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sábado, 17 de abril de 2021

Município de Penacova alerta para atos de vandalismo em Percursos de BTT, Trail Running e Pedestres.

Município de Penacova alerta para atos de vandalismo em Percursos de BTT, Trail Running e Pedestres.

Os desportos de, e na natureza, têm em Penacova, uma oferta que permite que os praticantes de Trail Running, BTT e Pedestrianismo, aqui desfrutem de Percursos, bem definidos, bem marcados e que se encontram em permanente manutenção e conservação. 

Todo este trabalho, tem-se refletido de forma muito positiva, nas reações que os atletas e utilizadores dos trilhos têm vindo a manifestar.

No entanto e apesar do esforço do Município, os trilhos têm vindo a ser constantemente vandalizados, nomeadamente por motociclos (motos de cross e/ou moto 4). 

Esta vandalização condiciona sobretudo a prática de BTT, mas mais grave do que os danos que provoca nos trilhos, são sem dúvida os danos pessoais que a utilização de trilhos para a prática de BTT, Trail Running ou Pedestrianismo por este tipo de veículos podem provocar nos praticantes destas modalidades, resultantes de possíveis acidentes.

O município apela a todos os que utilizam motociclos como veículos de diversão e convívio que não o façam nos Circuitos para a Prática Desportiva de outras modalidades. 

Não danifiquem o nosso património natural, não prejudiquem a prática desportiva de quem quer desfrutar a natureza ou simplesmente dar um passeio, não coloquem em perigo a Vida humana.

Todos temos a ganhar, se todos agirmos com civismo e no respeito pelo outro! 

Todos temos a ganhar, se desfrutarmos o melhor de Penacova em segurança! 

Faça a sua parte! 

MM

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

UCI proíbe posições perigosas no ciclismo

 

A UCI tem toda a razão em proibir certas posições em cima da bicicleta. Há malta que exagera...

MM


sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Autores de vandalismo em gravuras do Côa foram absolvidos

 O tribunal de Foz-Côa absolveu esta quinta-feira de manhã os dois homens de 27 anos acusados do crime de dano por terem rabiscado a gravura conhecida por homem de piscos.


Prevaleceu a tese de que os dois arguidos não atuaram com dolo e houve mera negligência. Sendo assim, não estavam reunidos os requisitos para serem condenados.

A acusação tinha especificado que, no dia 25 de abril de 2017, um grupo de ciclistas amadores fez um passeio de BTT com início em Vila Nova de Foz-Côa e passagem no núcleo de arte rupestre da Ribeira dos Piscos/Quinta dos Poios.

Foram, aliás, dois residentes no concelho que levaram os arguidos e outros elementos ao local onde aqueles haveriam de fazer a inscrição que continha a representação de um homem pré-histórico, uma bicicleta e a palavra "Bik".

Era suposto que o substantivo "Bike", bicicleta em inglês, fosse escrito na íntegra, mas não chegou a ser completado devido à advertência de um dos participantes no passeio, que testemunhou no julgamento. 

Contudo, o desenho acabou por ser uma pista decisiva para que a Polícia Judiciária da Guarda soubesse da realização do referido passeio e identificasse os autores do crime.

Em: https://www.jn.pt/justica/autores-de-vandalismo-em-gravuras-do-coa-foram-absolvidos-13258226.html?fbclid=IwAR34AaY6IP7uMd6q68Cb1qAT7TurLJ8OAibKosm_H9MhWFWc8ARzHTs05OQ

MM

sábado, 10 de outubro de 2020

Excelente proteção para uma ciclovia!

 Excelente proteção para uma ciclovia! 

Com este perfil, as cicatrizes serão, no mínimo, originais…
MM

sábado, 1 de agosto de 2020

Ciclistas...

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e ar livre
Sempre sonhei com uma ciclovia na Ponte 25 de Abril. Nunca pensei que a Vasco da Gama a ganhasse primeiro...

Bom dia!😁
 — em Ponte Vasco da Gama
MM

sexta-feira, 24 de julho de 2020

COLISÃO COM AUTOMÓVEL DEIXA CICLISTA GRAVEMENTE FERIDO.

RIO MAIOR: COLISÃO COM AUTOMÓVEL DEIXA CICLISTA GRAVEMENTE FERIDO.

Uma colisão entre um veículo ligeiro de passageiros e uma bicicleta, ocorrida às 20h12 desta quinta-feira, 23 de julho, na localidade de Várzea, freguesia e concelho de Rio Maior, provocou ferimentos graves ao ciclista, um homem de 40 anos de idade.
Pelo que o Comércio & Notícias apurou o ciclista descia no sentido Lobo Morto – Caniceira e o automóvel circulava no sentido inverso, tendo o embate acontecido quando o carro cortou à esquerda no cruzamento para a localidade de Vale da Laranja.
Segundo a Chefe Célia Peralta, dos Bombeiros Voluntários de Rio Maior, que coordenou as operações de socorro “trata-se de uma vítima politraumatizada”, acrescentando que “foi equacionada a hipótese de ser acionado um helicóptero do INEM, possibilidade essa que foi posteriormente descartada”.
Envolvidos no socorro estiveram 10 operacionais dos bombeiros de Rio Maior apoiados por 4 viaturas e também a equipa médica da VMER do Hospital de Caldas da Rainha.
Após estabilizado no local, o ciclista foi transportado para o Hospital de Santarém em estado considerado grave.
O ciclista acidentado é residente numa das freguesias do concelho de Rio Maior.
No local esteve também a GNR de Rio Maior que tomou conta da ocorrência.
Em: https://www.comercioenoticias.pt/post/rio-maior-colis%C3%A3o-com-autom%C3%B3vel-deixa-ciclista-gravemente-ferido?fbclid=IwAR09clReH8dIjQBmPVDPNlFYjDuZtadykqeVZnnNmRGmlDRRTzDvz6KYCb4
MM

domingo, 26 de abril de 2020

FPC ABANDONA OBSERVATÓRIO ACP E REPUDIA CONCLUSÕES CONTRA MOBILIDADE SUSTENTÁVEL

A Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) decidiu abandonar o Observatório ACP por considerar que aquele grupo não tem qualquer credibilidade, como ficou demonstrado com a publicação, hoje, de um "estudo de opinião", promovido por aquela entidade, sem que a FPC, membro do Conselho Consultivo do Observatório, tivesse sido auscultada sobre a iniciativa.

FPC abandona Observatório ACP e repudia conclusões contra mobilidade sustentável
Apesar de integrar o organismo consultivo, a FPC não foi consultada sobre a realização do estudo de opinião e não sabe de que forma foram redigidas e colocadas as questões aos entrevistados. 
É, portanto, abusivo o título de primeira página do Jornal de Notícias de hoje, segundo o qual "ciclistas [são] a favor do uso obrigatório de capacete e seguro".

As notícias veiculadas pelo Jornal de Notícias e pela TSF baseiam-se numa sondagem cuja metodologia é, no mínimo, duvidosa, e a análise dos respetivos resultados é efetuada de forma parcelar, aparentemente servindo apenas para que o ACP possa demonstrar a sua posição.
 Para além não incluir nenhuma análise credível ou científica dos resultados, a notícia do JN apresenta erros grosseiros, ao referir, por exemplo, uns supostos 0,5 por cento de deslocações com bicicleta nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, registadas pelo INE em 2017, quando os dados disponíveis agregam o modo pedonal e ciclável (com valores de 23 e 19 por cento, respectivamente).

Sem prejuízo da pertinência e oportunidade do tema, é lamentável a abordagem simplista e redutora do suposto estudo, que parece ter como único objectivo veicular a mensagem e os objetivos do ACP, no sentido de despromover e desqualificar a utilização da bicicleta como modo de transporte.

A FPC aceitou o convite do ACP para integrar o Conselho Consultivo do referido Observatório em 2016, na expectativa de colaborar com as diversas entidades que dele fazem parte, visando promover a redução do risco rodoviário e a mobilidade sustentável. Ao avançar com o estudo de opinião, o ACP demonstrou uma atitude desrespeitosa, especialmente atendendo ao tema e âmbito da sondagem, que recomendaria, no mínimo, uma consulta ou informação prévia. 
Além disso, pretender sustentar uma posição perigosa e contrária aos objetivos da Estratégia Nacional para a Mobilidade Ativa Ciclável.
 
Neste sentido, a FPC informou o ACP que deixa imediatamente de estar disponível para continuar a participar numa plataforma que serve interesses contrários à promoção da mobilidade sustentável e à redução do risco rodoviário.
 
"Ao contrário de entidades congéneres na Europa, o ACP demonstra que defende um paradigma retrógado e ultrapassado. A utilização da bicicleta para a mobilidade é uma realidade crescente no nosso país, apesar de estarmos ainda longe de muitos outros exemplos europeus. 
Não há nenhum país na Europa onde o seguro ou o uso do capacete sejam obrigatórios, porque o que é correto é eliminar barreiras à promoção de uma prática saudável e sustentável para as pessoas e para as cidades", afirma o vice-presidente da FPC e coordenador do Programa Nacional Ciclismo para Todos, Sandro Araújo.

A Federação Portuguesa de Ciclismo, entidade que agrega ciclistas de todos os perfis, desde a alta competição ao cidadão que utiliza a bicicleta como meio de transporte, considera que a utilização do capacete não deve ser obrigatória, embora seja recomendável em diferentes contextos. 
Apesar de todos os filiados na Federação Portuguesa de Ciclismo estarem cobertos por seguros de acidentes pessoais e de responsabilidade civil, entendemos que os mesmos não devem ser obrigatórios.
MM

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Nova técnica para roubar bicicletas em Londres.

Por cá ainda se deu por ela, mas é bom prevenir contra uma nova técnica que foi detetada em Londres para roubar bicicletas e que consiste em serrar previamente os “U” invertidos onde as vítimas vão depois prender os seus velocípedes.
Roubo de bicicleta Londres 2
A situação foi noticiada pela BBC e envolveu Sarah King, autarca na região londrina de Southwark, que na noite da última quinta-feira foi confrontada com o roubo da bicicleta depois de sair de uma reunião de trabalho.
Sarah King é a primeira vítima conhecida da nova técnica
Só nessa altura reparou que o estacionamento onde prender a bicicleta tinha sido previamente serrado e ligado com fita adesiva, para manter a forma do varão e esconder o corte.
Aparentemente, foi a primeira vez que foi conhecido um roubo com aquelas caraterísticas, mas a polícia metropolitana e a freguesia da zona estão a investigar.
Sarah King contou a história no Twitter, onde publicou fotos, que, até este domingo já foram partilhadas mais de 5.500 vezes .
A autarca disse ter ficado “chateada e chocada” ao perceber que tinha sido roubada.
 “Eu adoro pedalar em Londres e adoro a minha bicicleta”, desabafou.
A situação preocupa a crescente comunidade de ciclistas londrina.
 Dados de 2014 revelaram que a média diária de viagens de bicicleta realizadas na cidade naquele ano atingiu as 610 mil, mais cinco por cento do que em 2013.
“É revoltante que o crescente contingente de ciclistas na região seja alvo desses ladrões maliciosos”, disse o vereador Darren Merrill, da região de Southwark.
MM

Fica em casa

A imagem pode conter: texto
                                                                                      Somos apaixonados pelas maiores e mais belas montanhas do mundo. 
                                                                                                                                    Hoje, mais do que nunca, a montanha que queremos ultrapassar depende da colaboração de cada um.
                                                                                                                                                                          Fica em casa, este é o trilho mais importante do ano!
                                                                                                                                                                                                             www.borealis.pt
                                                                                                                                                                                                                                                                                                    MM

domingo, 5 de abril de 2020

CCC dispensa a maior parte do staff e reduz salários dos ciclistas

O dono da equipa, Jim Ochowicz, assume os efeitos negativos da crise gerada pelo coronavírus, sobretudo no seu patrocinador principal.
CCC dispensa a maior parte do staff e reduz salários dos ciclistas
A equipa polaca capitaneada por Greg Van Avermaet foi obrigada a fazer cortes perante a pandemia e as consequências que isso gerou, sobretudo a redução do calendário velocipédico este ano.
 "As implicações económicas da pandemia tiveram um efeito drástico nos negócios do nosso principal patrocinador, e tal como outras equipas profissionais de ciclismo, o nosso orçamento foi reduzido", disse Ochowicz.
"Isto está fora do nosso controlo. 
Sabemos que não haverá competição nos próximos tempos, mas a situação está em constante evolução, portanto, neste preciso momento só podemos actuar a curto prazo", afirmou.
"Para termos orçamento disponível, caso a temporada comece novamente, tivemos de suspender temporariamente o nosso staff, excepto um reduzido número de pessoas, e reduzir bastante o salário dos ciclistas. 
Quando as provas recomeçarem esperamos estar em condições de reincorporar o maior número de elementos do staff possível e analisar em que situação está o nosso orçamento", concluiu Ochowicz.
MM

quarta-feira, 1 de abril de 2020

AMEAÇADO E PERSEGUIDO POR ANDAR A TREINAR-SE

Ruben Guerreiro, que representa a equipa americana Education First, era um dos corredores selecionados para correr a Volta à Itália, que foi suspensa, e encontra-se entre os elegíveis para a Volta à França, no caso de esta se realizar.

Face à situação criada pelo Covid-19, o corredor de 25 anos afirma encontrar-se um pouco apreensivo mas confiante.

«Estou apreensivo como todos. mas acredito no futuro e na sabedoria dos homens para ultrapassar esta situação. 
Temos de ter consciência do que se está a passar, só com o esforço e compreensão de todos poderemos ultrapassar este gravíssimo problema, mas nunca como o que presenciei há poucos dias com muita gente a andar de bicicleta em grupo como se nada se estivesse a passar», disse a A BOLA.

«Continuo a treinar e a seguir o plano idealizado pela equipa. 

Se parasse seria um problema para recomeçar, faço rolos em casa e vou para a estrada onde já fui ameaçado e perseguido por andar de bicicleta. Por duas vezes cheguei a temer que me atirassem para a valeta. 
Para evitar problemas com pessoas que não compreendem o nosso trabalho, estou a treinar sozinho e optei por estradas secundárias na minha região e faço o mesmo quando tenho que ir para a Serra da Arrábida. 
Os técnicos da equipa tomam diariamente conhecimento dos resultados efetuados nos treinos através do computador», declarou.

Os tempos livres são ocupados de diversas formas, mas deixou de aceder às redes sociais. 

«Além de ver uns filmes e séries, esta semana fui dar uma ajuda nas estufas de flores dos meus pais, onde nesta altura não existe muito trabalho nas plantações. 
Mas é ali que está o meu futuro, porque o ciclismo não dá para toda a vida», detalhou. 
MM

domingo, 24 de novembro de 2019

Submarino movido a pedalada.

Resultado de imagem para Scubster
Uma equipa francesa, liderada pelos designers Minh-Lôc Truong e Stéphane Rousson, está em fase final de produção de um submarino movido a pedaladas
O projeto, chamado de Scubster, é feito em fibra de carbono e pode atingir 10 km/h, dependendo da força do “ciclista-marinheiro”.
O pequeno submarino tem 2,4 metros de largura, 1,5 de altura e 4,2 de comprimento. 
Resultado de imagem para Scubster"
O Scubster tem capacidade para apenas uma pessoa e a autonomia de navegação depende apenas da duração do oxigênio no tanque de ar que alimenta a respiração do ciclista. 
O combustível é ilimitado, o famoso “arroz e feijão”, ou seja, o impulso dado pelas pedaladas.
De acordo com os criadores do Scubster, os pedais movem as hélices laterais, impulsionando a embarcação sob a água ou na superfície. 
O submarino tem comando de direção e pode ser usado para exploração marítima e experimentos científicos. 
O projeto foi concluído no ano de 2011.

Scubster em fase de testes

MM

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Ciclista de 46 anos morre em despiste em Guimarães

Um homem de 46 anos morreu hoje em Airão São João, no concelho de Guimarães, na sequência do despiste da bicicleta onde seguia, disse fonte do CDOS de Braga à agência Lusa.
Segundo aquele Comando Distrital de Operações de Socorrro (CDOS), o acidente ocorreu pelas 10:35, na Rua de S. João Batista, tendo a vítima sido projectada para debaixo de um automóvel que se encontrava parado na via.
O óbito foi declarado no local, onde estiveram sete homens e duas viaturas (uma ambulância e uma viatura de desencarceramento) dos Bombeiros Voluntários de Guimarães.
Lusa
MM