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quinta-feira, 12 de março de 2020

Pneus: Quantas libras preciso?

Uma dúvida frequente entre os ciclistas que estão começando, é sobre a pressão dos pneus. A calibragem do pneu depende de muitos fatores, como modalidade, tipo de terreno, tipo do pneu e peso do ciclista. Quando são usados pouco inflados, a área de atrito aumenta, amortece melhor os impactos, mas também pode furar com mais facilidade. Em contrapartida, quando são usados mais inflados, os pneus se tornam mais resistentes a furos, atrito menor com o solo, porém fica mais escorregadio.
Nas mountain bikes é comum usarmos entre 35 e 65 PSI, mas existem exceções como no caso de usar um pneu slick (pneus lisos usados para pedalar em terrenos menos irregulares, como o asfalto) que podem chegar a pouco mais de 80 PSI em uma MTB.

Pneus: Quantas libras preciso colocar?

Nas Road bikes (speeds), a maioria usam pneus entre 20mm e 28mm de largura, nesse caso é aconselhável que se use uma calibragem maior, o pneu possui uma camada bem fina e com a calibragem baixa se torna muito mais vulnerável a furos. Usa-se entre 85 e 120 PSI, salvo quando for pneus tubulares que chegam a suportar 200 PSI.
Nos últimos anos o uso das bicicletas urbanas, dobráveis ou não, tem aumentado significativamente. No geral, as bicicletas dobrábeis utilizam rodas 20″ ou 16″, diferente das 26″ tradicionais.
A maior parte das bicicletas são concebidas para rodar na cidade – embora também haja muitas das específicas para montanhas, mas estas levam uma relação diferente de pressão – assim sofrerão menos irregularidades do terreno; também, na cidade é mais fácil que você passe por vidros e outros elementos que podem perfurar o pneu da bicicleta, o que é mais difícil quanto maior for a pressão.
Ao utilizar rodas menores o avanço pode ser mais complicado. Para minimizar esse efeito, os fabricantes ajustam a relação de câmbios ao tamanho das rodas, para que não se note muita diferença ao pedalar sobre uma bicicleta dobrável. Mas os fabricantes também recomendam colocar uma pressão alta nos pneus, já que uma roda com pressão baixa alteraria a força da fricção para maior e seria mais difícil pedalar. Em bicicletas de cidade a pressão deve estar entre 45 e 120 PSI ( dependendo da indicação do pneu ) – diferente dos 35 a 65 PSI (2.5 a 4.5 bares) de uma bicicleta MTB tradicional.
Schwalbe, marca especialista em pneus, oferece em seu site da Web uma tabela orientativa de pressões em função a largura da roda (quanto mais estreita a roda, maior a pressão, como é o caso das bicicletas urbanas e speeds).
A melhor maneira para determinar a pressão para colocar nas rodas é ver a indicação na lateral de cada pneu. Para escolher entre a pressão mínima e a máxima você deve colocar em conta o seu peso (as pressões na tabela schwalbe são calculadas para pesos médios de uns 75kg), se vai levar carga, e o tipo de condução que prefere, lembrando sempre que uma maior pressão te transmitirá mais as vibrações e irregularidades da estrada, mas te oferece mais resistência a furos e facilitará bastante o avanço.
Uma dúvida frequente entre os ciclistas que estão começando, é sobre a pressão dos pneus. A calibragem do pneu depende de muitos fatores, como modalidade, tipo de terreno, tipo do pneu e peso do ciclista. Quando são usados pouco inflados, a área de atrito aumenta, amortece melhor os impactos, mas também pode furar com mais facilidade. Em contrapartida, quando são usados mais inflados, os pneus se tornam mais resistentes a furos, atrito menor com o solo, porém fica mais escorregadio.
Nas mountain bikes é comum usarmos entre 35 e 65 PSI, mas existem exceções como no caso de usar um pneu slick (pneus lisos usados para pedalar em terrenos menos irregulares, como o asfalto) que podem chegar a pouco mais de 80 PSI em uma MTB.
Nas Road bikes (speeds), a maioria usam pneus entre 20mm e 28mm de largura, nesse caso é aconselhável que se use uma calibragem maior, o pneu possui uma camada bem fina e com a calibragem baixa se torna muito mais vulnerável a furos. Usa-se entre 85 e 120 PSI, salvo quando for pneus tubulares que chegam a suportar 200 PSI.
Nos últimos anos o uso das bicicletas urbanas, dobráveis ou não, tem aumentado significativamente. No geral, as bicicletas dobrábeis utilizam rodas 20″ ou 16″, diferente das 26″ tradicionais.
A maior parte das bicicletas são concebidas para rodar na cidade – embora também haja muitas das específicas para montanhas, mas estas levam uma relação diferente de pressão – assim sofrerão menos irregularidades do terreno; também, na cidade é mais fácil que você passe por vidros e outros elementos que podem perfurar o pneu da bicicleta, o que é mais difícil quanto maior for a pressão.
Ao utilizar rodas menores o avanço pode ser mais complicado. Para minimizar esse efeito, os fabricantes ajustam a relação de câmbios ao tamanho das rodas, para que não se note muita diferença ao pedalar sobre uma bicicleta dobrável. Mas os fabricantes também recomendam colocar uma pressão alta nos pneus, já que uma roda com pressão baixa alteraria a força da fricção para maior e seria mais difícil pedalar. Em bicicletas de cidade a pressão deve estar entre 45 e 120 PSI ( dependendo da indicação do pneu ) – diferente dos 35 a 65 PSI (2.5 a 4.5 bares) de uma bicicleta MTB tradicional.
Schwalbe, marca especialista em pneus, oferece em seu site da Web uma tabela orientativa de pressões em função a largura da roda (quanto mais estreita a roda, maior a pressão, como é o caso das bicicletas urbanas e speeds).
A melhor maneira para determinar a pressão para colocar nas rodas é ver a indicação na lateral de cada pneu. Para escolher entre a pressão mínima e a máxima você deve colocar em conta o seu peso (as pressões na tabela schwalbe são calculadas para pesos médios de uns 75kg), se vai levar carga, e o tipo de condução que prefere, lembrando sempre que uma maior pressão te transmitirá mais as vibrações e irregularidades da estrada, mas te oferece mais resistência a furos e facilitará bastante o avanço.
 MM

Camelbak com sujidade no tubo?

O teu Camelbak está cheio de sujidade no tubo? Há solução...

A limpeza da mochila de hidratação é algo que deveríamos fazer depois de cada utilização. Mas como nem sempre o fazemos, quando damos por ela, já é tarde demais...
O teu Camelbak está cheio de sujidade no tubo? Há solução...
Certamente não é a primeira vez que deixas de andar de bicicleta um par de meses e quando finalmente voltas ao ativo, deparas-te com um cenário dantesco no teu Camelbak: o tubo está negro e o interior do reservatório está cheio de manchas e com um cheiro desagradável. 
Qual é a melhor maneira de os limpar?
O primeiro conselho é: esvazia-o sempre e deixa o depósito aberto (se for possível extrai o bocal) para que o ar possa percorrer o interior e seque. 
Sabemos que é complicado fazer isto todos os dias, e que por vezes nos esquecemos (ou por preguiça), por isso mais cedo ou mais tarde terás de limpá-lo.
A marca Camelbak possui um kit de limpeza Antidote (que custa entre 20 e 25 euros) com escovas especiais e tudo o que é necessário para limpar. 
O teu Camelbak está cheio de sujidade no tubo? Há solução...

Se não tens este kit, basicamente tens de:
1 - Encher o reservatório com água quente e duas colheres de lixívia, assegurando que o tubo também fica cheio com este líquido.
2 - Deixa repousar meia hora e depois agita bem o interior.
3 - Para raspar a sujidade incrustada no interior do tubo, e se não tiveres uma escova específica, podes usar um cabo de travão com um pequeno pedaço de trapo atado na ponta. Introduz a ponta oposta pelo tubo e desliza-o pelo interior do tubo para arrastar a sujidade.
MM

segunda-feira, 2 de março de 2020

9 bikes-conceito que gostaríamos de ver nas ruas.

Essas bicicletas, além de bonitas e elegantes, oferecem ferramentas que facilitariam muito as nossas vidas.
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A 1865 Electirc Velocipede homenageia o modelo que foi o pai das bicicletas
E as bikes vão se multiplicando pelas cidades. Cada vez mais as pessoas estão percebendo o potencial que esse veículo tem de modificar a realidade caótica das metrópoles.
Quem pedala sabe o quão útil é uma bicicleta. Mas elas poderiam ser ainda mais.
É o que nos mostra os incontáveis conceitos lançados frequentemente. Algumas ideias são bem absurdas. Outras, em contrapartida, bastante possíveis. Isso sem falar nos belíssimos projetos que valem só pelo design.
Como já vimos muita coisa boa por aí, resolvemos fazer uma seleção com as bikes-conceito que gostaríamos de ver rodando pelas ruas. De preferência sob nossa direção. E chegamos nessas 9 maravilhas. Dá uma olhada:
Nulla Bike
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Bike de madeira de Yojiro Oshima
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Air Purified Bike
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Onebike
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Merge
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Evo
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nCycle
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Para facilitar ainda mais nossa vida, a nCycle, que tem aros grande, é dobrável e não oferece muito trabalho para ser carregada. Também existe uma versão elétrica da bicicleta, que mantém a bateria escondida entre os pedais de forma bem discreta. A nCycle ainda têm luzes traseiras e dianteira embutidas, e uma pequena (mas potente) caixa de som atrás da luz dianteira.
Levitation
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1865 Electric Velocipede
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Este modelo foi criado para homenagear a primeira bicicleta que foi acionada por pedais em 1865. A diferença, além do design, é que essa daqui é elétrica. Provavelmente você não a usaria rotineiramente, para ir e vir do trabalho. Mas que seria legal dar uns passeios com uma 1865 Electric Velocipede, ah, isso seria.


MM

Esculturas em moedas antigas.


 Tem moedas antigas espalhadas dentro das gavetas? Pensando em jogá-las no lixo? O artista Adrian Thornhill da Grã-Bretanha faz esculturas #ShowdeBola em moedas antigas, como essa acima =)
 #Confira a galeria logo abaixo das esculturas realizadas em moedas antigas, que tem como inspiração tatuagens, obras de artes, clássicos etc.:























MM

Laura Trott.



Mais em: http://selfieonbike.com/laura-trott-she-is-double-olympic-gold-medallist-10-photos/


MM

13º Almourol à Vista

Nenhuma descrição de foto disponível.
A 26 de abril de 2020 o Grupo de Cicloturismo Barquinhense vai realizar mais uma edição do Almourol à Vista, passeio e maratona BTT, pronta para mais um ano surpreender todos os participantes.
Em busca do Castelo de Almourol pelos melhores trilhos da região, com os rios Zêzere e Tejo como companheiros de aventura.

A edição de 2019 foi um sucesso, com mais de 1000 participantes.

Inscrições abrem no dia 18 de dezembro 2019
Percursos:
40 km – Passeio
60 km – Maratona

Horários:
7:30 – Abertura do secretariado
8:15 – Abertura do controle Zero
8:50 – Briefing
9:00 – Partida Maratona e Passeio

Dificuldade:
Passeio 40km (média)
Maratona 60km (média)

Limite de Participantes:
1000 atletas

Contactos:
917501189 – Victor Augusto
915768307 - José Calado

almourolavista@gcbarquinhense.pt

Será que a minha bike já vem com Tubeless?

Acabei de comprar uma bicicleta. Será que vem com Tubeless?

Se acabaste de ler na lateral dos pneus “Tubeless Ready” e acreditas que oferece todas as vantagens desta tecnologia, o mais provável é que não seja bem assim...
Acabei de comprar uma bicicleta. Será que vem com Tubeless?
Será que a minha bike já está com o tubeless a funcionar a 100 por cento? 
Esta é uma pergunta frequente quando se compra uma bicicleta nova, já que grande parte das bicicletas que se vendem hoje em dia, especialmente de gama média e alta, incluem de série pneus marcados como "Tubeless Ready". 
Significa isto que a bicicleta já está preparada contra os furos? 
A resposta, salvo raras excepções, é não. 
Somente algumas marcas de bicicletas, como por exemplo a Pivot, a Niner ou a Yeti, trazem em alguns modelos a pedido o sistema tubeless na íntegra.
Desde que uma bicicleta é montada na fábrica até chegar à loja para ser montada, depois de ter viajado num contentor por inúmeros países, é normal que passem mais de dois meses (na melhor das hipóteses), e por vezes desde a fase de montagem até à venda efectiva passa um ano ou mais.
Um sistema Tubeless ou Tubeless Ready requer líquido selante para funcionar corretamente e não perder ar (embora mais cedo ou mais tarde, inclusivé com líquido, voltará a perder alguma pressão). 
O grande inconveniente deste líquido é que com o passar do tempo este vai secando e perdendo a sua capacidade de reter o ar, especialmente se a bicicleta está parada e sem rodar durante períodos prolongados, acabando por se acumular no fundo do pneu e formando uma pasta de latex e materiais sintéticos. 
Portanto, não faz sentido que as bicicletas novas venham de fábrica com líquido selante pois este iria acabar por ficar concentrado no fundo do pneu, sendo necessário desmontá-lo, limpar o seu interior e voltar a enchê-los com líquido novo, com o custo acrescido de tempo e dinheiro que isso implica.
 É por isso que geralmente e independentemente do tipo de rodas e de pneus que monte, vêm de série com câmaras de ar. 

SENDO ASSIM, O QUE É PRECISO PARA TORNÁ-LAS REALMENTE TUBELESS?

A maioria dos fabricantes de bicicletas inclui de série pneus preparados para tubeless e assim facilitam o processo de conversão ao sistema Tubeless Ready e não ter de investir num conjunto de pneus novos, com um custo bastante elevado. 
Neste ponto, cada marca tem a sua visão distinta sobre o tipo de peças a incluir ou não na compra da bicicleta. 
Um sistema Tubeless Ready consta de 4 componentes:
1. O próprio pneu
2. Uma fita de aro específica para selar o ar
3. Uma válvula Tubeless
4. O líquido selante
O mais habitual é que, se a nossa bicicleta nova traz pneus Tubeless Ready, geralmente inclui duas fitas de aro suficientemente resistentes para selar o ar e o líquido e evitar que se escape entre as cabeças dos raios. 
Também é normal incluírem as válvulas numa caixa separada, que só devemos colocar depois de - obviamente - retirar as câmaras de ar. 
Onde não existe consenso é na questão do líquido selante, já que não é habitual encontrá-lo na caixa de acessórios da bicicleta, embora cada vez mais marcas o façam (em pequenas garrafas, uma por roda), juntamente com as fitas para o aro e válvulas. 
Para saber se a nossa bicicleta traz incluídos estes componentes ou não, o mais prático é perguntar ao dono da loja ou ao mecânico da mesma. 
Eles saberão melhor do que ninguém responder a esta dúvida. 

E SE AS MINHAS RODAS E PNEUS NÃO SÃO TUBELESS READY?

A boa notícia é que, em regra, as nossas rodas são compatíveis e não teremos de as substituir (e melhor ainda se o orifício para a válvula for fino (Presta).
 Se for um orifício grande (Schrader) existem menos kits de conversão compatíveis no mercado). Portanto, aqui a solução passa por investir num kit de conversão, cujo preço ronda os 25 a 50€. 
Além disso, tens de comprar uns pneus Tubeless Ready, cujo preço ronda os 40 a 70€ dependendo da marca, tipo de composto, carcaça, etc. 
O que não devemos fazer em tempo algum é mudar as válvulas e introduzir líquido selante se nem o aro nem o pneu estão preparados, pois o ar e o líquido sairão pelos orifícios. 
MM

domingo, 1 de março de 2020

6 RAID de Primavera

Daqui a uma semana o preço das inscrições no 6 RAID de Primavera sofre um acréscimo. Por isso apressa-te e valida a tua inscrição ao preço mais baixo
⚡️ Inscrições até 8 de Março (inclusive) - 7,50€
⚡️ Inscrições de 9 a 18 de Março - 10 €
"Andamos por bons caminhos!"
MM

Inaugurada ciclovia que liga Castro Marim a Vila Real de Stº António

A Câmara Municipal de Castro Marim inaugura, esta sexta-feira, dia 28, pelas 10h30, a Ciclovia da Lezíria.
Inaugurada ciclovia que liga Castro Marim a Vila Real de Stº António
A cerimónia terá lugar junto ao Revelim de St. António, em Castro Marim, com vista para a infraestrutura ciclável, localizada na E.N. 122, que liga agora a vila de Castro Marim a Vila Real de St. António de forma mais sustentável.  
Conforme adianta o Município de Castro Marim, a Ciclovia da Lezíria tem cerca de 3km e permite, além do acesso Vila Real de St. António – Monte Gordo – Castro Marim, o acesso ao interior da Reserva do Sapal. A obra foi comparticipada pelo PO CRESC Algarve 2020, projeto PADRE, apoiada por Portugal e União Europeia, cofinanciada a 70% pelo FEDER.
A Ciclovia tem o privilégio de contar com a assinatura do ciclista Ricardo Mestre, um castromarinense bem conhecido do público pelas suas presenças e conquistas no ciclismo.
Mas o projeto sustentável é mais ambicioso e pretende criar um triângulo verde ciclável: Castro Marim – Vila Real de St. António – Praia Verde. Segundo a autarquia, em concurso está já o troço de Castro Marim à Praia Verde, uma empreitada estimada em cerca de 850.000,00+IVA, comparticipada pelo PO CRESC Algarve 2020, projeto PADRE, apoiada por Portugal e União Europeia, cofinanciada a 70% pelo FEDER. Localizada na EN 125-6, a via de acesso à freguesia de Altura e ao IC27, esta ciclovia deverá ter uma extensão de cerca de 5km e a sua criação está integrada num projeto de valorização da rodovia, nomeadamente no alargamento e repavimentação e na melhoria da drenagem.
MM

V Tour de Óbidos.

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Faltam 2 meses para o nosso evento de estrada, V Tour de Óbidos. Já te inscreveste? o que esperas?
MM