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quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

13º Passeio Maratona BTT Almourol à Vista - 26 ABR 2020

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Todas as informações em:
www.gcbarquinhense.pt

Inicio das inscrições em:
18-12-2018


Percursos:
40 km – Passeio
60 km – Maratona

Horários:
7:30 – Abertura do secretariado
8:15 – Abertura do controle Zero
8:50 – Briefing
9:00 – Partida Maratona e Passeio

Dificuldade:
Passeio 40km (média)
Maratona 60km (média)

Limite de Participantes:
1000 atletas

Contactos:
917501189 – Victor Augusto
915768307 - José Calado

almourolavista@gcbarquinhense.pt
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Algarve Granfondo FEV20

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3ª Taça Portugal XCM - Maio 2020

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Aricia Silva

ARICIA SILVA, DO PÂNICO, MOSTRA SUA BELEZA EM CAPA DE REVISTA MASCULINA modelo estampa a nova edição da Sexy
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Uma das novas panicats do programa 'Pânico na Band', Arícia Silva, posou nua para revitsa Sexy e estampa a capa de março da publicação. A editoria divulgou algumas imagens do ensaio da jovem, que traz a manchete "A malícia de Aricia".
Esta é a segunda vez que ela tira a roupa para um ensaio - a primeira vez foi em janeiro de 2014 para a "Playboy" e ela posou ao lado de Veridiana Freitas e Fernanda Lacerda, a Mendigata.
MM

Vice-campeã do BBB, Cacau mostra lado sensual no Paparazzo

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A vice-campeã do Big Brother Brasil 2016, Cacau, está entre os assuntos mais comentados da internet nesta segunda-feira (11). O motivo é o ensaio fotográfico da ex-BBB para o Paparazzo. A youtuber surpreendeu internautas ao apostar na sensualidade. Durante a participação no programa, ela ficou conhecida por ser meiga e moleca. "Só lamento para quem ficou esse tempo todo esperando o paparazzo da Cacau na tentativa de zoar, porque ela arrasou!", comentou um seguidor.

Ensaio sensual do ex-BBB Matheus quebra a internet

Na casa, a potiguar ficou conhecida pelo lado meigo. Foto: Paparazzo/Reprodução
Muitos elogiaram o pouco uso de tratamento digital nas fotos, que valorizaram as curvas da potiguar. "Cacau representando a típica mulher brasileira e mostrando que pra ser gostosa, não precisa ser magrinha", diz uma postagem no Twitter. "Nem precisou de Photoshop nas dobrinhas para ficar linda e maravilhosa", escreveu outro.

Os poucos que criticaram o peso da ex-BBB receberam comentários contrários nas redes sociais. "O [ensaio] da Cacau teve Photoshop sim, e o da Ana Paula teve muito mais", escreveu um internauta ao comparar uma foto da jornalista para o Paparazzo com uma imagem dela na piscina do Big Brother Brasil.

Ao longo da atração, Cacau namorou o mineiro Matheus. Antes da final, ele chegou a se declarar nas redes sociais. "Saudade do seu riso fácil. Força, Cau, estamos com você! #CacauNaFinal", escreveu no Instagram. Após a saída da potiguar, os dois se beijaram ao vivo.
Ver imagem no Twitter
Teve Photoshop no paparazzo de todo mundo, porque no da Cacau não teria? Quer ver celulite se olha no espelho CacauNoPaparazzo
— sol (@destinoperina)
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Naiara Campos

NAIARA

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A bicicleta para mim veio em forma de movimento, em contra ponto á estagnação quotidiana que padecia meus sentidos. 
Visão, audição, tacto, olfacto e paladar.
A minha “cidade” se resumia em estar dentro de quatro paredes: da minha casa, da casa dos amigos, do barzinho, do trabalho, do carro, etc…
Com a bicicleta meu mundo se expandiu, assim como meus sentidos. 
Passei a enxergar as realidades do meu caminho, escutar ritmos e dinâmicas particulares de cada esquina. Apalpar um amigo que passa por mim. 
Sentir o cheiro de café novo sendo feito e o gosto de poder trocar uma ideia ao invés de um desaforo.
Isso tudo no meio da rua, das minhas ruas, dos meus passeios, das minhas praças. 
E, em meio a isso tudo, eu descobri meu sexto sentido. 
A liberdade! E percebi que quando sou livre sou mulher!
Naiara Campos
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Clarice Lacerda

CLARICE

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Dois grandes desafios que escolho lutar por eles: ser ciclista e mulher nas ruas. Pedalar, principalmente em BH, é um ato de rebeldia constante, infelizmente ser uma mulher pedalando para realizar os deslocamentos diários é algo que ainda gera muita estranheza no trânsito. Sempre tento subverter o medo e a insegurança, e busco ocupar as ruas com ousadia e graça. Superar meus limites, me empoderar diante de um trânsito violento, agressivo e notoriamente machista, é uma conquista gratificante apesar de árdua. Ofensas e intimidações são uma constante no meu caminho, em contrapartida, encontro também muita simpatia e força em motoristas, pedestres e colegas, e sinto um respeito crescente por ciclistas em geral.
Desde 2012 tomei a decisão de depender cada vez menos do automóvel particular e do transporte público, comprei uma bicicleta e passei a ir e voltar do trabalho pedalando, mas só andava sozinha nas calçadas por receio do trânsito. Com o tempo e ajuda de outros ciclistas fui pegando o ritmo e confiança de andar no meio da rua, perdendo os medos e conquistando a cidade. A meu ver a bicicleta é muito mais do que um modal de transporte autônomo, é uma nova articulação social e política, uma ferramenta de cidadania e uma possibilidade de redescobrir lugares e pessoas. Pra mim bicicleta representa isso: viver, sentir e gostar da cidade e seus cidadãos; como ciclistas mulheres somos mais sensíveis e atentas aos problemas das ruas, gentis e cordiais com o próximo, e os laços de afeto e amizade com aquilo que nos cerca cotidianamente tornam-se muito preciosos e enriquecedores.

São todos esses benefícios que me mantém firme nessa luta diária, superando os preconceitos e desafios. Busco sempre retribuir todo o apoio que tive, ajudando a encorajar cada vez mais mulheres a superarem todos seus temores, romperem seus limites e ir além, impor sua força com toda leveza e respeito que nos cabe.
Clarice Lacerda
MM

Maíra Cabral

MAÍRA

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Andar de bicicleta é uma deliciosa forma de experimentar a cidade. É um privilégio poder deleitar da liberdade de circular pelas ruas sobre duas rodas, com o vento batendo  no rosto, sem se sujeitar ao maior estorvo que afeta os grandes centros urbanos: o trânsito engarrafado. Embora Belo Horizonte tenha o relevo favorável para o deslocamento de bike e um número cada vez maior de ciclistas, ainda sofremos com a falta de ciclovias, bicicletários e, principalmente, com a falta de cooperação dos motoristas, que parecem não ter a consciência do que é dividir o espaço urbano.
Colocar o corpo em cima de uma bicicleta e ficar sujeita a um trânsito onde os veículos dominam é um ato de bravura. Talvez tenha sido esta mesma coragem, que acredito pulsar de dentro das mulheres, que me fez tirar as roupas para este ensaio. Ao mesmo tempo em que eu quis mostrar a vulnerabilidade deste corpo que circula pela cidade, me sinto forte de revelar a nudez como quem conta uma verdade.
Maíra Cabral
MM

Luiza Salomé

LUIZA

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Comecei a pedalar há cerca de dois anos com um grupo de mais ou menos 20 pessoas. Os passeios eram sempre divertidos e estar com amigos me garantia segurança por onde andávamos. A bike me proporcionou uma relação incrível com a cidade, por cada lugar que passei, uma nova visão do espaço criei de fora do automóvel. De repente me via em um bairro onde não acreditava que era possível chegar de bicicleta e isso me aproximou da cidade por inteiro. Com o tempo a bike se tornou meu meio de transporte, o que me obrigou andar sem companhias. Infelizmente esses deslocamentos sozinha já não me davam segurança e passaram a se tornar constrangimentos e abusos, a partir do momento que me viam na bicicleta como alvo de comentários negativos e machistas. Ser respeitada fora da bike já não é fácil, em cima dela então, nem se fala! Já passei por situações de ofensas e até mesmo ameaçada com carros. Algumas vezes, ainda resisto e vou assim mesmo, mas a sensação é que em algum momento, vou passar alguma situação de desrespeito e insegurança.
Luiza Salomé
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Bruna Castro

BRUNA

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Na minha ela existe por vários motivos, por exemplo. Desporto, estilo de vida, meio de transporte… tudo isto. Mas para mim, antes de qualquer coisa, bike é libertação.
A sensação de estar sobre duas rodas, sentir o vento, desbravar a cidade, usar minha força e sentido de direção para me guiar é o que realmente me mantém muito conectada a ela. Bicicleta é empoderamento puro.
Ser mulher não é ser incapaz de determinadas coisas, muito pelo contrário. E a bicicleta ajuda a reafirmar isso a cada dia. Seja pedalando na cidade em meio ao caos do trânsito, enfrentando o machismo nosso de cada dia e à cada esquina, jogando Bike Polo em meio aos homens sem se deixar intimidar, a bike é minha aliada na luta contra a mania que a sociedade e os homens têm de subestimar a nós, mulheres.
Dá pra ser mulher e ser sensual, dá pra ser mulher e ser ciclista, dá pra ser mulher e ser jogadora de Bike Polo, dá pra ser mulher e ser o que você quiser.
Mas o que a gente mais quer mesmo, é ser mulher e ser respeitada.
Bruna Castro
MM