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domingo, 24 de agosto de 2014

Bicicleta - conceito conecta-se a telemovel e conta com sensor anti colisão.

A Velo é uma bicicleta-conceito que deve encorajar até os nerds mais convictos a se exercitarem. Projetada para reduzir os problemas associados ao ciclismo, ela traz uma série de itens com tecnologia de ponta. Um dos recursos é um microprocessador capaz de se conectar a um smartphone para incorporar um mapa e fazer o controle dos travões e transmissão.


O protótipo é equipado ainda com um sistema anticolisão, que disponibiliza uma resposta tátil quando o ciclista está prestes a bater em algum obstáculo. Com a novidade, os criadores esperam oferecer um sistema de computação integrado para captura e utilização de dados sensoriais, monitoramento inteligente em tempo real, roteamento dinâmico e integração social.
Um dos fundadores, Jack Al-Kahwati, é engenheiro e trabalhou na Sikorsky e na BAE, duas grandes fabricantes de aviões dos Estados Unidos e Reino Unido, respectivamente. Seu plano é lançar o projeto no site de financiamento coletivo Kickstarter nos próximos meses. Um protótipo já está sendo desenvolvido e novos recursos devem ser incluídos em breve.

MM

Caso ou Compro Uma Bike??

Como alguém pode ficar em dúvida em coisas tão diferentes? Mas a verdade é que, quando temos que decidir entre A ou B, não importa se elas não tem nada em comum: o que importa é que queremos mesmo descobrir qual delas nos satisfaz. É isso que vivemos procurando, satisfação.
Faço Direito ou Medicina? Namoro ou fico solteira? Viro atriz ou jornalista? Moro só ou com meus pais? Caso ou compor uma bicicleta? É tudo muito diferente, mas tem o mesmo objetivo: satisfação. Somos eternos insatisfeitos, e quando fazemos uma escolha queremos que seja “a escolha”.
Em algum momento, a gente devia perceber que o certo é que não existe apenas uma opção certa para cada dúvida, e que se a gente se arrependeu de algo, é porque esse algo não é mais o que nos satisfaz (mas já foi um dia).Nada do que a gente decidir, vai nos trazer a satisfação eterna. É verdade, às vezes estamos satisfeitos, por 3 minutos ou 3 anos. Mas, em algum momento as dúvidas vão começar a surgir.
Chega um momento que ou a gente tem que decidir se dedicar ao outro, ou a si mesmo. E não tem nada mais individualista que uma bicicleta (tá, talvez tenha, mas não vem ao caso): um acento, um único e exclusivo acento. Um dia a maioria de nós, sonhou com uma bicicleta de natal. Ela representava a ideia maluca de dominar o mundo sobre duas rodas, de se aventurar, representava adrenalina. 
Casar, pra alguns, representa abrir mão dos seus sonhos por outra pessoa (e num futuro próximo por “outras pessoas”, os filhos). Casar ou comprar uma bicicleta? São os lados opostos de uma bifurcação. Essa frase pra mim, soa como “não sei se caso ou me dedico aos meus sonhos”. Direita ou esquerda, pra onde você vai?
E por que não viver as duas vias? Casar e comprar uma bicicleta! As duas opções não são excludentes. Um grande amor pode ser tão pleno, que a gente sente como se tudo fosse possível. Temos direito a todas as opções de felicidade, juntas, separadas, ao mesmo tempo ou não. Não é essencial a escolha de uma opção só.
Podemos casar e ter uma bicicleta. Ter alguém e ter o mundo. Trazer a realidade os sonhos de alguém e realizar os meus. Afinal, ambos são tão iguais em sua diferença: Por mais tempo que seja o espaço de tempo, a gente não esquece como é ser feliz, e vai reaprendendo, com alguns tropeços iniciais.
Logo logo estamos nós, sem medo algum, sem as duas rodinhas traseiras, de mãos pro ar… Completamente entregues às manobras radicais, cheios de si e de coragem para lidar com o mundo que a simples “magrela” pode nos proporcionar.

Não quero fazer apologia ao amor ou ao casamento, muito menos dizer pra abrirem mão de seus sonhos por alguém. Mas já dizia Vinicius de Moraes: “Ame. Porque nada melhor que um amor correspondido”. A atividade física só faz bem porque reduz o risco de diversas doenças e aumenta a produção de serotonina (o hormônio da felicidade). Um bom casamento alivia as pressões do dia a dia e nada melhor do que um grande amor pra viver feliz. A solução é simples, case e compre duas bicicletas.


MOVEFREE - Últimos modelos, Últimas oportunidades!!

sábado, 23 de agosto de 2014

O mito de puxar o pedal para cima.


Acredito que todos os ciclistas já ouviram isso e acreditamos com muita força que o simples ato de pedalar envolve as acções de pedalar e puxar os pedais.

Mas a ciência mostra o contrário!

Com o advento de tecnologias e técnicas de estudos para avaliar o ciclismo e a biomecânica dos ciclistas, foi possível observar que na verdade a única ação relevante é a de empurrar o pedal e não a de puxar.

O Dr Jeff Broker (Universidade de Colorado Springs) realizou uma extensa pesquisa tendo como amostra 100 ciclistas profissionais durante 10 anos e avaliou que "Puxar da pedala é irrelevante na geração de força para a pedalada.

E além de não gerar efeito relevante na pedalada, o estudo mostra que ficar fazer força para cima nas pedaladas pode acarretar em lesões como:
  • Dores na Lombar
  • Pressão e dor no quadril
  • Sensação de falta de estabilidade numa ou nas duas pernas
  • Em casos extremos – Problemas com o nervo ciático.
Fonte: Ver aqui todo o artigo.
Vídeo de como tudo se passa.
MM

Thule lança duas opções de mala para transporte de bikes.


A Thule, marca famosa pelos seus racks e suportes para bikes lançou dois Mala-bikes para transportas nossas queridas bicicletas em viagens. Vejam aqui a nota de imprensa
Release
Levar a bicicleta em viagens exige alguns cuidados com segurança e com o próprio equipamento para que não se danifique, seja de ônibus, avião ou até mesmo no carro. A Thule, empresa especializada em transporte de equipamento esportivos traz ao Brasil dois lançamentos, o Thule Round Trip Pro  e o Thule Round Trip Transition para facilitar a locomoção de sua bike.
Thule_02
Thule Round Trip Pro é feito em material macio com base de montagem integrada. A proteção robusta em nylon expande-se em volta com Click-Rail de alumínio para proteger a bicicleta durante o transporte.
E o Thule Round Trip Transition é projetado com material rígido com base de trabalho integrada, a combinação da construção de plástico ABS com o Click-Rail em alumínio protege a bicicleta durante o transporte.
A principal caracteristica dos dois produtos é o tripé em forma de cavalete que auxilia na montagem de bicicletas. Ele possui dupla função: funciona como suporte para bicicletas e como base de montagem, facilitando assim a montagem e a desmontagem,
Thule_01
Ambos são leves, fáceis de montar e armazenar. Possuem painéis laterais duráveis e removíveis protegem a bicicleta, bolsas para rodas em nylon que impedem o contato com o quadro e as rodas e alças integradas para facilitar o transporte e a capacidade de manobra.
Todos os equipamentos possuem selo de qualidade, são homologados dentro da própria empresa e possuem 5 anos de garantia. A Thule é a única empresa que possui um centro de teste de acordo com rigorosos padrões mundiais de qualidade.
Os produtos Thule podem ser encontrados em lojas de acessórios automotivos, de bicicletas ou especializados nas principais cidades do País.
Mais informações em: www.thule.com

MM

F. E. C. exige redução para 30 km/hora da velocidade nas localidades.

Federação Europeia de Ciclistas exige redução para 30 km/hora da velocidade nas localidades.
Sinal 30
A redução da velocidade máxima dentro nas cidades dos atuais 50 km/hora para 30 km/hora é uma das exigências da Federação Europeia de Ciclistas (ECF, na sigla inglesa) incluídas num manifesto publicado pela organização a propósito das eleições para o Parlamento Europeu realizadas no domingo.
“Cerca de metade de todos os acidentes fatais em áreas urbanas envolvem peões e ciclistas. Dado que a velocidade excessiva e colisões com veículos a motor são as principais causas de morte, é urgente acionar medidas que melhores a segurança neste campo”, reivindica a Federação num dos 10 pontos do documento.
Embora já existam localidades onde foi concretizada essa redução da velocidade em muitas partes da sua rede viária, essa decisão é contrária à Convenção de Viena sobre Tráfego Viário, datada de 1968, onde a velocidade máxima estabelecida para os meios urbanos é de 50 km/hora.
Em Lisboa, está a decorrer a implantação de vários bairros com zonas 30, já concretizada no Bairro do Charquinho, em Benfica, e Bairro das Estacas, em Alvalade. Realizam-se atualmente os trabalhos que irão limitar o tráfego àquela velocidade nos bairros de Alvalade situados entre a Avenida de Roma e o jardim do Campo Grande.
A ECF defende que “é chegada a altura para baixar a velocidade padrão para 30 km/hora” e considera que uma ferramenta eficaz para atingir esse objetivo são os sistemas inteligentes de adaptação de velocidade (Inteligente Speed Assistance – ISA).
Atualmente há 250 milhões de europeus a andar de bicicleta e “queremos que esse número aumente”, anuncia a ECF, que representa cerca de 80 organizações de ciclistas e utilizadores de bicicleta em 40 países da Europa.
Uma das formas de atingir esse objetivo é criar melhores condições para usar a bicicleta, pelo que defende uma percentagem de 10 por cento das verbas orçamentais destinadas a transportes devem ser destinadas a promover o uso do velocípede.
Na União Europeia (UE), essa medida traduzir-se-ia num investimento de 6000 milhões de euros nos próximos cinco anos em projetos relacionados coma bicicleta, nas contas da Federação.
Durante o último período orçamental da UE (2007-2013) esse valor ficou-se pelos 600 milhões de euros, apenas 0,7 por cento dos 82 mil milhões investidos em infraestruturas de transporte, adianta a ECF.
A igualdade entre o uso da bicicleta e outros modos de transporte é outra exigência da organização sediada em Bruxelas, que aponta os congestionamentos de tráfego como um dos principais desafios para os sistemas de transportes europeus.
Para a situação contribuem os incentivos dados por muitos sistemas fiscais a modos de transporte insustentáveis, designadamente os chamados veículos de empresa entregues aos funcionários.
“Essas viaturas constituem 50 por cento de todas as vendas de carros novos na UE”, alerta o manifesto.
“A UE deve encorajar os estados-membros a introduzirem novas medidas fiscais, ou a removerem barreiras existentes, a fim de incentivar o uso da bicicleta nas deslocações casa-trabalho”.
Também na área da saúde o panorama é assustador, já que a poluição do ar, em grande parte originada pelos transportes tradicionais foram responsáveis pela morte de 400 mil pessoas em 2010 e 90 por cento da população está exposta a aos mais prejudiciais poluentes atmosféricos emníveis considerados perigosos pela Organização Mundial de Saúde.
Como forma de melhorar a qualidade do ar, “o uso da bicicleta deve ter prioridade sobre o transporte individual motorizado” e esses veículos “têm igualmente que se tornar menos poluidores”.
A Federação recomenda ainda que a Comissão Europeia convoque especialistas para elaborar um pacote de medidas para incentivar o uso da bicicleta e recolher dados sobre o usos do velocípede en todos os estados membros.
M M.

Imprint Grips.

Que interessante esta manopla para BTT, que se molda de acordo com o formato da mão do seu dono. É o supra-sumo da ergonomia.

Como moldar (é facil!)

 Passaram os últimos dois anos a desenvolver a tecnologia, encontrar os materiais certos e tentando inúmeras combinações de materiais e seus respetivos métodos de processamento.
 
Depois de 20 protótipos que temos agora finalizado o projeto, e as amostras fabricadas. Têm vindo a testar a mais de um ano com excelentes resultados.
Custos de ferramentas iniciais para tampas e para a moldagem do material sobre aderência em mangas foram financiados pelas suas economias.
 Este molde (abaixo) deve ser concluída em tempo para o Natal. Precisamos agora de ferramentas para produzir o polímero mangas si e outros estabelecidos os custos restantes.


Inspiração:
Autumn 2011 (Tom)
Thanks from all at TMR designs!
MM

Carro leva 35 por cento do ordenado e anda a metade da velocidade virtual da bicicleta.

Andar de bicicleta é mais rápido do que usar o automóvel nos percursos urbanos
Andar de bicicleta é mais rápido nos percursos urbanos  do que  usar o automóvel

Um português que receba o ordenado médio no país, 711 euros por mês, trabalhe a 15 km de casa e se desloque no carro particular, gasta com o automóvel 35 por cento do vencimento – 250 euros.
As contas foram feitas pelo engenheiro João Pimentel Ferreira, defensor da bicicleta como meio de locomoção diário, que as defendeu numa conversa com o Pedais.pt.
Ao todo, em Portugal, os 5,7 milhões de automóveis existentes, mais do que um carro por cada dois habitantes, têm um custo de 12 mil milhões de euros, 7 % do Produto Interno Bruto (PIB), o dobro do buraco do BPN, mais do que os juros que se pagam pela dívida pública e o mesmo que se gasta com as pensões pagas pela Segurança Social anualmente.
“Nesta altura há mais automóveis do que pessoas com trabalho, o que não deixa de ser estranho”, realça.
A acrescer a todos estes custos há ainda o impacto que o uso do carro tem na redução da velocidade a que os seus utilizadores se deslocam, numa perspetiva virtual. João Sampaio Ferreira acrescenta à fórmula de cálculo as horas que cada automobilista tem que pagar diariamente para pagar o automóvel em que se desloca, e que são é média três horas diárias.
Deste modo, além do tempo consumido na deslocação em meio urbano de 15 km para cada lado, e que dá a média de uma hora, se lhe forem somadas as horas que o proprietário tem que trabalhar para o pagar, a velocidade virtual baixa para 7,5 km/hora, o que é pouco mais rápido do que andar a pé e muito menos do que a deslocação numa bicicleta, acrescenta o engenheiro eletrónico e dirigente da associação de promoção do uso da bicicleta MUBi.
Esta realidade “é uma irracionalidade extrema”, considera o técnico, atualmente a residir na Holanda.
“Há várias formas de mobilidade, e há centenas de meios de transporte entre dois determinados locais, o automóvel é apenas um deles, e não deixa de ser estranho que é aquele que é amplamente mais ineficiente do ponto de vista energético (acha mesmo normal alocar a força de 90 cavalos para puxar uma pessoa?), sendo o meio de transporte também, que traz mais consequências negativas para o bem comum, como poluição sonora e do ar, sinistralidade e ocupação de espaço público”, escreveu João Ferreira no seu blogue, onde explica os verdadeiros encargos que os automobilistas têm que suportar, muitas vezes sem fazerem as contas.
Visto em: ------------------------

MM

Power Woman.



quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Bicicletas transformadas em obras de arte.

A bicicleta é um veículo de deslocação usado no mundo inteiro. Em Moçambique elas foram recriadas e reinventadas pela Mozambikes, em parceria com o Núcleo de Arte, para criar o projecto "Paint for the People", onde 22 artistas transformaram simples bicicletas em verdadeiras obras de arte.

Uma vez que as bicicletas são um meio de transporte viável no país, principalmente em zonas rurais, a Mozambikes tem, como empresa social, a missão combater a pobreza, e personalizar bicicletas tanto para empresas, como para as pessoas, como forma de torná-las mais atractivas a todos.
Paint for the people
Mais do que vender, pretende-se promover a cultura e o uso de bicicletas em diversos eventos, como está a ser o "Paint for the People", onde artistas profissionais pintaram, desenharam, vestiram e fizeram verdadeiras relíquias de arte num instrumento de deslocação tão simples como este.
Paint for the people
Para Lauren Thomas, representante da Mozambikes, “o feedback está a ser positivo, as pessoas estão a gostar de ver bicicletas em obras de arte, para além de serem leiloadas, parte do lucro vai ser para pessoas carenciadas nas zonas rurais de Moçambique”.
Paint for the people
Carlos Fornasini pintou uma das bicicletas e intitulou-a “Flores para todos”. Para ele, “foi fantástico, um bom momento ver a família do Núcleo de Arte unida no mesmo objectivo”, conclui o artista que tem a sua obra exposta na galeria principal do Núcleo de Arte em Maputo.
MM