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terça-feira, 15 de julho de 2014

Liberdade de expressão, dia 14 Julho 2014.

A Censura em Portugal foi um dos elementos condicionantes da cultura nacional, ao longo de quase toda a sua história. Desde cedo, o país foi sujeito a leis que limitavam a liberdade de expressão, primeiro, em resultado da influência da Igreja Católica, desde o tempo de D. Fernando, que terá oficiado ao Papa Gregório XI para que instituísse a Censura episcopal (ou censura do Ordinário da Diocese) . O poder civil passou, mais tarde, a regulamentar também a publicação de textos escritos. Na memória dos portugueses está ainda presente a política do regime do Estado Novo que institucionalizou um estrito controlo dos meios de comunicação, recorrendo, para este efeito, à censura prévia dos periódicos e à apreensão sistemática de livros. De facto, cada regime político teve sempre o cuidado de legislar em relação à liberdade de imprensa - na maior parte dos casos, restringindo-a. Em cinco séculos de história da imprensa portuguesa, quatro foram dominados pela censura. No entanto, a censura entrou também em outros domínios, como no teatro (desde Gil Vicente), na rádio, na televisão e no cinema.
Ao longo da história portuguesa foram muitas as formas de perseguição a intelectuais: a prisão e a morte foram também frequentemente o castigo de quem ousava expressar aquilo que pensava, contrariando o discurso oficial do Estado.
Por falta de tempo só hoje foi possível postar, pedimos desde já as desculpas.
Ana M

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Qual a validade dos capacetes?


Vários intendidos na área aconselham a substituição do vosso capacete actual por um novo, mesmo sem ter sofrido qualquer tipo de acidente.

Chegando ao ponto de aconselharem a sua troca a cada três anos, ou mais cedo em caso de qualquer tipo de impacto mesmo o mais leve. No caso de não terem sofrido nenhum impacto há diversos factores que podem danificar a integridade do vosso capacete, tais como o suor os produtos de limpeza ou altas temperaturas (superiores a 60º Celsius), factores que podem alterar as propriedades do material de que é feito o capacete como por exemplo o poliestireno.


Perante isto e mesmo que o vosso capacete não aparenta ter algum tipo de dano visível é aconselhado fortemente a sua substituição a cada 3 anos de uso constante.

Ana M

The Mountain Bike of the Future - Nuseti.

Nuseti - The Mountain Bike of the Future.
Uma bicicleta de montanha soberba equipada com o sistema de transmissão interna - um redutor revolucionário, desenvolvido especialmente para bicicletas de montanha.

Nuseti é uma bicicleta de montanha da nova geração, equipada com o sistema interno Drive - uma unidade de acionamento revolucionário, desenvolvido especialmente para a indústria de mountain bike. É um projeto de alta qualidade para quem aprecia aventuras de mountain bike. Criado por um verdadeiro apaixonado - Gregory Zielinski - um vencedor do Campeonato Nacional múltiplo de mountain bike downhill, da Polônia.
IDS abre um novo capítulo na história do mountain bike.

A caixa de engrenagens planetárias, bem como o resto dos elementos de trabalho (cadeia, coroas, em roda livre), são completamente fechados na construção do quadro e continuam permanentemente lubrificados. Para que os elementos de trabalho não fiquem contaminados com a poeira, lama, etc, o que torna a unidade livre de manutenção frequente e muito durável. O IDS é absolutamente afetado por condições meteorológicas e trabalha sempre na sua mais alta eficiência, mesmo andando nas piores condições que você pode imaginar.

O coração do Inner sistema de transmissão é um redutor planetário de 16 velocidades.

O sistema de transmissão interno foi projetado para ser fácil de usar, tanto quanto possível. É equipado com um aperto rápido da roda do eixo traseiro que permite a roda rápido e fácil liberação, sem qualquer contato com elementos lubrificados (corrente, coroas). Engrenagem mudança é baseada em shifters de gatilho monocomando - um no lado direito para selecionar as engrenagens mais lentas, e um no lado esquerdo para a seleção de marchas mais rápidas. O IDS permite mudar as engrenagens sem pedalar, o que significa que você não tem que rodam os pedais apenas para envolver a marcha selecionada. Depois de clicar no gatilho, o equipamento está imediatamente pronto para o uso. Além disso, o IDS permite mudar as engrenagens sob o poder pedalar completo. Isso significa que você não tem que reduzir a sua força de pedalar apenas de trocar as marchas ao montar seções íngremes.


Em resumo, bikes Nuseti incorpora o emocionante, a nova tecnologia IDS que oferecem um quadro de fibra de carbono - o que lhe dá uma bicicleta que você vai simplesmente se apaixonar with.To tornar o sonho realidade, Nuseti precisa investir mais no seu desenvolvimento - para fabricação de ferramentas para a produção de quadros de fibra de carbono e adaptar as tecnologias existentes para começar a produção em série de caixas de desviador.
For more information visit: www.nuseti.com/
Nuseti Facebook page: www.facebook.com/nusetibikes
Suport this projeect on kickstarter

Ana M

sexta-feira, 11 de julho de 2014

CAROLINE BUCHANAN, A SUPER ATLETA AUSTRALIANA DE BIKE.

CAROLINE BUCHANAN, A SUPER ATLETA AUSTRALIANA DE BIKE EM FOTOS SENSUAIS.
Nascida em 1990 em Canberra, na Austrália Caroline Buchanan é hoje a principal atleta de BMX e mountain bike do país. 11 vezes campeã australiana de BMX, ficou com a prata no Mundial de 2011. Em 2009 e 2010 foi campeã australiana de 4X. Pra completar, ela também já foi campeã australiana de mountain bike por 3 vezes.
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Apesar de ser uma das principais atletas do país, não pôde competir nas Olimpíadas de 2008 por causa da idade. Em 2012 ela finalmente pôde participar das Olimpíadas. Favorita ao ouro, ficou em quinto lugar.
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Apesar da decepção, voltou pra casa, treinou mais e em julho de 2013 ficou com o primeiro lugar do Elite Women’s no Campeonato Mundial de BMX Racing na Nova Zelândia. Em setembro, ficou com o primeiro lugar no UCI World Four X Championships na Austria. Também em 2013 ficou com o título de Atleta Australiana do Ano.
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Os seus principais patrocinadores são DK BMX, Subaru, Oakley, Tioga e Box Components.

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Com 1,65 de altura e 68 kg, ela já posou algumas vezes para ensaios sensuais.
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Alguns vídeos de Caroline Buchanan:



Travões a disco de fibra de carbono SICCC feitos pela Kettle Cycles.

Os discos da Kettle Cycles, são feitos de uma combinação de Carbono, Cerâmica e Carboneto de Silício. Agora a marca lançou uma nova versão desse disco, os “F-Series”.
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Neste novo modelo, os desenvolvedores mudaram a relação de carbono e cerâmica utilizada para aumentar a resistência do disco. Para testar a resistência, eles retiravam o rotor do molde e colocaram em um forno para o aquecer durante duas semanas. Após 8 séries de duas semanas de em altas temperaturas, o disco deve registrar a mesma resistência do que antes do teste.
Com essa resistência toda, a Kettle conseguiu fazer o disco mais fino e isso aumentou a compatibilidade do rotor com os outros modelos de travões.
A marca também lançou pastilhas metálicas para utilizar com esses travões. E se alguém um dia adquirir um desses travões, fica o aviso de que essas pastilhas só servem para os discos de carbono da Kettle e vão estragar discos comuns.
Compatibilidade com travões
  • Avid ’09-12 Elixir (todos), ’10-12 XX WC, ’11/12 XO
  • Avid Juicy (todos), BB7
  • Avid X0 Trail (4-pistões)
  • SRAM Road Hydraulic
  • BFO + MAGURA Marta SL 09, Louise 07, Bat, Carbon, Julie hp
  • Formula (non oro)
  • Hayes Prime Pro/Expert
  • Hope 09+ Tech M4, 04-08 Mono-M4
  • Hope 09+ Tech X2, 09+ Race X2
  • Magura 2012+ MT series
  • Shimano G-TYPE/F-TYPE (M988/985/785/666/675/CX75)
  • Shimano M820/M640 (4-pistões)
  • Shimano A-TYPE (M975/965/800/765/601/585)
  • Shimano B-TYPE (M575)  e TRP HY/RD, Spyre, Hylex, Parabox 2012
O preço éra de 35 dólares cada varia de 149 a 229 dólares. Mais informações aqui no site da Kettle.


Ana M

Linda Paluc.



Video Downhill com Linda Paluc 280x157 Video   Downhill com Linda Paluc
Linda Paluc certamente uma das raparigas mais sexy no downhill.


Video ao som dos Miami Horror – Holidays (feat. Alan Palomo).


Ana M

Em Londrina, Receita anuncia redução da carga tributária para bicicletas.

O Governo do Paraná reduziu a carga tributária de 18% para 12% para bicicletas, suas partes e peças no Paraná. A medida, que integra a política estadual de incentivo ao uso da bicicleta no Estado, foi anunciada nesta sexta-feira (04), em Londrina, pelo diretor da Receita Estadual do Paraná, José Aparecido Valêncio.

O benefício está previsto no Decreto 11.492/2014, publicado no Diário Oficial do Estado, no último dia 2, que concede redução na base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações internas com bicicletas e instrumentos musicais, reduzindo a carga tributária de 18% para 12%, desde que se submetam ao recolhimento do tributo pelo regime da substituição tributária.

Valêncio participou da audiência pública "Incentivos fiscais e tributários para a bicicleta no Paraná", promovida pela Assembleia Legislativa e Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu.

O diretor da Receita Estadual explica que a Secretaria de Estado da Fazenda desenvolveu um estudo e avaliou medidas econômicas que poderiam incentivar o consumo da bicicleta no Paraná. "Entrou em vigor em 2 de julho uma nova base de cálculo para bicicleta e suas partes e peças, onde o imposto a ser recolhido passara de 18% para 12%. É um reconhecimento do governo da importância do setor, do ponto de vista econômico e ambiental", enfatizou Valêncio.

O Paraná conta com seis indústrias de bicicletas e 1.214 pontos comerciais de bicicletas e produtos associados, em 215 cidades. O levantamento é da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) e da Junta Comercial do Paraná.

AEN


IPI ZERO - O articulador nacional da campanha IPI Zero para as Bicicletas no Brasil, consultor na área de mobilidade e articulador da Rede Bicicleta para Todos, Daniel Guth, elogiou a iniciativa do Paraná de reduzir o ICMS.

"É um exemplo para os demais estados brasileiros e demonstra a intenção do Estado de incentivar o uso da bicicleta. Pesquisas apontam que quanto mais bicicletas nas ruas, maiores serão os índices de segurança no trânsito para a população".

Segundo Guth, atualmente o IPI de um carro popular é de 3% e o IPI da bicicleta é de 10%. "De acordo com o IBGE, 40% daqueles que usam a bicicleta como meio de transporte no Brasil têm renda familiar de até R$ 1.200. A alíquota média de imposto da bicicleta é de 72,3%, a mesma quantia de impostos cobrada para produtos como a bebida e o cigarro, que são nocivos para a população, ao contrário da bicicleta", destacou, Guth.

E acordo com ele, a alta alíquota onera a comercialização de bicicletas no País e ocasionou na redução de 21% na produção brasileira, desde 2008. Já o consumo teve uma queda de 18%. O Brasil conta com 240 fábricas de bicicletas e ocupa a terceira colocação na produção mundial.

Participaram da audiência pública técnicos do governo estadual, representantes dos municípios, fabricantes, comerciantes e pequenos empresários de bicicletas, peças e utensílios de Londrina e região.


AnaM

Redução de impostos para bicicletas no Paraná,


O Projeto Bicicleta para Todos conseguiu uma grande conquista. Articulando com o governo do estado do Paraná, conseguiram a redução da carga tributária para bicicletas e outro setores. Alíquota de ICMS cai de 18 para 12%.
Vejam a nota de impresa
Em Abril o Governador do Paraná assinou alguns decretos alterando as regras tributárias do setor de bicicletas paranaense. Uma das medidas foi a introdução da substituição tributária, o que gerou insatisfação e uma mobilização da comunidade ciclística do Paraná, liderada pela CicloIguaçú (Associação de ciclistas do Alto Iguaçu).
Todos
No dia 07 de Maio a Assembleia Legislativa do Paraná realizou uma audiência pública para tratar da desoneração do setor de bicicletas no Paraná e no Brasil, e contou com a participação ativa da rede Bicicleta para Todos. No evento, os Deputados Estaduais e as entidades e empresas presentes manifestaram publicamente apoio à Rede Bicicleta para Todos, contando com o lançamento oficial da campanha “Paraná apoia o IPI Zero e o ICMS Zero para bicicletas, partes e peças”, cujas alíquotas no Estado são de 18% e 10%, respectivamente.
Da mobilização do setor e da sociedade civil, apoiados por um grupo de parlamentares, surgiram duas propostas concretas: estudar novamente a tributação do ICMS no Estado e criar o capítulo de Economia e Tributação no programa estadual de fomento à bicicleta, chamado “Ciclo Paraná”.
Quase dois meses se passaram e uma nova audiência pública foi agendada, desta vez na cidade de Londrina. Presidida e convocada pelo Deputado Cheida, a audiência contou mais uma vez com a liderança da CicloIguaçu e de seu Presidente, Jorge Brand (Goura), e também contou com o apoio, palestra e acompanhamento da rede Bicicleta para Todos.

Com a presença do diretor da Receita Estadual, José Aparecido Valêncio, o Governo do Paraná anunciou a redução da alíquota do ICMS de 18 para 12%, representando uma redução de mais de R$ 22 milhões na arrecadação estadual. Beneficiando imediatamente o ciclista paranaense e também o setor.
Além dos avanços na desoneração, Vinicius Bruni, coordenador do programa Ciclo Paraná, anunciou a minuta final da política estadual de incentivo ao uso da bicicleta no Paraná, incluindo o capítulo de economia e tributação.
Novo trajeto é sinalizado apenas por cones de trânsito (Foto: Jaelson Lucas/SMCS)
Por fim, é preciso ressaltar a importância da mobilização local para que a pressão e finalmente a concretização destes resultados tão positivos se tornassem realidade. Uma conquista dos ciclistas do Paraná, através da CicloIguaçú, da sensibilidade de alguns parlamentares, em especial do Deputado Estadual Cheida, e também do apoio e incentivo que a rede Bicicleta para Todos neste processo todo.
Viva a bicicleta! Viva o Paraná!


http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2014/07/governo-do-parana-reduz-icms-cobrado-na-venda-de-bicicletas.html
Ana M

UE impede redução de IVA nas bicicletas.

A redução do IVA nas bicicletas é “impossível” devido às limitações impostas pelas regras comunitárias no que corresponde à descida de impostos, alega a Comissão para a Reforma da Fiscalidade Verde num anteprojeto divulgado nesta quinta-feira na Internet.
O argumento, que nunca foi utilizado para impedir a subida das tributações sobre os bens, as pessoas ou as empresas, serve àquele organismo oficial para propor que a baixa no custo de velocípedes seja feita através de deduções no IRS, no caso das pessoas, ou no IRC, no que respeita às empresas.
“Tendo em conta a impossibilidade de ser introduzida uma taxa reduzida de IVA para a comercialização de bicicletas, devido às limitações introduzidas pelo direito da União Europeia, qualquer intervenção direta nacional nesta matéria terá que se operar através de uma alteração introduzida em sede da tributação do rendimento”, lê-se no texto.
“O IVA é um imposto de génese Comunitária, estando os Estados-Membros da UE obrigados a seguir as orientações e regras constantes de diversas Diretivas e Regulamentos sobre esta matéria,”, acrescenta a fundamentação para rejeitar a proposta de baixa daquele imposto nas bicicletas como forma de incentivar o recurso a um transporte não poluente.

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Outra dificuldade que aquele organismo levanta para aplicação de eventuais benefícios fiscais para quem compre um velocípede é a necessidade de distinguir se a bicicleta se destina ao uso diário como meio de transporte ou para praticar desporto ou passear, já que nesse segundo caso são “menos intensas as vantagens ambientais gerais”.
Esta situação retira qualquer bebefício a um utilizador diário de bicicleta que goste de praticar também uma modalidade desportiva, como BTT ou Estrada, que em nada sera beneficiado, no caso de ter só uma bicicleta que lhe permita ser usada nas duas funções. Ou então teria que investir numa segunda bicicleta.
Mas mesmo assim, a “dificuldade em distinguir o fim para o qual a bicicleta é adquirida e em controlar a utilização que lhe é dada” justifica “algum cuidado em sede de atribuição de benefícios fiscai”, argumentam os autores do ante-projeto que entra em consulta pública para a semana, no dia 15 de Julho, antes da apresentação da proposta final, em 15 de setembro.
“Por essa razão, a Comissão entende que um incentivo à aquisição de bicicletas deve ser consagrado para os sujeitos passivos  de IRC e de IRS com contabilidade organizada”, defendem os peritos do grupo liderado por Jorge Vasconcelos, o que afasta o comum dos cidadãos que trabalha por conta de outrem de obter qualquer redução na compra de uma bicicleta, apesar das poupanças que isso trará a si e ao Estado, a nível de poluição, défice externo ou saúde pública, só para citar alguns exemplos.
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Por onde os especialistas enveredam é pelo fomento dos sistemas de aluguer de bicicletas, conhecidos por  “bike-sharing”, permitindo aí uma dedução às empresas que os criem, já que possibilita “suprir as suas necessidades de mobilidade e logística ou para promover a opção por soluções de mobilidade suave entre o seu pessoal nasdeslocações casa/trabalho”.
Para além disso, a aquisição de frotas de bicicletas deve beneficiar de reduções iguais às que são atribuídas à aquisição de passes para transportes públicos, acrescentam.
Visto em: http://pedais.pt/ue-impede-reducao-de-iva-nas-bicicletas/

Ana M

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Quedas na 5ª etapa do Tour de France 2014.

Vejam aqui a série de tombos que aconteceu durante a 5ª etapa do Tour de France 2014






Nuno M