sexta-feira, 20 de julho de 2018

QUARENTÕES DE QUALIDADE NÃO FALTAM POR ESSE MUNDO FORA







Embora o tempo passe rápido, e com ele momentos que nos vão resvalando na memória do esquecimento, há nomes que persistem em continuar a sua caminhada, lembrando outros nomes, de um ciclismo passado, feito de grandes nomes, pese a redundância.


Quem gosta de ciclismo, não esquece os momentos épicos dos duelos de grandes nomes como Armstrong, Ulrich, Pantani, Virenque, varridos da memória do ciclismo, por isso, quando em 2017, quando forem dadas as primeiras pedaladas , aguardadas com grande ansiedade, alguns resquícios desses tempos ainda permanecerão no seio de um pelotão, que anda cada vez mais rápido, com mais rotação, com menos sofrimento.
Nomes que persistem e teimam em prosseguir carreira, sem envergonhar, não se sabendo se o fazem pelo amor ao ciclismo, se para contrariar aqueles que os querem ver fora desse pelotão, se por qualquer outra necessidade.
dav David Rebellin, o italiano da Gerolsteiner e de tantas outras equipas de primeira linha do ciclismo mundial, aos 46 anos ainda arranjou pernas para mais uma temporada, tal como o germânico Stefan Schumacher ( 37 anos em 2017). Ambos estarão em liça no recente formação de uma equipa meia asiática, meia espanhola, a Kuwait – Cartucho, revivendo momentos que persistem em não nos abandonar.
Do outro lado do oceano, Oscar Sevilla ( 41 anos em 2017), quemoscnão se recorda do colega de Ulrich na Telekom, continua a dar que falar, afirmando-se como um dos melhores ciclistas a correr na América do Sul, no meio de tantos e tão bons colombianos.
Por cá, bem mais perto, Francisco Mancebo continua a dar que falar, mesmo aos 41 anos é dos mais polivalentes, dando, quando em vez, uma perninha nas bikes de montanha. Mas mais perto de nós ainda, dois nomes quarentões aprestam-se para mais uma temporada com o mesmo ruientusiasmo de sempre.
O italiano Rinaldo Nocentini, 40 anos em 2017, será uma das peças mais influentes do Sporting-Tavira, tal como o será Rui Sousa, na RP-Boavista que, com 41 anos ainda aspira a ser um dos melhores ciclistas portugueses em 2017.
Embora quarentões, cremos que um factor importante os une: o gosto de correr, de estar junto do público, do ambiente muito próprio das corridas e, muito em especial, do seu amor pelo ciclismo.
MM

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