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sábado, 23 de junho de 2012

Tecnologia - Bicicleta com carregador USB.

 

Nós últimos anos, as bikes vêm sendo o ícone de muitas soluções para um mundo melhor em todos os aspetos. A preservação do meio ambiente é uma delas.



Sem muita conversa, apresentamos as bicicletas Starke 1 e 2, da empresa alemã Silverback, que criou um dispositivo que gera energia e transfere para uma porta USB, alimentando qualquer eletrônico compatível ao sistema.
Quem é doido por eletrônicos, com certeza vai adorar esta bike, que surge com o conceito e design urbano. A porta USB é alimentada por um dínamo do cubo, com sistemas especiais. Destaque a luz do farol, que também é alimentada pelo girar dos pedais.


A velocidade das pedaladas pode carregar a bateria de telemoveis, câmaras fotográficas e aparelhos de GPS, entre outros. Para facilidade e acesso rápido, o conetor da porta USB fica bem próximo ao volante, mais precisamente na tampa do avanço.


A bicicleta está disponível em dois tamanhos diferentes: Starke 1, com 12,5 kg, e Starke 2, que pesa 11,9 kg. Esse moderno modelo de bicicleta faz parte da nova linha da marca, que é voltada especialmente para ciclistas urbanos.
A data e nem o preço ainda foram divulgados pelo fabricante.
MM

Fotógrafo chinês manipula imagens e deixa pessoas flutuando sobre bicicletas.

O fotógrafo chinês Zhao Huasen, de 30 anos, fez uma série de fotografias em comunidade de seu país, onde pessoas parecem flutuar enquanto andam em bicicletas invisíveis.
bike5_mini (Foto: bike5_mini)
Boleia em bicicleta que não existe? (Foto: Zhao Huasen) 
As manipulações de Huasen podem parecer simples, por ser um recurso comum usado no Photoshop, mas o resultado é interessante.
bike4_mini (Foto: bike4_mini)
Bicicleta com cesta fica invisível após passar por edição (Foto:Zhao Huasen)
bike3_mini (Foto: bike3_mini)
Mulher passeia com bike que desaparece na imagem (Foto:Zhao Huasen)
bike2_mini (Foto: bike2_mini)
Sombra de bicicleta "entrega" manipulação da imagem com recursos de software (Foto: Zhao Huasen)
bike1_mini (Foto: bike1_mini)
Homem carrega menina em bibicleta invisível em rua da China (Foto: Zhao Huasen).
O resultado ficou no minimo divertido. Se você quiser conhecer mais do trabalho de Zhao Huasen basta ir e dar uma vista na sua galeria e inspirar-se nos seus trabalhos.

MM

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Liberdade, Tulipas e Bicicletas.

Liberdade. Talvez seja esta a palavra que melhor descreve a atmosfera que se respira na cidade de Amesterdão.
De facto a capital holandesa é um paradigma mundial no que se refere ao respeito pelas liberdades individuais de cada um, ali quase tudo é permitido e os dias correm tranquilos por entre as águas dos canais, o colorido das tulipas uma ou outra buzinadela de bicicleta.
Aqui, passado e presente convivem em harmonia, mas a verdade é que isto é ainda mais surpreendente se tivermos em conta que aquilo que em Amesterdão é presente, no resto do mundo será, quanto muito, um futuro mais ou menos próximo, afinal aqui as drogas leves são consumidas livremente nas coffee shops e a prostituição está legalmente exposta nas montras do Red Light District e as sex shops se multiplicam como cogumelos e o monumento gay se encontra lado a lado com a casa de Anne Frank. Esta realidade algo libertina para os mais conservadores, convive pacificamente com os testemunhos da Era Dourada, o período mais grandioso da história holandesa.

Não é por acaso que Amesterdão foi baptizada de "Veneza do Norte": Passeie de barco pelas calmas águas dos 160 canais que banham a cidade e contemple o melhor da sua arquitectura durante um passeio de cerca de uma hora em barcos que, na sua maioria lhe permitem assistir a espectáculos de jazz durante o percurso.

Conheça a Herança cultural do país em museus como Museu Van Gogh, o Rijksmuseum onde poderá admirar obras de nomes maiores da arte mundial, como Rembrandt ou Vermeer, ou o imperdível Museu de Anne Frank, o Museu do Teatro, o do Cinema e até o Museu da Cerveja(Heineken Brouwerij), da Canabis ou do Sexo!
Ainda no quarteirão dos museus pode apreciar a arte da joalheria na famosa Coster Diamonds e, fora desta zona, não perca o Amsterdam Historisch Museum, onde pode conhecer mais a fundo a história desta cidade, o Museu da História Judaica, o Museu naval ou o New Metropolis (um edifício da autoria de Renzo Piano), dedicado à ciência e à tecnologia.

Circule pelas ruas de Amesterdão de bicicleta, o meio de transporte oficial desta cidade, visite a Centraal Station, em estilo neo-renascentista, a Praça Dam , o Spui ou o Vondelpark, grandes parques cobertos de verde, animais e muitas actividades de ar livre, compre tulipas e delicie-se com as famosas batatas fritas com maionese. Amesterdão é feita de, sem dúvida, de pequenos prazeres: uma cidade para desfrutar com a maior tranquilidade e com um grande sentido de liberdade e respeito pelo próximo. Aproveite-a ao máximo!







Ana M

Share The Road.

Portugal tem um potencial significativo para se tornar num país de bicicletas. Beneficiamos de bom tempo, na maior parte do tempo, e uma razoável faixa de população gosta de pedaladas fim-semanais tanto na prática desportiva como mero exercício físico. Só que as desculpas para a recusa de trocar definitivamente o carro pela bicicleta são mais que muitas. A principal, porque é demasiado perigoso pedalar nas nossas estradas. Depois, que não existem infra-estruturas cicloviárias coerentes; que são escassos os espaços seguros de estacionamento para as bicicletas; que chove…! Ok, tudo fundamentos consideráveis, mas quanto às subidas e longas distâncias estamos conversados.
Encorajados pelas grandes percentagens de utilizadores de bicicleta em várias cidades da Europa (em Copenhaga cerca de 38% das viagens são feitas de bicicleta, por exemplo), os urbanistas destas cidades têm-se centrado em desenvolver vias de alta qualidade com a importante intervenção dos que utilizam a bicicleta. A implementação das estruturas, ciclovias e parques de bicicletas, têm um impacto potencialmente mais significativo do que o impacto das leis de trânsito na segurança de bicicleta. Em Groningen, muitas vezes chamada da cidade mundial número um da bicicleta, carros e bicicletas estão separados sempre que possível, e onde se encontram muitas vezes os ciclistas têm o direito de passagem ou há semáforos especiais para os utilizadores das biclas.
No nosso Código de Estrada, motorizados e velocípedes são definidos como veículos e algumas regras de trânsito aplicam-se em conjunto na utilização das vias rodoviárias. No entanto, um ensejo importante para quem partilha a estrada, o respeito mútuo, não vem legislado. O civismo é um pré-requisito para a segurança mas é a principal lacuna na estrada. Por exemplo, quando não está prevista a necessária folga que os veículos motorizados devem dar nas ultrapassagens aos velocípedes. Um veículo motorizado quando ultrapassa a 50 km/h já causa muita turbulência, suficiente para provocar instabilidade ao ciclista. O comportamento do automobilista, a velocidade e a proximidade com que executa a manobra, determina o grau de segurança no vulnerável ciclista.
Vários países regulamentaram uma distância mínima de ultrapassagem específica. Estas distâncias variam de 1 a 1,5 m. Em Portugal o Código de Estrada não prevê isso. A exigência de uma distância de ultrapassagem específica tornaria mais fácil a sua aplicação e coibição. Faria das estradas vias mais seguras para os ciclistas, em vez da vaga noção de “a ultrapassagem deve efectuar-se pela esquerda”, artigo 36º, e “deve manter distância lateral suficiente para evitar acidentes entre o seu veículo e os veículos que transitam na mesma faixa de rodagem”, artigo 18º! Obviamente que nem sempre isto é cumprido por todos os automobilistas e que a distância lateral é por vezes de difícil aplicação – ruas estreitas, veículos mal estacionados – no entanto, se todos os recém encartados estiverem cientes desta necessidade, aprendendo e respeitando a dar a tal distância lateral de metro e meio, aproxima o entendimento no trânsito e a segurança do ciclista será beneficiada.

MM

Como transportar sua bike

Embora a bicicleta seja um meio de transporte, é frequente a necessidade de carregá-la de um lugar para outro. Praticantes de Mountain Bike geralmente escolhem trilhas nos arredores – ou mesmo longe – das cidades, então o transporte seguro é algo fundamental.
Observo frequentemente bicicletas sendo transportadas de maneira inadequada, em suportes improvisados (ou quase, de tão mal feitos). Isso pode ocasionar uma variedade de situações desagradáveis, desde arranhões à pintura do carro (ou pior: da bike!!!), queda da(s) bicicleta(s) durante o transporte, ou multa por transporte inadequado de carga nas partes externas do veículo.
Existem muitas formas de transportar uma bike – no teto, em suportes adaptados na traseira (presos com fitas, no estepe ou no engate) ou dentro do carro.
Assim, não.
A melhor opção é, obviamente, dentro do carro, onde a bike fica mais protegida. No entanto, isso nem sempre é possível, porque tira o lugar dos passageiros e dificilmente dá para carregar mais de uma bike dentro do carro (a não ser que seja uma pickup ou Suv).
Mesmo existindo várias marcas de suporte, sendo fiel à filosofia do blog de que “quem paga mal paga duas vezes“, vou falar somente do Thule, especificamente do Thule de engate, que é o que eu acho mais prático. Ele é legal porque passa de um carro para o outro, independente do modelo, bastando instalar um engate para reboque padrão. Particularmente não gosto do suporte de teto (muita gente acha que são os melhores), porque sou meio desligado quanto a essas coisas e acho que esqueceria que as bikes estão em cima ao entrar em um pórtico ou garagem, por exemplo.
Ainda que não seja um produto barato, o Thule tem garantia de 5 anos – o que por si só já é um atestado de qualidade – e é um produto muito bem testado, como podemos ver no video no final do post. Existem vários clones no mercado, mais baratos, mas não conheço a resistência, e não sei se a economia vale a pena. Como dizia meu pai, “a economia é a base da porcaria“.
Ao comprar seu suporte, considere a qualidade, a adequação à legislação de trânsito e a praticidade de instalação. Suportes presos com fitas tendem a a arranhar a pintura do seu carro, então fique atento a isso também.
Apesar da excelente qualidade, os suportes não são concebidos para serem deixados eternamente instalados no carro, devendo serem retirados quando você não pretende transportar a bicicleta. Caso você os deixe “para sempre” instalados eles podem obstruir a placa e certamente sofrerão oxidação em algumas partes. Por isso, considere sempre a praticidade em instalar e desinstalar seu suporte, e até se ele se acomoda dentro do seu porta-malas, se você desejar guardá-lo assim.
Existem vários modelos Thule de engate. Eu uso o Thule HangOn 974, para 3 bikes – geralmente levo duas, e assim elas ficam mais espaçadas evitando arranhões. Se for levar 3, observe se há partes em contato e prenda espuma entre as bikes para não haver perigo de riscos nas bikes. Tubos de espuma (Sitaflex) usados para isolamento térmico de tubos de refrigeração (em ar condicionados tipo Split system) são ideais para isso, protegendo a bike com perfeição.
Abaixo apresento alguns modelos de suporte Thule para engate, a placa de luzes e o respectivo adaptador (comprado à parte). Veja outros modelos no site da Thule.
Esse é o que eu uso. Apesar de ter de parafusar a cada instalação, é simples e rápido.
Esse é para 4 bikes.
O Express 970 tem como ponto forte a facilidade de instalação (veja vídeo no final).
Ela pode ser amarrada, ou você pode comprar o adaptador 9761 para instalar com muita praticidade (em 30 segundos). Acho que vale a pena.
Com o adaptador 9761 a instalação da placa de luzes 976 pode ser feita com dois clicks.
A placa de luzes 976 é fundamental para não ferir a legislação de trânsito. Ela fica ligada na instalação do engate do reboque, numa tomada padrão.
Não podemos esquecer que a legislação de trânsito exige que a placa do veículo e as lanternas estejam perfeitamente visíveis. Assim, para evitar problemas, é importante adquirir, além do suporte, a placa de luzes e o adaptador para prendê-la no suporte. Veja no vídeo abaixo:


Ana M. / MM

Olhar na África: as bicicletas de bambu.

Bicicletas azuis, 2004
Inha Bastos ( Brasil 1949)
Óleo sobre tela,  90 x 130 cm
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No início deste ano, a Der Spiegel, publicou um excelente artigo de Andrea Reidl sobre bicicletas de bambu.  Guardei-o e nada melhor do que este momento de Copa do Mundo, com os nossos olhares no continente africano e hoje me lembrei do assunto.
Bicicletas de fibra de carbono e de alumínio estão definitivamente entre os itens do passado.  Hoje o melhor modelo manufaturado vem mais leve, mais forte, mais confortável e deixa uma pegada de carbono muito menor para um modo de transporte que está entre os mais desejados na preservação do meio ambiente.
Até hoje, o mais conhecido construtor de bicicletas de bambu is Craig Calfee, que mantém sua oficina na costa californiana.  Suas bicicletas têm um desenho fenomenal e dependem da produção de uma gramínea: o bambu.   Mas ele não é o único.  Hoje bicicletas de bambu são produzidas em muitos países africanos com bastante sucesso. 
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A bicicleta Calfee.–
Craig Calfee é em parte responsável pela própria competição, já que foi em Gana que fundou  o Projeto Bamboosero, — que é um projeto com apoio parcial do Instituto da Terra da Universidade de Columbia, que tem como objetivo ensinar os ganenses a construírem  uma bicicleta de bambu, e mais tarde até, quem sabe, abrirem uma pequena fábrica de bicicletas.   A facilidade do projeto está nos insumos.  O material é simples: bambu, que é encontrado em todos os continentes, no mundo inteiro, abundante.  Ele  precisa ser curtido por quatro meses antes de ser usado na fabricação das bicicletas; e como liga, fibras de cânhamo embebidas em resina são usadas para amarrar os tubos de bambu.   Mas o sucesso está também na eficiência, o bambu é leve e extremamente resistente.
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Bicicleta de bambu, detalhe.
Craig Calfee já construía bicicletas antes de desenvolver  o modelo de bambu.   Era já bastante conhecido por ter desenvolvido bicicletas de fibra de carbono para os maiores ciclistas do mundo.  Procurando por algo novo descobriu o bambu.
Além de ser um elemento encontrado universalmente, além de ser bom para o meio-ambiente, de ser barato, de ser de fácil manuseio, o bambu, ou melhor, a armação de uma bicicleta em bambu absorve a vibração do movimento de maneira ainda mais suave do que a que é feita de fibra de carbono.  E é mais resistente a qualquer impacto do que as bicicletas tradicionais demonstrando muito maior resistência à quebra, fatores confirmados em testes científicos na EFBe, na Alemanha.
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Bicicleta de vime.
Há algumas outras vantagens que a armação de bambu tem sobre qualquer outra, entre elas, a relativa facilidade com que pode ser manufaturada em países em desenvolvimento, porque o material usado, o bambu, cresce praticamente ao lado de qualquer tipo de grupo de manufatura.  Além  disso, bicicletas são um importante meio de transporte nas sociedades em desenvolvimento que abrange toda a população: crianças indo para a escola; a ida para o trabalho ou para o mercado dos adultos de uma família; o transporte de pequenas cargas.
Depois do sucesso do projeto em Gana, que começou em fevereiro de 2008, outros países começam a receber incentivos semelhantes do Bamboosero: Uganda, Libéria, Nova Zelândia e Filipinas.
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Bicicletas de material natural em Gana.—–
Craig Calfee não é o único trabalhando em solo americano com o desenvolvimento de modelos de bicicletas de bambu.  Nick Frey, que é um engenheiro e ciclista passou dois anos desenvolvendo o seu modelo de bicicleta de bambu para, com outros quatro engenheiros, formar a companhia de bicletas de bambu chamada Sol Cycles, na cidade de Princeton, NJ.  Logo depois deslocou-se para o estado do Colorado onde fundou a companhia Boo Bicycles que também se especializa em bicicletas de bambu.   Há outros nessa competição de bicicletas de bambu: Daedalus em Portland, no estado de Oregon, que constrói esse tipo de bicleta desde 2005.
E é claro há os competidores de outros lugares do mundo.  Na Dinamarca a firma Biomega já constrói um tipo de bicicleta com excelente design enquanto em Berlim, na Alemanha, a Universidade Técnica desenvolve as bicicletas Berlin Bamboo Bikes.  A pesquisa do engenheiro alemão Nicolas Meyer, de Osnabruck na Baixa Saxônia, deu um passo a frente manufaturando bicicletas de fibra de cânhamo, que levam o rótulo de sua companhia  a Onyx Composites, que se especializa em projetos de construção leve que usem matéria prima sustentável.
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Manufatura de uma bicicleta de bambu em Gana.
—Para um projeto de bicicletas usadas na corrida de triatlo sua bicicleta tem uma combinação de bambu e cânhamo.  Essa mistura de duas diferentes fontes de matéria prima combina 60% de cânhamo com 15% de bambu e o resto de fibra de carbono e alumínio. 
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O produto final em Gana. 
Mas a grande vantagem, no momento, dessas bicicletas está explícito no pequeno vídeo de Calfee, que mostro abaixo, que é além da praticidade de transporte e da preservação do meio ambiente, é o número de empregos que uma pequena companhia de construção de bicicletas de bambu pode criar.  Empregos que certamente podem levar a um crescimento econômico mais estável e sustentável.
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VÍDEO EM INGLÊS:
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Mais Inf. em: http://peregrinacultural.wordpress.com/category/ciencias/page/13/                                                                                                                                                           MM

Sistema Enchimento do Pneu da Bike Em Movimento.


Sistema da Adaptrac.

Os controles colocados no volante permitem que o ciclista aumente a pressão em ambos os pneus, enquanto uma válvula de regulagem colocada entre o tanque e as rodas assegura que eles não inflem instantaneamente a ponto de estourarem.

Bike com o sistema da Adaptrac.
Na realidade, um par de medidores analógicos oferecem uma leitura constante da pressão exata em cada pneu, então não é preciso enchê-los além da conta. Em tese, um ciclista poderia ajustar a sensação de guiar sem ter que levar uma bomba ou mesmo parar de pedalar.
Claro que o sistema todo é completamente dependente da maneira com que os hubs são construídos. Um conjunto de juntas rotativas supostamente garante que não haja vazamento de ar mesmo que os pneus estejam girando, mas não é o tipo de coisa que você espera falhe após pedalar por horas pela mata. Sobre preço e disponibilidade, eles serão anunciadas nas próximas semanas, após o desenho do último protótipo for finalizado.
 
Faz anos que os veículos off-road possuem pneus com sistemas de auto-enchimento, afinal um pneu mais mole dá melhor aderência em terrenos rochosos. A mesma tecnologia pode beneficiar mountain bikes também, o que nos leva ao sistema de enchimento de pneus da Adaptrac para bicicletas.
Ciclistas que encaram terrenos complicados já são capazes de ajustar a pressão das rodas, basta eles pararem e descerem da bike para tal. Isso não é muito bom... O sistema da Adaptrac usa um conjunto de hubs especiais na frente e atrás com uma válvula conetada a um tanque de CO2 montado no quadro.

MM

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Mega Promoção - Bicicletas 2012 S/IVA em Stock. no S2R em Portalegre.

A S2R tem a Mega Promoção - Bicicletas 2012 S/IVA em Stock.

Morada: Avª- Francisco Fino      Zona Industrial de Portalegre   

7300-205 Portalegre

Em frente ás oficinas Municipais de Portalgre
 
Telefone Geral: 245 208 391

Telefone Peças/Recepção: 245 331 041

Fax: 245 204 120

E-mails: geral@s2r.pt 
 
 

MM

terça-feira, 19 de junho de 2012

O dia em que Japoneses de Bicicleta Humilharam o Exército Britânico.

O dia que japoneses de bicicleta humilharam o exército britânico
Se na península ibérica os britânicos controlam o Rochedo de Gibraltar, desde o século XVIII durante a Guerra de Sucessão Espanhola, no começo da II Guerra Mundial controlavam o Gibraltar do Leste, Cingapura, no Sudeste Asiático. Em 8 de dezembro de 1941, os japoneses começaram a campanha Malaia, ao mesmo tempo que bombardeavam Pearl Harbor, que os levaria à ocupação da Tailândia e Malásia, e a expulsão dos britânicos de Cingapura em fevereiro de 1942.


O dia que japoneses de bicicleta humilharam o exército britânico
Depois de perder Malásia, o exército britânico retirou-se de sua base de Cingapura. Ainda que tivessem perdido a batalha do ar, pelo grande número de aeronaves japoneses, ainda se sentiam seguros na inexpugnável fortaleza de Cingapura que contava com mais de 80.000 soldados, defesas antiaéreas, artilharia pesada para repelir um ataque marítimo pelo Sul e protegidos por selvas e pantanais pelo Norte.

Todas as forças e artilharia foram enviadas para o Sul, em teoria o único ponto pelo qual podiam ser atacados. Os japoneses sabiam que pelos mangues e pela selva não podiam avançar com artilharia ou carros de combate... mas sim com a infantaria de bicicleta.
O dia que japoneses de bicicleta humilharam o exército britânico
Deslocando-se rapidamente com as bicicletas, atacaram em várias frentes. Quando os britânicos pensaram em reagir já era tarde, os japoneses haviam rompido as linhas defensivas do norte. Em sete dias a fortaleza inexpugnável caiu. Fizeram mais de 80.000 prisioneiros (indianos, britânicos e australianos).

Quando contaram a Churchill o que sucedera na ignominiosa queda de Cingapura para o exército japonês, ele disse:

- "Este é pior desastre e a maior capitulação da história britânica".

MM

Ciclobtt - SaoVicente. Já tem pagina no Facebook.

Boas, vimos assim informar que já existe uma pagina no
 

 Agora faz um Like...


Segundo informações aderimos desde 18 Junho de 2012.

Já que parece que o blogue aparenta não estar a agradar a todos, esperamos ter mais sucesso no facebook, até porque o facebook vai ser mais visualizado pelas criações de albuns com fotos dos passeios.
Bastante lutamos para Add seguidores, mas findo um Ano só se conseguiu 31 e a grande custo.
Pedimos assim desculpa, mas não podemos agradar a todos, (fazemos os possiveis).
Mas sem fotos nem apoios...  :-)
Mas como me comprometi em levar o blogue para a frente assim o farei, até não ter mais possibilidade de o fazer.


MM / Ana M.