmail.com
935 510 889
MM

XIX Trofeu Alves Barbosa.

A imagem pode conter: 1 pessoa, texto
MM

Fuck Yeah!

MM

Circuito Srª da Saúde em Ciclismo de Estrada

A imagem pode conter: 1 pessoa, texto
MM

Pedalada Solidária

A imagem pode conter: texto
Pedalada Solidária

Os TRILHOS DO MAR, CLUBE NATURA e SECÇÃO DE CICLISMO STELLA MARIS, juntam-se para realizar um Passeio de Ciclo-turismo Solidário e dar-te a conhecer diversos locais em torno de Peniche bastante interessantes.

Esta Actividade Solidária destina-se a angariar fundos que revertem na integra para a LIGA PORTUGUESA CONTRA O CANCRO, e insere-se no programa "UM DIA PELA VIDA"

A cada participante solicita-se a contribuição mínima de uma pedalada. 

O passeio será circular, com cerca de 40 km´s, começando e acabando no Pavilão Polivalente de Peniche, os terrenos que encontrarás será em alcatrão, estradões de terra batida e ciclovia num percurso de dificuldade baixa onde poderás contemplar locais como a Barragem de S. Domingos, a Papôa, o Cabo Carvoeiro, o Forte de Peniche, o Baleal, entre outra coisas.
MM

domingo, 12 de agosto de 2018

sábado, 11 de agosto de 2018

BTT Cabeços de S. Miguel 2018

Foto de Cabeços de São Miguel.
A Casa do Povo de S. Miguel do Rio Torto leva a cabo mais uma edição do Passeio BTT Cabeços de S. Miguel. Inserida no calendário de provas da Câmara Municipal de Abrantes, a edição deste ano realizar-se-à no dia 2 de Setembro de 2018 a partir das 9:00 horas. 

A prova será dividida em duas distâncias: 25 Kms e 45 Kms aproximadamente, ao longo dos bons trilhos que a aldeia tem para oferecer.

Em simultâneo, será também realizado uma caminhada na distância de 12 Kms aproximadamente a ter início ás 9:15 horas.

A Casa do Povo compromete-se, como nas edições anteriores, a esforçar-se para poder oferecer a todos os participantes um óptima manhã de BTT e convívio. Contamos com a vossa presença.


Inscrições em:
https://goo.gl/forms/lKUmNAqwk2hvtVFm2

Lista de inscritos:
(Divulgada brevemente)

Mais informações:
E-mail: Cp-Smrt@hotmail.com 
Telefones: 241866136 / 962220564/969575619
MM

Mataram Jay e Lauren ao 369.º dia

Jay e Lauren fizeram o que muitos já pensaram fazer: despediram-se do emprego e foram viajar pelo mundo. Deixaram os EUA em direcção a África, passaram pela Europa e seguiam agora pela Ásia. Queriam dar a volta ao mundo de bicicleta. Foram assassinados.

Resultado de imagem para Mataram Jay e Lauren ao 369.º dia

Africa, Europa, Ásia. “Neste momento no Tajiquistão.” Jay Austin e a namorada Lauren Geoghegan estavam naquele momento no Tajiquistão, no centro da Ásia, entre o Afeganistão, o TurcomenistãoUsbequistão, Quirguistão e China. Ali era difícil pedalar – e eles sabiam bem avaliar a dificuldade do terreno, há um ano que andavam de bicicleta pelo mundo -, fazia vento e frio, a altitude nas montanhas não deixava Lauren respirar. “Neste momento no Tajiquistão.” Já passaram dez dias desde que os mataram. No perfil em que partilhavam a viagem continua a mesma biografia: “Neste momento no Tajiquistão.”
Jay e Lauren, 29 anos, norte-americanos, deixaram os respetivos empregos para “viver o sonho”. Queriam viajar pelo mundo: ver elefantes no Botsuana, acampar no Malawi, fazer praia em Nungwi, no Zanzibar, ver as igrejas ortodoxas na Turquia ou subir até à vila de Sary-Tash no Quirguistão. Queriam e foram fazê-lo. Há duas semanas, quando atravessavam uma estrada a caminho de Danghara, no Tajiquistão, acompanhados de mais cinco ciclistas, um carro passou. Atropelou-os e seguiu em frente. Os corpos dos quatro ficaram estendidos no chão com as pernas entrelaçadas nas bicicletas. O condutor abrandou e inverteu a marcha, voltou a passar-lhes por cima. Assassinados.
Era o 369.º dia de viagem de Jay e Lauren. As outras duas vítimas mortais tinham nacionalidade suíça e holandesa. Segundo o ministro do Interior do Tajiquistão, citado pela imprensa internacional, seguiam no carro cinco pessoas que, após o atropelamento, saíram do veículo e atacaram o grupo com pistolas e facas. Dias depois, através das redes sociais, o Daesh reivindicou o ataque e assegurou que se tratava de “soldados do califado”. A embaixada dos EUA no país confirmou em comunicado que pelo menos um suspeito foi abatido e três detidos pelas autoridades.
“Iremos estar atentos a avisos, tendências e vamos sempre escolher os caminhos com menor risco, mas não vamos evitá-los de todo (obviamente, será impossível). A vida é quase sempre aborrecida e pouco aventureira em quase todos os lugares do mundo e não vamos excluir países simplesmente porque algo aconteceu ou porque o Governo norte-americano e o governo de determinado país não se dão bem”, escreveu o casal no blogue “Simply Cycling”, que criaram quando começaram a viagem. Não tinham medo do caminho que iam fazer mas prometiam ser cautelosos.
Tajiquistão aparentemente não seria dos locais que podiam causar mais problemas, aliás, 2018 foi declarado como “o ano do turismo” no país - e também por isso houve alguma cautela em usar a palavra ‘terrorismo’ para o que aconteceu. É frequente encontrar ciclistas estrangeiros pelas estradas do país.
Chapéu, 56 gramas. Tablet, 311 gramas. Jay e Lauren pesaram cada grama que guardaram nas malas quando saíram de Washington D.C. em julho do ano passado. Tudo o que levariam de casa seria carregado às costas e quanto mais peso mais difícil a viagem. Ainda mais quando era imprescindível o material de campismo, contaram os amigos ao “New York Times”, que esta terça-feira publicou um perfil do casal.

HÁ OUTRA FORMA DE VIVER

Hey amigos!

Grandes notícias. Dentro de seis semanas, a Lauren e eu vamos despedir-nos dos empregos e deixar DC para pedalar pelo mundo durante os próximos anos. Estou entusiasmado, mas é terrivelmente triste despedir-me de tantas pessoas bonitas que me são próximas há tanto tempo. Gostava de vos ver a todos ou falar ao telefone antes de ir embora, por isso digam se ou quanto vão estar por aqui!”

A 16 de maio do ano passado, Jay anunciava a despedida aos amigos. No perfil de Instagram que em breve se viria a tornar uma espécie de diário de viagem, deixou os detalhes gerais dos planos com a namorada: voar até à África do Sul, seguir de bicicleta até ao norte de África, chegar à Europa e rumar à Ásia. “E se conseguirmos chegar tão longe, depois Austrália e Américas.” Além de pedalar, planeavam deslocar-se algumas vezes de avião e barco, iam carregados com tendas e todo o material de campismo. Criar um blogue, fotografar com o telemóvel e publicar “sempre que houvesse rede” era rotina planeada.
Conheciam-se há quase 20 anos. Tinham daquelas histórias de miúdos que eram amigos durante a adolescência, cresceram juntos e um dia perceberam o que os unia. Licenciaram-se na prestigiada universidade norte-americana de Georgetown, emWashington. Jay trabalhava no departamento de habitação e desenvolvimento urbano, Lauren no gabinete de candidaturas da universidade.
Cansei-me de passar a maior parte do tempo à frente de um retângulo brilhante, de pintar os melhores anos da minha vida apenas em tons de beije e cinzento. Sinto falta dos vários pôr do sol a que virei as costas. Demasiadas tempestades ficaram por ver, demasiadas brisas ficaram por notar.” Dias antes de deixar o trabalho, Jay explicou no blogue aquilo que o fez querer mudar de vida. “Sei que há outra forma de viver. Tenho explorado isso e agora é tempo de me comprometer.”

Segundo o “New York Times”, Jay tinha a ambição de viver com o mínimo possível, livrar-se de tudo o que não era essencial. Construiu a sua casa com apenas 13 metros quadrados – o feito foi motivo de várias reportagens – e era vegetariano.
Os dois viajaram muito, para longe, quase sempre por muito tempo. Ela já passara o verão em Beirute, no Líbano. Ele percorreu os EUA de scooter, a Europa de comboio. Ela fora uma temporada para Madrid para aprender espanhol. Ele estivera uns tempos na Namíbia e conhecera a Índia.
Agora, na sua volta ao mundo, num dia normal pedalavam 40 quilómetros por dia; num dia em que era suposto só viajarem, chegavam a fazer 60. Contavam com pouco mais de oito mil dólares para um ano, 700 por mês, 23 por dia.
Se o caminho não tivesse sido interrompido, estariam agora algures num outro país. Jay e Lauren falaram em dar a volta ao mundo, pedalar durante mais um ou dois anos. “Mas só se estivermos a gostar.”
MM

Deborah Kerr

Deborah Kerr fica de bicicleta.
MM

Rose

MM

Homer Simpson.

MM

Miss Eugenia and Sister Cherry.

Foto de Manuel Mouquinho.
MM

Pose ao por do sol.

MM

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Maratona BTT de Valença

Propomos a todos os BTT'istas este desafio para o dia 16 de Setembro, a Maratona BTT de Valença com a partida e a chegada na cidade de Valença, dois percursos com diferentes distancias e proporcionais graus de dificuldade, Maratona com 65 km e a Meia Maratona com 45 km.
MM

Miss Kitten



🚲 
Foto de Pin Up Essentials.
Gals and Bicycles 
🚲
Model: Miss Kitten 
Photography: Intimate Studios
MM

Não gosta de malhar? Treino de bike também pode gerar hipertrofia

Estudo liderado pelo professor Paulo Gentil diz que um treino de ciclismo que recrute o máximo de fibras musculares até a falha também pode resultar em significativo ganho de massa muscular
Bikers Rio pardo | Artigo | Não gosta de malhar? Treino de bike também pode gerar hipertrofia
Para muitas pessoas, fazer musculação pode ser algo similar a uma sessão de tortura. 
Mas se o objectivo é definir o corpo e ganhar massa muscular, não tem muito jeito, certo? 
Errado. Estudos feitos pela equipa do professor Paulo Gentil têm mostrado que outros desportos também podem ser eficientes neste sentido. 
Na verdade, segundo o doutor em Ciência da Saúde e docente na Universidade Federal de Goiás, não importa o que você vai fazer, mas sim como vai fazer. Ele acredita que um treino de ciclismo que recrute o máximo de fibras musculares até a falha também pode resultar em significativa hipertrofia.
Então é só sair pedalando por aí para ficar mais forte? 
Não é bem assim. 
É preciso fazer esforço. 
Paulo Gentil explica que a dinâmica dos treinos de pedal para este fim é bem parecida com a usada na musculação.
 Eles devem ser repetidos três vezes por semana, uma vez que no ciclismo o músculo não sofre muitas microlesões e precisa recuperar apenas a reserva de glicogênio, o que acontece entre 48h e 72h.
- Se você costuma fazer quatro séries de leg press (aparelho para treino de pernas), por exemplo, pode substituir isso por quatro séries de ciclismo em que a pessoa fica 30 segundos pedalando o mais rápido que consegue e depois descansa quatro minutos, aproximadamente, pedalando em ritmo lento - ensina.
Claro que o ganho no ciclismo se dará nos membros inferiores, extremamente exigidos no esporte. 
Paulo lembra ainda que usar a bicicleta para treino de força pode ser uma solução para quem vive viajando e tem dificuldade para manter as actividades em dia.
- Quando você viaja consegue facilmente um lugar para trabalhar os braços. 
Você pode fazer flexão, arrumar uma academia de hotel, mas é muito difícil encontrar equipamentos para perna. Então, se tiver uma bike, horizontal ou vertical, é só encher de carga e pedalar forte por 30 segundos. 
Você substitui seu treino. Isso abre mais possibilidades de treinos para as pessoas - comentou.

Mas como ganhar em vez de perder massa muscular se o ciclismo é um esporte de alto gasto calórico? 
O estudo da equipe de Paulo Gentil lembra que durante décadas a ciência diferenciou os exercícios de resistência dos cardiovasculares/aeróbicos, mas, o que se vê hoje em dia é que tanto um como o outro, quando feitos com um nível de esforço suficientemente elevado, vai usar o mesmo caminho metabólico e catalisar a mesma resposta de fadiga.

- Pela intensidade ser alta, ao mesmo tempo que existe alto gasto calórico, há a demanda para construção do músculo.
 É como se o corpo dissesse que o importante naquele momento é recuperar o músculo que está sendo usado e não ter reserva de energia.
 E aí o que você perde fazendo isso não é a massa muscular, e sim a massa gorda. 
E isso é um ponto importante. 
Foi o que aconteceu com as mulheres que pedalaram no nosso projecto, elas perderam massa gorda, mas não perderam massa magra. 
E aí há ganhos, dependendo da intensidade - afirmou o professor.
Pode-se dizer, portanto, que o estresse mecânico e metabólico que resulta de qualquer exercício com esforço elevado é suficiente para estimular hipertrofia desde que a síntese de proteína pós-exercício supere a quebra de proteínas.
- O que precisa ter de reposição nutricional é a ingestão adequada de carboidrato para repor o glicogênio que a pessoa perdeu nessa atividade e também uma ingestão adequada de proteína para poder construir massa magra.
E os benefícios dos treinos de bike vão muito além da hipertrofia. 
Eles também são eficientes para reduzir o risco de doenças cardiovasculares, aumentar a taxa metabólica no repouso, melhorar os perfis lipídicos do sangue, a pressão, a densidade óssea e reduzir a dor daqueles que sofrem de artrite. Assim, usar o pedal como treino de força para membros inferiores tem vantagens para aqueles que não gostam de musculação e também para os que amam pegar peso, mas não suportam atividades aeróbicas.
 

- Tem gente que odeia fazer aeróbico e pode ter os benefícios similares programando o treino. 
É simples. 
Se você gostar de pedalar, a gente consegue muitos benefícios na bike. Se você gostar de pegar peso, a gente consegue muitos benefícios na academia - disse Paulo.
 
Resumindo, o negócio é não ficar parado! 
Actualmente acredita-se que pessoas que desejam manter a saúde e a forma, incluindo ganho de força e hipertrofia, podem escolher entre uma grande variedade de modalidades desde que o esforço seja alto. Atividades tradicionalmente consideradas aeróbicas, como ciclismo, corrida e natação, por exemplo, dependendo do esforço empregado, podem induzir hipertrofia de maneira similar aos treinos de resistência, como a musculação.

Então, não gosta de pegar peso? Pegue sua bike e bons treinos!
Por: Eu Atleta
MM

BTT TASQUINHAS DA ILHA

A prova Passeio BTT integrada na edição de 2017 “Tasquinhas da Ilha” é organizada pela Inercia Sport Club com a colaboração da Comissão organizadora das mesmas.
A prova realiza-se em 02 de Setembro de 2018 às 09h00. A abertura da box para a linha de partida é ás 08h40, pelo que aconselhamos que os participantes estejam presentes com 1h de antecedência no local de partida;
A concentração terá lugar no Largo da Igreja da Ilha, local onde decorrem as tasquinhas e onde funcionará toda a logística associada ao evento, nomeadamente secretariado, partida e chegada;
Não haverá limite de inscrições;

A prova terá 3 percursos:
-45Km;
-30Km;
-15Km;

Escalões:
-Maratona-Geral-Juniores-Elites-Masters A, Masters B e Masters C – Geral Feminino;
-Meia Maratona-Geral-Geral Feminino;

As inscrições serão efetuadas exclusivamente on-line através do site www.recordepessoal.pt
Data limite das inscrições 29 de Agosto de 2018;
Aceitam se inscrições no dia da prova, cujo valor será de 10€.

Valor das inscrições:
-8 rodas
-15 rodas com sandes de porco assado no espeto nas Tasquinhas;
-7 rodas acompanhantes;
Está incluído no valor a inscrição, seguro (acidentes pessoais cujas coberturas funcionam só em caso de acidente durante o percurso da prova), abastecimentos e banhos;

Não haverá lugar a devolução do valor da inscrição a quem desistir participar no evento;

Percursos
Os atletas deverão respeitar as regras básicas de trânsito bem como as indicações dos elementos da Organização, devidamente identificados e que estarão distribuídos ao longo do percurso, nomeadamente nos pontos considerados críticos, não sendo da responsabilidade da organização o não respeito pelas mesmas.
Os percursos estarão devidamente balizados com indicações sinaléticas, apresentadas pela organização no Briefing antes do início da prova, que devem ser cumpridas pelos participantes;

Logística
A entrega de dorsais decorrerá entre as 07h30 e as 08h45. No dorsal constará o número atribuído ao participante, bem como o chip que irá permitir a cronometragem do tempo, pelo que se torna obrigatório que este o acompanhe até ao final do percurso.
Durante a prova haverá locais de abastecimento de líquidos.
Todos os participantes devem fazer uso do capacete, devidamente colocado durante todo o percurso.
Concluída a prova estarão disponíveis, para banhos, os balneários do Grupo Desportivo da Ilha que ficam num raio de 1km do local da partida/chegada.
O participante ao inscrever-se assume que reúne as condições físicas e psicológicas para participar na prova.
A Organização aconselha a realização de exames médicos regulares a todos os participantes.
A organização não poderá ser responsável, por qualquer problema de saúde ou doença súbita, que ocorra, antes, durante ou mesmo após o evento.
Os casos não previstos neste regulamento, assim como todas as eventuais dúvidas originadas pela sua interpretação e demais casos relacionados com a prova, serão analisados e decididas pela organização para a interpretação de regulamentos.
MM

Mostrando os músculos das pernas...

Foto de Godless Bitches.
MM

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Olhar desconfiado.

Foto de Paulo Dos  Santos.
"Andar de bicicleta faz com que percebamos detalhes nunca antes percebido por nós"
MM

Este é um dos heróis do dia. Rui Vinhas

Este é um dos heróis do dia. 

O ciclista da W52 FC Porto chocou contra um carro de apoio da Israel Cycling Academy na recolagem ao pelotão depois de um furo e ficou neste estado, muito mal tratado e com escoriações em diversas partes do corpo.
Sofreu imenso para completar a etapa, mas conseguiu-o fazer, depois de percorrer mais de 100 quilómetros assim, terminou a 9:11 do vencedor.
Porque amanhã é dia de descanso e quer continuar a ajudar os seus colegas de equipa. 
Antes de passar a linha de meta benzeu-se várias vezes, talvez a pensar como tinha arranjado forças para concluir a jornada ou talvez simplesmente grato por não ter sofrido ainda maiores consequências.
No final da etapa foi encaminhado para o hospital para se submeter a exames complementares. 
As melhoras Rui!
https://www.facebook.com/CamisolaAmarelaCiclismo/photos/a.1621829811399012.1073741828.1621819998066660/2120550228193632/?type=3&theater
MM